<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292</id><updated>2011-11-10T09:46:21.697-08:00</updated><category term='.'/><title type='text'>Café Científico Salvador</title><subtitle type='html'>O Café Científico é um local no qual qualquer pessoa pode discutir desenvolvimentos recentes das várias ciências e seus impactos sociais. Ele oferece uma oportunidade para que cientistas e o público em geral se encontrem face a face para discutir questões científicas, numa atmosfera agradável.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>130</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-766458048834792363</id><published>2011-11-10T09:44:00.001-08:00</published><updated>2011-11-10T09:46:22.147-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;b&gt;Café Científico Salvador - 18/11/2011 - 18:00&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Local: Salão Nobre, Instituto de Biologia/UFBA, no Campus Universitário de Ondina&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Projeto Multidisciplinar Baía de Todos os Santos: sonho epossibilidades&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Vanessa Hatje (Instituto de Química/UFBA)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A Baía de Todos os Santos (BTS),em toda a sua complexidade, é o objeto de investigação dos muitos grupos depesquisa que integram o Estudo Multidisciplinar Baía de Todos os Santos, quechamamos de Projeto BTS.&amp;nbsp; O Projeto BTSpode ser definido como uma ação acadêmica concertada, de longo prazo (30 anos),de caráter inter, multi e transdisciplinar, que prevê a sistematização,produção e disseminação de informações científicas e tecnológicas e a formaçãode pessoal, a partir de pesquisas e intervenções na BTS. Nesta apresentaçãoserão discutidas as ações de pesquisa, ensino e extensão dos primeiros trêsanos de execução do Projeto BTS, bem como seus inúmeros desafios.&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-766458048834792363?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/766458048834792363/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=766458048834792363' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/766458048834792363'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/766458048834792363'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2011/11/cafe-cientifico-salvador-18112011-1800.html' title=''/><author><name>Charbel El-Hani e Ana Carolina Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01336984865012763940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-1157156452062782016</id><published>2011-10-11T16:03:00.001-07:00</published><updated>2011-10-11T16:06:13.322-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;b&gt;Café Científico - 14/10/2011, 18:00&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Local: LDM - Livraria Multicampi, na Rua Direita da Piedade, 20, Piedade&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Flora da Chapada Diamantina e sua Conservação&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ana Maria Giulietti Harley &amp;amp; Raymond M. Harley&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;(Programa de Pós-Graduação em Botânica/UEFS/ Royal Botanic Gardens, Kew)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Chapada Diamantina é a porção norte da Cadeia do Espinhaço que se distribui por cerca de 1000km, em Minas Gerais (Serra do Espinhaço) e na Bahia. Representa o divisor de águas do rio São Francisco e vários rios tem aí suas nascentes. De modo geral são terras altas com embasamento proterozóico, com altitudes entre 900-2000m, circundadas por terras mais baixas, que abrigam formações de cerrado (especialmente em Minas Gerais) ou de caatingas (na Bahia). Nos topos das serras ocorrem as florestas montanas e os campos rupestres. Os campos rupestres apresentam grande número de espécies, mas são especialmente importantes pelo número de espécies e até gêneros com endemismo restrito. Também é o centro de diversidade de três famílias muito características as Velloziaceae (canela-de-ema), Eriocaulaceae (sempre-vivas) e Xyridaceae. As áreas de campos rupestres desde o início da colonização do Brasil, foram ligadas a exploração de ouro e outras pedras preciosas. Na Chapada Diamantina, enquanto a região mais ao Sul, especialmente em Rio de Contas, foi ligada ao ciclo do ouro, as regiões de Mucugê e Lençois foram ligadas ao ciclo do diamante, quase um século depois. Apesar da longa associação de utilização pelos habitantes da região, dos recursos minerais, animais e vegetais e da posição estratégica da Chapada Dimantina para a Bahia e o Nordeste, só recentemente está havendo maior preocupação com sua conservação e a sustentabilidade do uso da biodiversidade. Mesmo assim, são muitas as ameaças que ocorrem na região. Ligado a conservação in situ devem ser destacados o Parque Nacional da Chapada Diamantina e a APA do entorno, além da APA do Barbado e algumas unidades de conservação no município de Morro do Chapéu. Uma atividade que tem ajudado muito a divulgar e dar um melhor conhecimento das belezas da Chapada Diamantina é o turismo ecológico, mas que deve ser mantido em um nível que possa ser suportado pelas condições e características muito especiais da região. Maiores incentivos para as pesquisas multidisciplinares, ao uso sustentado e a conservação da biodiversidade e dos recursos hídricos e minerais são da maior importância, especialmente em um contexto de mudanças climáticas.  Assim, nessa palestra, pretende-se apresentar as características especiais da região, sua flora, as principais ameaças e os desafios para a conservação e o manejo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências&lt;br /&gt;Funch, L. et al. 2004. Plantas úteis da Chapada Diamantina. Rima Edt.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Funch, R. 1999. A visitor’s guide to the Chapada Diamantina Mountains. Secretaria de Agricultura e Turismo da Bahia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Harley, R. &amp;amp; Giulietti, A.M. 2004. Flores nativas da Chapada Diamantina. Rima Edt.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Juncá, F. et al. (eds.) 2005. Biodiversidade e Conservação da Chapada Diamantina. MMA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Stannard, B. (ed.) 1995. Flora of the Pico das Almas, Chapada Diamantina, Bahia. Royal Botanic Gardens Kew.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Revista Megadiversidade – vol. 4 números 1-2. 2008. Cadeia do Espinhaço: Avaliação do conhecimento científico e prioridades para conservação. Conservation International.  (disponível on line)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-1157156452062782016?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/1157156452062782016/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=1157156452062782016' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/1157156452062782016'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/1157156452062782016'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2011/10/cafe-cientifico-14102011-1800local-ldm.html' title=''/><author><name>Charbel El-Hani e Ana Carolina Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01336984865012763940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-7370152084668940995</id><published>2011-09-09T00:21:00.000-07:00</published><updated>2011-09-09T00:24:01.244-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Café Científico Salvador - 16/09/2011, 18:00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local: LDM - Livraria Multicampi, na Rua Direita da Piedade, 20, Piedade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;UM MODELO COLABORATIVO DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO E A SUPERAÇÃO DA LACUNA ENTRE PESQUISA ACADÊMICA E PRÁTICA DOCENTE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Charbel El-Hani&lt;br /&gt;(Instituto de Biologia/UFBA)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claudia Sepulveda&lt;br /&gt;(Depto. de Educação/UEFS)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Uma lacuna entre pesquisa e prática tem sido geralmente reconhecida pelos pesquisadores em educação e pelos professores, tanto na educação em termos gerais, quanto no ensino de ciências (e.g., PEKAREK; KROCKOVER; SHEPARDSON, 1996; KENNEDY, 1997; LÜDKE et al., 2001; MCINTYRE, 2005; PENA; RIBEIRO FILHO, 2008; VANDERLINDE; VAN BRAAK, 2010). Esta lacuna diz respeito à percepção de que professores não usam com frequência resultados da pesquisa educacional para construir e refletir sobre sua prática, assim como não dão grande valor à contribuição da pesquisa acadêmica para o trabalho em sala de aula. O mesmo tem sido observado em relação aos tomadores de decisão no campo educacional. Além disso, mudanças nas práticas escolares não resultam tipicamente da pesquisa acadêmica, mas de outras fontes, como políticas governamentais, materiais curriculares, livros didáticos, nas quais os resultados da pesquisa desempenham, quando o fazem, um papel indireto.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;A lacuna pesquisa-prática não é um problema apenas do campo educacional. Em muitas áreas do conhecimento a mesma questão tem sido colocada, a exemplo da ecologia (WHITMER et al., 2010; PARDINI et al., no prelo), medicina (BERO et al., 1998), gestão e desenvolvimento de recursos humanos (SHORT, 2006), pesquisa sobre desastres naturais (MYERS, 1993). Este é, pois, um problema que deve ter causas mais gerais do que alguma deficiência específica do campo educacional. Ele parece ser, antes, uma característica genérica da relação entre pesquisa acadêmica e prática profissional, e esta generalidade, por sua vez, sugere que aspectos estruturais do trabalho científico e/ou da prática estão envolvidos. Nesta direção, a lacuna pesquisa-prática pode ser vista como uma consequência da forma como a pesquisa educacional tem sido conduzida, organizada e/ou disseminada (KENNEDY, 1997), ou como uma decorrência de dificuldades de colocar em relação duas classes diferentes de conhecimentos (MCINTYRE, 2005), o conhecimento mais generalizado e abstrato que é – e deve ser – produzido pela pesquisa e o conhecimento usado no domínio da prática, que é – e deve ser – mais situado e concreto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como argumenta McIntyre (2005), a superação da lacuna pesquisa-prática depende de um duplo movimento: do conhecimento produzido pela pesquisa rumo às particularidades das salas de aula, através do desenvolvimento e da implementação gradual de propostas para a prática pedagógica, e do conhecimento pessoal dos professores rumo a um maior grau de generalidade e, portanto, a uma maior facilidade de ajuste a novas situações, a partir da reflexão docente. Estes movimentos são mais poderosos e empoderadores se professores e pesquisadores estiverem reunidos em equipes colaborativas, nas quais todos atuem como pares, em relações menos verticalizadas do que as que costumam ocorrer na pesquisa educacional, ou seja, superando-se hierarquias entre professores-investigadores da educação básica e da universidade. Este duplo movimento, da pesquisa para a prática, e da prática para a pesquisa, tem sido realizado, em nossos grupos de pesquisa, com base numa comunidade de prática, a ComPratica, e num grupo colaborativo de pesquisa educacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ComPratica é uma comunidade virtual de prática reunindo professores de biologia da educação básica, licenciandos de biologia, pesquisadores universitários, graduandos e pós-graduandos, com a intenção de discutir temas tão variados quanto a compreensão de determinados conceitos biológicos e o desenvolvimento profissional de professores, as condições de trabalho nas escolas e inovações educacionais para o ensino de conteúdos determinados. Professores de biologia interessados em participar da mesma podem escrever a charbel.elhani@gmail.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma comunidade de prática (CoP) é um grupo de indivíduos com distintos conhecimentos, habilidades e experiências, que participam de modo ativo em processos de colaboração, compartilhando conhecimentos, interesses, recursos, perspectivas, atividades e, sobretudo, práticas, para a construção de conhecimento tanto pessoal quanto coletivo (LAVE E WENGER, 1991; WENGER, 1998). Uma CoP, quando efetivamente funciona, gera e se apropria de um repertório compartilhado de idéias, objetivos e memórias; desenvolve recursos, como ferramentas, documentos, rotinas, vocabulários e símbolos, que, em certa medida, carregam consigo o conhecimento acumulado pela comunidade. Em outras palavras, uma comunidade de prática envolve praxis: maneiras compartilhadas de fazer e de se aproximar das coisas de que se ocupam as pessoas que a integram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ComPratica conta com elevados graus de participação de seus membros, em comparação com outras comunidades virtuais, e tem resultado em inovações que são, algumas delas, objetos de estudo, do grupo colaborativo de pesquisa. Este, por sua vez, nasceu de dentro da ComPratica e tem se caracterizado como uma equipe de pares, reunindo professores-investigadores e pesquisadores universitários, e incorporando mecanismos que visam horizontalizar as relações entre estes atores, buscando desconstruindo hierarquias que são muitas vezes reiteradas na pesquisa educacional. Desse modo, pretendemos, para usar uma máxima que freqüenta nosso trabalho de pesquisa, mover os professores, na pesquisa educacional, dos agradecimentos para a autoria. De modo mais elaborado, trata-se de superar mecanismos que “... efetivamente excluem os professores do processo ativo de descoberta e distribuição de conhecimento, atribuindo-lhes, em vez disso, um papel passivo de consumidores do produto científico final” (GARRISON, 1988, p. 488).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O questionamento das posições sociais e institucionais de pesquisadores e professores, que tem lugar através do modelo colaborativo de pesquisa implementado no projeto, contribui para a abordagem de um dos problemas centrais envolvidos na lacuna pesquisa-prática, a falta de colaboração entre pesquisadores universitários e professores-investigadores através das fronteiras da instituições/organizações em que trabalham. Afinal, o fosso que em geral se observa entre a escola e a universidade e, por conseguinte, entre professores-investigadores da educação básica e universitários, é decorrente não só de fatores estruturais relativos a estas duas instituições sociais, mas também da posição social que estes atores sociais assumem, em conexão com uma visão hierárquica que coloca a universidade acima da escola. O sucesso na diminuição da lacuna entre pesquisa e prática educacionais envolve, de modo importante, o questionamento e a superação de tal visão hierarquizada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste Café Científico, discutiremos o funcionamento da ComPratica e do grupo colaborativo de pesquisa educacional, tratando, além disso, de questões relativas à natureza da pesquisa docente e dos critérios de validade que se aplicam a ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências&lt;br /&gt;BERO, L. A. et al. Closing the gap between research and practice: an overview of systematic reviews of interventions to promote the implementation of research findings. British Medical Journal, London, v. 317, n. 7156, p. 465-468, 1998.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GARRISON, J. W. (1988). Democracy, scientific knowledge, and teacher empowerment. Teachers College Record, v. 89, p. 487-504.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;KENNEDY, M. M. The connection between research and practice. Educational Researcher, Thousand Oaks, v. 26, n. 7, p. 4-12, 1997.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LAVE, J.; WENGER, E. Situated learning: legitimate peripheral practice. New York: Cambridge University Press, 1991.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LÜDKE, M. et al. O professor e a pesquisa. Campinas: Papirus. 2001.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MCINTYRE, D. Bridging the gap between research and practice. Cambridge Journal of Education, Cambridge, UK, v. 35, n. 3, p. 357–382, 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MYERS, M. F. Bridging the gap between research and practice: the Natural Hazards Research and Applications Information Center. International Journal of Mass Emergencies and Disasters, Stillwater, v. 11, n. 1, p. 41-54, 1993.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PARDINI, R.; ROCHA, P. L. B.; EL-HANI, C. N. &amp; PARDINI, F. The challenges and opportunities for bridging the research-implementation gap in ecological science and management in Brazil. In: Sodhi, N. S. &amp; Raven, P. (Eds.). CONSERVATION BIOLOGY: LESSONS FROM THE TROPICS. Oxford, UK: Wiley-Blackwell, no prelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PEKAREK, R.; KROCKOVER, G.; SHEPARDSON, D.  The research/practice gap in science education. Journal of Research in Science Teaching, Hoboken, v. 33, n. 2, p. 111-113, 1996.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PENA, F. L. A.; RIBEIRO FILHO, A. Relação entre a pesquisa em ensino de física e a prática docente: dificuldades assinaladas pela literatura nacional da área. Cadernos Brasileiros de Ensino de Física, Florianópolis, v. 25, n. 3, p. 424-438, 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SHORT, D. C. Closing the gap between research and practice in HRD. Human Resource Development Quarterly, v. 17, n. 3, p. 343-350, 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VANDERLINDE, R.; VAN BRAAK, J. The gap between educational research and practice: views of teachers, school leaders, intermediaries and researchers. British Educational Research Journal, Hoboken, v. 36, n. 2, p. 299-316, 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WENGER, E. Communities of practice: learning, meaning, and identity. New York: Cambridge University Press, 1998.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WHITMER, A., OGDEN, L., LAWTON, J., STURNER, P., GROFFMAN, P. M., SCHNEIDER, L., HART, D., HALPERN, B., SCHLESINGER, W., RACITI, S., BETTEZ, N., ORTEGA, S., RUSTAD, L., PICKETT, S. T. A. AND KILLILEA, M. The engaged university: providing a platform for research that transforms society. Frontiers in Ecology and the Environment, v. 8, p. 314–321, 2010.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-7370152084668940995?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/7370152084668940995/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=7370152084668940995' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/7370152084668940995'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/7370152084668940995'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2011/09/cafe-cientifico-salvador-16092011-1800.html' title=''/><author><name>Charbel El-Hani e Ana Carolina Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01336984865012763940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-3306037775985994290</id><published>2011-07-29T17:23:00.000-07:00</published><updated>2011-07-29T17:25:23.402-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Café Científico Salvador - 05/08/2011, 18:00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local: LDM - Livraria Multicampi, na Rua Direita da Piedade, 20, Piedade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Riscos para a saúde humana da exposição cotidiana a radiações eletromagnéticas: o uso de telefones celulares como exemplo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Emerson Sales (Instituto de Química/UFBA)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A radiação eletromagnética associada ao uso do celular foi classificada como&lt;br /&gt;possivelmente carcinogênica e deve ser alvo de mais estudos, segundo avaliação da agência da Organização Mundial da Saúde (OMS) responsável pelo estudo do câncer (Iarc, na sigla em inglês). A conclusão foi divulgada por 31 cientistas de 14 países reunidos em Lyon, na França, para revisar centenas de pesquisas sobre o risco de uso destes e de outros aparelhos. A evidência foi revisada criticamente e avaliada como limitada entre os usuários de celulares para glioma e neuroma (tumores no cérebro), mas inadequada para conclusões sobre outros tipos de câncer. O grupo de trabalho, diz o texto, não quantificou o risco, mas salientou que uma pesquisa no passado sobre uso de celulares, até o ano de 2004, mostrou um crescimento de 40% no risco de glioma na categoria dos usuários mais frequentes de celular - cerca de 30 minutos por dia ao longo de dez anos. Serão apresentados trabalhos recentes sobre o tema, bem como um testemunho de um episodio ocorrido na França em 2007, referente ao uso de sistemas wi-fi.O objetivo da apresentação é de compartilhar informações visando formar uma opinião crítica sobre o assunto, com base nas últimas informações tornadas públicas, permitindo uma reflexão sobre este possível problema da vida moderna, mais um que evidencia nosso contraditório desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências:&lt;br /&gt;1) The Lancet Oncology, Volume 12, Issue 7, Pages 624 - 626, July 2011&lt;br /&gt;doi:10.1016/S1470-2045(11)70147-4&lt;br /&gt;2) The Biointiative report (http://www.bioinitiative.org/)&lt;br /&gt;3) http://www.cancer.org/cancer/cancercauses/othercarcinogens/athome/cellular-phones&lt;br /&gt;4) Christensen HC, Schuz J, Kosteljanetz M, et al. Cellular telephone use and&lt;br /&gt;risk of acoustic neuroma. Am J Epidemiol. 2004;159:277-283.&lt;br /&gt;5) Cellular Telecommunications &amp; Internet Association. Wireless Quick Facts.&lt;br /&gt;2008. www.ctia.org/media/industry_info/index.cfm/AID/10323&lt;br /&gt;6) Centers for Disease Control and Prevention. Frequently Asked Questions about&lt;br /&gt;Cell Phones and Your Health. 2005.&lt;br /&gt;www.cdc.gov/nceh/radiation/factsheets/cellphone_facts.pdf&lt;br /&gt;7) Food and Drug Administration. Cell Phones: Health Issues. 2009.&lt;br /&gt;www.fda.gov/Radiation-EmittingProducts/RadiationEmittingProductsandProcedure&lt;br /&gt;s/HomeBusinessandEntertainment/CellPhones/ucm116282.htm&lt;br /&gt;8) Federal Communications Commission (FCC). Wireless. 2008.&lt;br /&gt;www.fcc.gov/cgb/cellular.html on September 28, 2009.&lt;br /&gt;9) Hardell L, Nasman A, Pahlson A, et al. Use of cellular telephones and the&lt;br /&gt;risk for brain tumors: A case-control study. Int J Oncol. 1999;15:113-116.&lt;br /&gt;10) Hardell L, Hallquist A, Mild KH, et al. Cellular and cordless telephones and&lt;br /&gt;the risk of brain tumours. Eur J Cancer Prev. 2002;159:277-283.&lt;br /&gt;11) Hardell L, Carlberg M, Mild K. Case-control study on cellular and cordless&lt;br /&gt;telephones and the risk for acoustic neuroma or meningioma in patients&lt;br /&gt;diagnosed 2000-2003. Neuroepidemiology. 2005;25:120-128.&lt;br /&gt;12) Inskip PD, Tarone RE, Hatch EE, et al. Cellular telephone use and brain&lt;br /&gt;tumors. N Engl J Med. 2001;344:79-86.&lt;br /&gt;13) International Agency for Research on Cancer. IARC Classifies Radiofrequency&lt;br /&gt;Electromagnetic Fields as Possibly Carcinogenic to Humans. (Press Release)&lt;br /&gt;www.iarc.fr/en/media-centre/pr/2011/pdfs/pr208_E.pdf&lt;br /&gt;14) INTERPHONE Study Group. Brain tumor risk in relation to mobile telephone&lt;br /&gt;use: results of the INTERRPHONE international case-control study. Int J&lt;br /&gt;Epidemiol. Epub ahead of print on May 17, 2010.&lt;br /&gt;15) Johansen C, Boice JD Jr, McLaughlin JK, et al. Cellular telephones and&lt;br /&gt;cancer -- a nationwide cohort study in Denmark. J Natl Cancer Inst.&lt;br /&gt;2001;93:203-207.&lt;br /&gt;16) Lai H, Singh NP. Acute low-intensity microwave exposure increases DNA&lt;br /&gt;single-strand breaks in rat brain cells. Bioelectromagnetics. 1995;16:204-210.&lt;br /&gt;17) Lonn S, Ahlbom A, Hall P, et al. Swedish Interphone Study Group. Long-term&lt;br /&gt;mobile phone use and brain tumor risk. Am J Epidemiol. 2005; 161:526-535.&lt;br /&gt;18) Malyapa RS, Ahern EW, Straube WL, et al. DNA damage in rat brain cells after&lt;br /&gt;in vivo exposure to 2450 MHz electromagnetic radiation and various methods&lt;br /&gt;of euthanasia. Radiat Res. 1998;149:637-645.&lt;br /&gt;19) Minn Y, Wrensch M, Bondy M. Epidemiology of primary brain tumors. In: Prados&lt;br /&gt;M, ed. Brain Cancer. Hamilton: BC Decker; 2002:1-15.&lt;br /&gt;20) Muscat JE, Malkin MG, Thompson S, et al. Handheld cellular telephone use and&lt;br /&gt;risk of brain cancer. JAMA. 2000;284:3001-3007.&lt;br /&gt;21) Muscat JE, Malkin MG, Shore RE, et al. Handheld cellular telephone use and&lt;br /&gt;risk of acoustic neuroma. Neurology. 2002;58:1304-1306.&lt;br /&gt;22) National Cancer Institute. Cellular telephone use and cancer risk. 2009.&lt;br /&gt;www.cancer.gov/cancertopics/factsheet/Risk/cellphones&lt;br /&gt;23) National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA). An Investigation of&lt;br /&gt;the Safety Implications of Wireless Communications in Vehicles. 1997.&lt;br /&gt;www.nhtsa.dot.gov/people/injury/research/wireless&lt;br /&gt;24) National Institute of Environmental Health Sciences. Cell Phones. 2011.&lt;br /&gt;www.niehs.nih.gov/health/topics/agents/cellphones/index.cfm&lt;br /&gt;25) Redelmeier DA, Tibshirani RJ. Association between cellular telephone calls&lt;br /&gt;and motor vehicle collisions. N Engl J Med. 1997;336:453-458.&lt;br /&gt;26) Repacholi MH. Radiofrequency field exposure and cancer: What do the&lt;br /&gt;laboratory studies suggest? Environ Health Perspect. 1997;105:1565-1568.&lt;br /&gt;27) Rothman KJ, Chou CK, Morgan R, et al. Assessment of cellular telephone and&lt;br /&gt;other radio frequency exposure for epidemiologic research. Epidemiology.&lt;br /&gt;1996;7:291-298.&lt;br /&gt;28) Savitz DA. Mixed signals on cell phones and cancer. Epidemiology.&lt;br /&gt;2004;15:651-652.&lt;br /&gt;29) Schoemaker M J, Swerdlow AJ, Ahlbom A, et al. Mobile phone use and risk of&lt;br /&gt;acoustic neuroma: results of the Interphone case-control study in five North&lt;br /&gt;European countries. Br J Cancer. 2005;93:842-848.&lt;br /&gt;30) Schuz J, Jacobsen R, Olsen JH, et al. Cellular telephone use and cancer&lt;br /&gt;risk: Update of a nationwide Danish cohort. J Natl Cancer Inst. 2006;98:1707-1713.&lt;br /&gt;31) Stang A, Anastassiou G, Ahrens W, et al. The possible role of radiofrequency&lt;br /&gt;radiation in the development of uveal melanoma. Epidemiology. 2001;12:7-12.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-3306037775985994290?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/3306037775985994290/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=3306037775985994290' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/3306037775985994290'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/3306037775985994290'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2011/07/cafe-cientifico-salvador-05082011-1800.html' title=''/><author><name>Charbel El-Hani e Ana Carolina Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01336984865012763940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-5945413430753449687</id><published>2011-07-06T22:48:00.000-07:00</published><updated>2011-07-06T22:49:25.852-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Café Científico Salvador - 08/7/2011, 18:00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local: LDM - Livraria Multicampi, na Rua Direita da Piedade, 20, Piedade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sistemas complexos: como esta abordagem teórica pode ser usada para analisar dados quantitativos de algumas peculiaridades da vida e da cultura da Bahia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberto F. S. Andrade (Instituto de Física/UFBA)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conceito de sistemas complexos foi formado de maneira espontânea ao longo da segunda metade do século XX, baseado em técnicas matemáticas desenvolvidas no estudo de sistemas dinâmicos não lineares caos e física estatística. De uma forma bastante natural e paulatina, estas metodologias começaram a ser utilizadas por comunidades de pesquisadores de diversas áreas do conhecimento. Rigorosamente, até hoje não se tem uma definição precisa que permita delimitar e caracterizar quais objetos pertencem a esta classe. Do ponto de vista matemático, no entanto, o fato do objeto apresentar uma série de propriedades similares, mensuráveis através de algoritmos e definições razoavelmente precisas, permite que possamos formar uma lista de sistemas que atendem a diversos requisitos para poderem adotar tal denominação: não linearidade nas interações com de seus constituintes, presença de aleatoriedade correlacionada com memória de interações passadas, propriedades de invariância de escala, desvio das leis de distribuição para eventos estatisticamente independentes, etc. Nós pretendemos mesclar a nossa exposição, atentando a dois princípios: Ser objetivo na caracterização das propriedades matemáticas, mas evitando ao máximo a utilização da notação que não seja do domínio comum. Sugerir alguns temas que são de nosso cotidiano que sejam passíveis de ser investigado dentro desta abordagem como, por exemplo, o congestionamento da Av. Paralela ou o desfile do carnaval.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-5945413430753449687?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/5945413430753449687/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=5945413430753449687' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/5945413430753449687'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/5945413430753449687'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2011/07/cafe-cientifico-salvador-0872011-1800.html' title=''/><author><name>Charbel El-Hani e Ana Carolina Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01336984865012763940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-864242939313344592</id><published>2011-07-06T22:44:00.000-07:00</published><updated>2011-07-06T22:48:06.431-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='.'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Café Científico UFBA - Primeira sessão - 05/07/2011, 20:00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local: Salão Nobre da Reitoria, UFBA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito além do nosso eu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Miguel Nicolelis (Duke University, EUA)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir de julho de 2011, a iniciativa do CAFÉ CIENTÍFICO passa a contar com edição mensal na LDM - Livraria Multicampi, o CAFÉ CIENTÍFICO SALVADOR, e edição trimestral na UFBA, o CAFÉ CIENTÍFICO UFBA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sessão inaugural do CAFÉ CIENTIFICO UFBA aconteceu no dia 05 de julho às 20:00 horas, no Salão Nobre da Reitoria, com a participação do Prof. Miguel Nicolelis (Duke University, EUA), que na ocasião também lançou seu livro MUITO ALÉM DO NOSSO EU, pela Companhia da Letras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o conferencista: &lt;br /&gt;Miguel Nicolelis nasceu em São Paulo, em março de 1961. Formou-se em medicina (1984) e doutorou-se (1988) pela Universidade de São Paulo. Em 1989, determinado a desvendar as leis fisiológicas que regem a interação entre grandes populações de neurônios, mudou-se para os Estados Unidos. Desde 1994 está à frente de um grande laboratório na Universidade Duke, o Duke’s Center for Neuroengineering, base física das avançadas experiências com implantes de microeletrodos neurais em macacos que o tornaram conhecido no mundo todo. É também professor de neurociência na mesma universidade. Suas pesquisas foram publicadas na Nature, na Science e em inúmeras outras revistas científicas. A Scientific American o elegeu um dos vinte cientistas mais influentes do mundo. Membro das Academias de Ciências do Brasil e da França e da Pontifícia Academia das Ciências em Roma, é também fundador e Diretor Científico do Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra, entidade dedicada ao fomento da pesquisa científica de ponta e ao desenvolvimento educacional e socioeconômico do Rio Grande do Norte e da região nordeste do Brasil.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-864242939313344592?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/864242939313344592/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=864242939313344592' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/864242939313344592'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/864242939313344592'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2011/07/cafe-cientifico-ufba-primeira-sessao.html' title=''/><author><name>Charbel El-Hani e Ana Carolina Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01336984865012763940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-1099787773413648536</id><published>2011-05-31T05:50:00.000-07:00</published><updated>2011-05-31T05:51:52.567-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Café Científico - 20/6/2011, 18:30&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local: LDM - Livraria Multicampi, na Rua Direita da Piedade, 20, Piedade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Produção de alimentos em larga escala: O desafio de alimentar o mundo e os impactos ambientais &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedro Afonso de Paula Pereira (Instituto de Química/UFBA)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após um crescimento lento pela maior parte da história da humanidade, a população mais do que dobrou na última metade do século XX e início do século XXI. Por volta de 2006, era de cerca de 6,7 bilhões e, de acordo com as previsões mais recentes, deverá alcançar a marca de 9,1 bilhões em 2050. Assim, um grande desafio está posto diante de políticos, administradores públicos e cientistas, entre outros, que é garantir a oferta de energia, serviços de saúde e alimentação de qualidade, a preços acessíveis e não comprometendo a sustentabilidade dos recursos naturais do planeta. Nesse encontro, serão abordados alguns dos principais impactos ambientais provocados pela produção de alimentos em larga escala, discutindo-se os seus aspectos gerais, permeados por uma visão química.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leituras sugeridas:&lt;br /&gt;• Edward O. Wilson: “A Criação – Como salvar a vida na Terra”; Companhia das Letras; 2006.&lt;br /&gt;• Jared Diamond: “Colapso - Como as sociedades escolhem o fracasso ou o sucesso”; Ed. Record; 2007.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-1099787773413648536?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/1099787773413648536/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=1099787773413648536' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/1099787773413648536'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/1099787773413648536'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2011/05/cafe-cientifico-2062011-1830-local-ldm.html' title=''/><author><name>Charbel El-Hani e Ana Carolina Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01336984865012763940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-2813024167933876113</id><published>2011-05-10T08:09:00.000-07:00</published><updated>2011-05-10T08:10:52.739-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Café Científico - 20/5/2011, 18:00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local: LDM - Livraria Multicampi, na Rua Direita da Piedade, 20, Piedade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Polinizadores, por que são importantes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blandina Felipe Viana (Instituto de Biologia/UFBA)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os polinizadores desempenham um papel crucial na reprodução da maioria das plantas em todos os ecossistemas terrestres. Eles são responsáveis pela transferência dos grãos de pólen das anteras para o estigma das flores. Este processo, denominado polinização, é fundamental para a conservação e sustentabilidade da flora e da fauna do planeta. A limitação de polinizadores, resultante do declínio das suas populações, causada, principalmente, pelo uso indiscriminado de agroquímicos, uso intensivo do solo, perda de habitat e mudanças climáticas, reduz o potencial reprodutivo das plantas, podendo, em casos extremos, causar a extinção de plantas e animais e levar a mudanças nas paisagens e na oferta de alimentos. Na ultima década, em todo o mundo, ações voltadas para a conservação e uso sustentável de polinizadores vem sendo empreendidas. Entretanto, ainda são necessários esforços para ampliar a compreensão geral sobre o valor dos polinizadores para a conservação dos recursos agrícolas e naturais. Assim, nessa palestra, pretende-se apresentar os polinizadores, o que fazem, as principais ameaças e os desafios para a conservação e o manejo, em sistemas naturais e agrícolas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-2813024167933876113?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/2813024167933876113/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=2813024167933876113' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/2813024167933876113'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/2813024167933876113'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2011/05/cafe-cientifico-2052011-1800-local-ldm.html' title=''/><author><name>Charbel El-Hani e Ana Carolina Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01336984865012763940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-6478116764082656390</id><published>2011-04-02T16:50:00.000-07:00</published><updated>2011-04-02T16:53:03.249-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Café Científico - 8/4/2011, 18:00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local: LDM - Livraria Multicampi, na Rua Direita da Piedade, 20, Piedade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Ciência de Criar Substâncias Sobrenaturais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silvio Cunha (Instituto de Química/UFBA)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde que domesticamos o fogo, nós humanos temos modificado a variedade de substâncias presentes na natureza através de transformações químicas.&lt;br /&gt;A necessidade de comer, vestir, locomover, viver mais e melhor, amar e ser feliz tem motivado a criação, primeiro em laboratório e depois em escala industrial, de substâncias que não estão disponíveis na natureza – substâncias denominadas não naturais (de certa forma, “sobrenaturais”). Além da necessidade, a boa e velha curiosidade – apenas ela – também tem sido um bom estímulo.&lt;br /&gt;A ciência que proporciona esta façanha é a síntese química e, em particular, a síntese orgânica, que se dedica à criação de moléculas de carbono e derivados. A forma como se faz isto, promovendo reações químicas de forma controlada, será o mote de nossa conversa, exemplificando com substâncias bem conhecidas do público em geral.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Leitura Complementar – se for ler apenas uma delas, leia a primeira.&lt;br /&gt;1. Os Botões de Napoleão – as 17 moléculas que mudaram a história, Jorge Zahar Editor.&lt;br /&gt;2. Barbies, Bambolês e Bolas de Bilhar – 67 deliciosos comentários sobre a fascinante química do dia-a-dia, Joe Schwarcz, Jorge Zahar Editor.&lt;br /&gt;3. Moléculas, P. W. Atkins, EDUSP.&lt;br /&gt;4. Descobertas Acidentais em Ciências, Roystin M. Roberts, Papirus.&lt;br /&gt;5. Vitórias da Química – a conquista do direito à saúde, Daniel Bovet, Editora da UnB.&lt;br /&gt;6. Alquimistas e Químicos – o passado, o presente e o futuro, José Atílio Vanin, Editora Moderna.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-6478116764082656390?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/6478116764082656390/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=6478116764082656390' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/6478116764082656390'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/6478116764082656390'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2011/04/cafe-cientifico-842011-1800-local-ldm.html' title=''/><author><name>Charbel El-Hani e Ana Carolina Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01336984865012763940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-8310916606060031155</id><published>2011-03-09T16:29:00.000-08:00</published><updated>2011-03-09T16:32:15.403-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Café Científico - 18/03/2011, 18:00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local: LDM - Livraria Multicampi, na Rua Direita da Piedade, 20, Piedade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como os Materiais Quebram?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Augusto de Lima Rocha (Departamento de Construção e Estruturas da Escola Politécnica da UFBA)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É de grande interesse o conhecimento da capacidade resistente dos sólidos, pelo que isto representa para a maioria das atividades que envolvem nossas vidas. Embora seja importante o conhecimento de como se dão, no íntimo da matéria, os processos que levam os materiais a oferecer resistência, diante de ações externas impostas aos sólidos, a ênfase aqui será colocada na compreensão dos fenômenos, pelo lado do desempenho efetivo do objeto sólido, que pode ser, por exemplos, uma taça de cristal, um pino minúsculo, um avião, um osso, um tênis, um edifício, um navio, uma montanha, uma encosta ou uma nave espacial. O que interessa é garantir, com grande probabilidade, no projeto de um sólido, sua estabilidade material, a nível local e global, para que os padrões de desempenho dele esperados sejam considerados satisfatórios, durante o tempo de sua vida útil. O exame do fenômeno das tensões e das deformações nos sólidos é fundamental na formulação dos modelos matemáticos desses problemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências:&lt;br /&gt;Carneiro, F. L. Lobo B.  Galileu e os efeitos do tamanho, Revista Ciência Hoje, v. 9, n. &lt;br /&gt;50, jan/fev 1989, Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;Carneiro, F. L. Lobo B.  Galileu, fundador da teoria dos materiais. In: História da técnica e da tecnologia. Ruy Gama, org., São Paulo: T. A. Queiroz, 1985.&lt;br /&gt;Galilei, Galileu Duas Novas ciências, São Paulo: Nova Stella, 1988.&lt;br /&gt;Rocha, João Augusto de L. Termodinâmica da Fratura: uma nova abordagem do problema da fratura nos sólidos, Salvador: EDUFBA, 2010.&lt;br /&gt;Timoshenko, S. P.; Gere, J. Mecânica dos Sólidos, 2. vols., Rio: LTC, 1984. Há uma boa síntese histórica no final de cada volume, retirada do excelente livro de S. P. Timoshenko, History of Strength of Materials, New York: Dfover, 1983,  que, infelizmente, ainda não existe em português.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-8310916606060031155?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/8310916606060031155/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=8310916606060031155' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/8310916606060031155'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/8310916606060031155'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2011/03/cafe-cientifico-18032011-1800-local-ldm.html' title=''/><author><name>Charbel El-Hani e Ana Carolina Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01336984865012763940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-5606869177148706037</id><published>2011-02-04T05:48:00.000-08:00</published><updated>2011-02-04T05:49:42.389-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Café Científico - 11/02/2011, 18:00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local: LDM - Livraria Multicampi, na Rua Direita da Piedade, 20, Piedade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relevante e o significativo: Alguns limites entre filosofia e ciência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Carlos Salles (Depto. de Filosofia, FFCH-UFBA)&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-5606869177148706037?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/5606869177148706037/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=5606869177148706037' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/5606869177148706037'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/5606869177148706037'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2011/02/cafe-cientifico-11022011-1800-local-ldm.html' title=''/><author><name>Charbel El-Hani e Ana Carolina Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01336984865012763940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-28516404930937972</id><published>2011-01-28T17:00:00.001-08:00</published><updated>2011-02-02T05:17:30.086-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Simpósio EPISTEMOLOGIA, MODELAGEM MATEMÁTICA E A CONSTRUÇÃO DE MODELOS PREDITIVOS EM ECOLOGIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Projeto “Integrando Níveis de Organização em Modelos Ecológicos Preditivos: Aportes da Epistemologia, Modelagem e Investigação Empírica”, aprovado no Programa de Apoio a Núcleos de Excelência PRONEX/FAPESB/CNPq, e coordenado pelo Prof. Charbel El-Hani (IB-UFBA) promove, no dia 8 de Fevereiro de 2011, o Simpósio "Epistemologia, Modelagem Matemática e a Construção de Modelos Preditivos em Ecologia". O Simpósio reunirá pesquisadores brasileiros e estrangeiros para debater as contribuições da epistemologia e da modelagem matemática para a construção de uma ecologia com maior poder preditivo e maior impacto sobre a gestão e o manejo de problemas ambientais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O evento ocorrerá no Auditório do PAF III, Campus de Ondina, UFBA, no dia 8 de Fevereiro de 2011 nos turnos matutino e vespertino. A abertura do evento ocorrerá às 9 horas da manhã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O simpósio é gratuito, mas necessita de inscrição, que deve ser feita através do email iv.simposio.pronex@gmail.com, informando o nome do simpósio em que está se inscrevendo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EPISTEMOLOGIA, MODELAGEM MATEMÁTICA E A CONSTRUÇÃO DE MODELOS PREDITIVOS EM ECOLOGIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Promoção: Projeto “Integrando Níveis de Organização em Modelos Ecológicos Preditivos: Aportes da Epistemologia, Modelagem e Investigação Empírica”, Programa de Apoio a Núcleos de Excelência PRONEX/FAPESB/CNPq.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Organização: Profs. Charbel Niño El-Hani (IB-UFBA), Pedro Luís Bernardo da Rocha (IB-UFBA), Francisco Carlos Rocha de Barros Junior (IB-UFBA), Hilton Ferreira Japyassu (IB-UFBA), Blandina Felipe Viana (IB-UFBA), Leila Costa Cruz (IMS/UFBA), Raymundo José de Sá Neto (Depto. Ciências Naturais, UESB), Washington de Jesus Sant’Anna da Franca Rocha (Programa de Pós-Graduação em Modelagem e Ciências da Terra e do Ambiente, UEFS).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Auditório do PAF III, Campus de Ondina, UFBA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manhã&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;09:00-10:00 – o Projeto “Integrando Níveis de Organização em Modelos Ecológicos Preditivos: Aportes da Epistemologia, Modelagem e Investigação Empírica”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prof. Pedro Luís Bernardo da Rocha (IB-UFBA)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10:30-12:00 – Ecology and prediction: The case of biodiversity (Ecologia e Predição: O caso da Biodiversidade) – Esta palestra será proferida em inglês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Julien Delord (Equipe de recherche: Patrimoine, Histoire des Sciences etTechniques – PaHST. Université de Bretagne Occidentale, France)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tarde&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14:00 – 15:30 – Generalizações na ecologia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prof. Charbel Niño El-Hani (IB-UFBA)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15:30 – 16:00 – Coffee break&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16:00 – 17:30 – Técnicas computacionais aplicadas a modelos em  biologia e ecologia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Profa. Claudia Pio Ferreira ((UNESP, Botucatu)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17:30 – 19:00 – Persistence and extinction in mathematical biology (Persistência e Extinção na Biologia Matemática) – Esta palestra será proferida em inglês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prof. Herb Freedman (Dept. of Mathematical and Statistical Sciences, University of Alberta, Canada)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-28516404930937972?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/28516404930937972/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=28516404930937972' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/28516404930937972'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/28516404930937972'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2011/01/simposio-epistemologia-modelagem.html' title=''/><author><name>Charbel El-Hani e Ana Carolina Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01336984865012763940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-5387661047366310025</id><published>2011-01-25T12:36:00.001-08:00</published><updated>2011-02-02T05:14:49.464-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>O Projeto “Integrando Níveis de Organização em Modelos Ecológicos Preditivos: Aportes da Epistemologia, Modelagem e Investigação Empírica”, aprovado no Programa de Apoio a Núcleos de Excelência PRONEX/FAPESB/CNPq, e coordenado pelo Prof. Charbel El-Hani (IB-UFBA) promove, no dia 7 de Fevereiro de 2011, o Simpósio "Problemas Ambientais do Estado da Bahia e as Contribuições da Pesquisa Ecológica". O Simpósio reunirá pesquisadores e técnicos ambientais para debater os seguintes temas: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Restauração Ecológica e Reintrodução de Fauna&lt;br /&gt;Plano Estadual de Combate à Desertificação&lt;br /&gt;Problemas Ambientais da Baía de Todos os Santos&lt;br /&gt;Conservação de Populações de Espécies Ameaçadas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O evento ocorrerá no Auditório do PAF III, Campus de Ondina, UFBA, no dia 7 de Fevereiro de 2011 nos turnos matutino e vespertino. A abertura do evento ocorrerá às 8 horas da manhã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O simpósio é gratuito, mas necessita de inscrição, que deve ser feita através do email iv.simposio.pronex@gmail.com, informando o nome do simpósio em que está se inscrevendo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PROBLEMAS AMBIENTAIS DO ESTADO DA BAHIA E AS CONTRIBUIÇÕES DA PESQUISA ECOLÓGICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Promoção: Projeto “Integrando Níveis de Organização em Modelos Ecológicos Preditivos: Aportes da Epistemologia, Modelagem e Investigação Empírica”, Programa de Apoio a Núcleos de Excelência PRONEX/FAPESB/CNPq.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Organização: Profs. Charbel Niño El-Hani (IB-UFBA), Pedro Luís Bernardo da Rocha (IB-UFBA), Francisco Carlos Rocha de Barros Junior (IB-UFBA), Hilton Ferreira Japyassu (IB-UFBA), Blandina Felipe Viana (IB-UFBA), Leila Costa Cruz (IMS/UFBA), Raymundo José de Sá Neto (Depto. Ciências Naturais, UESB), Washington de Jesus Sant’Anna da Franca Rocha  (Programa de Pós-Graduação em Modelagem e Ciências da Terra e do Ambiente, UEFS).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local: Auditório do PAF III, Campus de Ondina, UFBA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manhã&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;08:00 – Abertura do evento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;08:30 – 10:30 – Mesa redonda: Restauração Ecológica e Reintrodução de Fauna&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Participantes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedro Luís Bernardo da Rocha (IB-UFBA)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simone Souza Campos (IBAMA)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Samanta Levita Coutinho (IBAMA)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10:30-10:45 – Coffee break&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10:45 – 12:45 – Mesa redonda: Plano Estadual de Combate à Desertificação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Washington de Jesus Sant’Anna da Franca Rocha (Programa de Pós-Graduação em Modelagem e Ciências da Terra e do Ambiente, UEFS).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José Augusto de Castro Tosato (Diretoria Socioambiental Participativa – DSP, INGÁ)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luis de Lima Barbosa (Coordenação Socioambiental – COSAM, INGÁ)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tarde&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14:30-16:30 – Mesa redonda: Problemas Ambientais da Baía de Todos os Santos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Francisco Carlos Rocha de Barros Junior (IB-UFBA)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Erika Meireles Campos (Diretoria Geral de Projetos, IMA)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eratóstenes de Almeida Fraga Lima (Coordenador da Universidade Popular das Águas – UNIHIDRO, INGÁ)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16:30-16:45 – Intervalo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16:45 – 18:45 – Mesa redonda:  Conservação de Populações de Espécies Ameaçadas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Raymundo José de Sá Neto (Depto. Ciências Naturais, UESB)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fátima Oliveira (ICMBio)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gustave Lopez (Coordenador Regional-BA, Projeto Tamar)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-5387661047366310025?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/5387661047366310025/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=5387661047366310025' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/5387661047366310025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/5387661047366310025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2011/01/o-projeto-integrando-niveis-de.html' title=''/><author><name>Charbel El-Hani e Ana Carolina Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01336984865012763940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-1322996036962111962</id><published>2011-01-20T04:05:00.001-08:00</published><updated>2011-02-04T05:50:15.229-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Resumo Café - 21/01/2011, 18:00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local: LDM - Livraria Multicampi, na Rua Direita da Piedade, 20, Piedade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Violência Urbana em Salvador&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luiz Viana (IML)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o objetivo de analisar a evolução das desigualdades socioespaciais na mortalidade por causas externas e homicídios em Salvador (BA), 2000 e 2006, foi realizado estudo ecológico, tendo as zonas de informação (ZI) e estratos sociais como unidades de análise. O IBGE e Secretaria Municipal de Saúde foram fontes de dados. As causas básicas de óbito foram revisadas e reclassificadas com base em relatórios do IML. As ZIs foram classificadas em quatro estratos sociais a partir da renda e escolaridade. Calculou-se a razão entre as taxas de mortalidade (Razão de Desigualdade). Verificou-se aumento de 98,5% na taxa de homicídios no período. Em 2000, o risco de morte por causas externas e homicídios n o estrato de piores condições de vida foi, respectivamente, 1,40 e 1,94 vezes maior que no estrato de referência. Em 2006 estes valores foram de 2,02 e 2,24. Os autores discutem as implicações para as políticas publicas intersetoriais evidenciados pelos achados do presente estudo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-1322996036962111962?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/1322996036962111962/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=1322996036962111962' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/1322996036962111962'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/1322996036962111962'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2011/01/resumo-cafe-21012011-1800-local-ldm.html' title=''/><author><name>Charbel El-Hani e Ana Carolina Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01336984865012763940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-3182481735473087367</id><published>2011-01-20T04:04:00.001-08:00</published><updated>2011-01-20T04:05:02.995-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Resumo Café - 13/12/2010, 18:30&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local: LDM - Livraria Multicampi, na Rua Direita da Piedade, 20, Piedade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Zona Costeira e O Dilúvio Universal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José Maria Landim Dominguez (IG-UFBA)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A zona costeira é a zona de interação entre os continentes e os oceanos. Sua origem na maior parte dos casos data da separação entre os continentes, que determinam  seus principais traços geológicos, como os tipos litológicos que afloram nas praias, a orientação da linha de costa etc.  Nos últimos milhões de anos perturbações na orbita da terra (inclinação do eixo de rotação, precessão dos equinócios e variação na ecentricidade da órbita terrestre) resultantes da atração gravitacional de planetas como Jupiter e Saturno, provocaram mudanças no grau de insolação do planeta principalmente nas regiões de alta latitude. Estas mudanças por sua vez resultaram em expansões e retrações de grandes lençois de gelo no hemisfério norte que tiveram como principal consequencia variações no nivel dos mares da ordem de várias dezenas de metros. Assim é que desde 120.000 anos atrás com a expansão destes lençóis de gelo, o nivel do mar desceu progressivamente, posicionando-se cerca de menos 120m abaixo do nível atual por volta de 20.000 anos atrás. Durante este prolongado periodo de abaixamento o homem se espalhou por todos os continentes. A partir de 20.000 anos atrás os grandes lençóis de gelo começaram a derreter e o nivel mar subiu rapidamente. Durante este periodo, algumas vezes o nível do mar subiu até 5 m em um século. Este foi o verdadeiro dilúvio universal que inundou as plataformas continentais e zonas costeiras de todo o mundo  deslocando populações e mudando dramaticamente a geografia destas regiões. O objetivo desta palestra será portanto o de contar esta história da origem da zona costeira deste grande diluvio, com enfase principalmente na costa da Bahia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-3182481735473087367?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/3182481735473087367/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=3182481735473087367' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/3182481735473087367'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/3182481735473087367'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2011/01/resumo-cafe-13122010-1830-local-ldm.html' title=''/><author><name>Charbel El-Hani e Ana Carolina Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01336984865012763940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-5146145760549430517</id><published>2010-11-07T05:16:00.000-08:00</published><updated>2011-01-20T04:03:42.377-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Resumo Café - 19/11/2010, 18:00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local: LDM - Livraria Multicampi, na Rua Direita da Piedade, 20, Piedade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é um número? Das quantidades às estruturas algébricas abstratas:&lt;br /&gt;uma história&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;André Luis Mattedi Dias (IHAC-UFBA)&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é um número? Como pessoas com diferentes graus de escolaridade e diferentes perfis de formação profissional respondem a esta pergunta? Quando esta pergunta é apresentada para professores de matemática, formados ou prestes a se formar, normalmente é imensamente majoritária uma resposta: os números representam quantidades. Todavia, não é este o conceito moderno de número institucionalizado na comunidade científica-profissional dos matemáticos, que domina nos currículos dos cursos de matemática de graduação, licenciatura ou bacharelado. Apresentaremos uma brevíssima e sintética história sobre o assunto, destacando aspectos sobre a produção desta concepção tradicional de número, que o associa com quantidade, contrapondo-a à produção da concepção moderna e científica de número.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEITURAS COMPLEMENTARES:&lt;br /&gt;ALMEIDA, Manoel de Campos. Origens dos numerais. SEMINÁRIO NACIONAL DE HISTÓRIA DA MATEMÁTICA, IV, Natal, 2001. Anais... Rio Claro: SBHMat,&lt;br /&gt;2001, p. 119-130.&lt;br /&gt;GERDES, Paulus. Sobre a origem histórica do conceito de número.&lt;br /&gt;Boletim GEPEM. Rio de Janeiro, ano XVII, n. 30, p. 39-47, 1o sem.&lt;br /&gt;1992.&lt;br /&gt;DAMEROW, Peter. Números: herança biológica ou invenção humana? In:&lt;br /&gt;SEMINÁRIO NACIONAL DE HISTÓRIA DA MATEMÁTICA, IV,  Natal, 2001.&lt;br /&gt;Anais... Rio Claro: SBHMat, 2001, p. 150-173.&lt;br /&gt;RITTER, James. A cada um a sua verdade: as matemáticas no Egipto e na&lt;br /&gt;Mesopotâmia. In: SERRES, Michel. (dir.). Elementos para uma história&lt;br /&gt;das ciências, v. I. Lisboa: Terramar, 1996, p. 49-72.&lt;br /&gt;ÁVILA , Geraldo. Grandezas incomensuráveis e números irracionais . RPM, n. 5.&lt;br /&gt;ÁVILA , Geraldo. Eudoxo, Dedekind, números reais e ensino de&lt;br /&gt;Matemática . RPM, n. 7&lt;br /&gt;CARAÇA, Bento de Jesus. Conceitos fundamentais da matemática. Lisboa:&lt;br /&gt;Sá da Costa, 1984.&lt;br /&gt;GLAESER, Georges. Epistemologia dos números negativos. Boletim GEPEM.&lt;br /&gt;Rio de Janeiro, n. 17, p. 29-124, 1985.&lt;br /&gt;SCHUBRING, Gert. rupturas no estatuto matemático dos números&lt;br /&gt;negativos. Boletim    GEPEM. Rio de Janeiro, n. 37, p. 51 – 64, ago.&lt;br /&gt;2002; n. 38, p. 73 – 93, fev. 2001.&lt;br /&gt;BALDINO, Roberto Ribeiro. A ética de uma definição circular de número&lt;br /&gt;real. Bolema. Rio Claro, a. 10, n. 9, p. 31-52,1994.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-5146145760549430517?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/5146145760549430517/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=5146145760549430517' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/5146145760549430517'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/5146145760549430517'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2010/11/resumo-cafe-19102010-1800-local-ldm.html' title=''/><author><name>Charbel El-Hani e Ana Carolina Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01336984865012763940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-6112124604238548930</id><published>2010-10-06T08:20:00.000-07:00</published><updated>2010-10-06T08:21:49.762-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Resumo Café - 08/10/2010, 18:00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local: LDM - Livraria Multicampi, na Rua Direita da Piedade, 20, Piedade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Fascinante Mundo dos Fungos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aristóteles Goés Neto (Depto. de Ciências Biológicas, UEFS)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os fungos juntamente com os insetos são um dos grupos de organismos mais diversos da Terra. São conhecidos apenas cerca de 105.000 espécies de fungos, aproximadamente 7% do estimado de 1,5 milhões de espécies. Os fungos são organismos eucarióticos, quimioheterotróficos, de nutrição absortiva com digestão extracorpórea parcial, predominantemente aeróbicos ou fermentadores facultativos, que&lt;br /&gt;apresentam estrutura corpórea pluricelular micelial (fungos filamentosos) ou unicelular leveduriforme (leveduras), com parede celular constituída de quitina, glicanos e proteínas tendo o ergosterol como principal esteróide constituinte da membrana plasmática. Os fungos são predominantemente sapróbios e a decomposição, particularmente em ambientes terrestres, é a principal função ecológica desempenhada por este grupo de organismos. Eles podem ainda viver associados a outros organismos como parasitas ou mutualistas, como também formarem associações que não compreendem nem relação de parasitismo estrito nem mutualismo estrito, como no caso&lt;br /&gt;dos líquens e fungos endobióticos. A importância econômica dos fungos para as sociedades compreendem tanto aspectos negativos, ou danos que estes organismos podem causar à economia, quanto aspectos positivos, podendo ser aproveitados economicamente. Os aspectos positivos dos fungos na economia, entretanto, suplantam os negativos. No setor agropecuário, os fungos já são utilizados para a micorrização de&lt;br /&gt;sementes de algumas plantas cultivadas e no controle biológico de animais, plantas e fungos parasitas de vegetais agricultáveis. O impacto positivo dos fungos na economia decorre principalmente do setor industrial, já que diversos produtos são o resultado direto da atividade biológica desses organismos. Toda a indústria de processos fermentativos, quer de bebidas ou de alimentos fermentados, baseia-se na utilização industrial do processo natural de fermentação realizado por fungos. Os fungos são ainda utilizados para a produção tanto de metabólitos primários, como enzimas, como de metabólitos secundários como antibióticos, alcalóides e pigmentos. Os fungos ainda têm sido utilizados na biorremediação de compartimentos ambientais (ex. solo) comprometidos por altos índices de poluentes, de forma que vêm sendo&lt;br /&gt;utilizados para uma decomposição mais eficiente do lixo orgânico, de compostos naturais recalcitrantes e de xenobióticos, assim como na biosorção de metais pesados e compostos radioativos. Além disso, os fungos compreendem uma importante fonte de novos compostos bioativos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia (em português):&lt;br /&gt;AZEVEDO, J. L. ESPOSITO, E. 2009. FUNGOS - UMA INTRODUÇAO A BIOLOGIA,&lt;br /&gt;BIOQUIMICA E BIOTECNOLOGIA. Caxias do Sul: EDUCS, 2ª Edição.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-6112124604238548930?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/6112124604238548930/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=6112124604238548930' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/6112124604238548930'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/6112124604238548930'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2010/10/resumo-cafe-08102010-1800-local-ldm.html' title=''/><author><name>Charbel El-Hani e Ana Carolina Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01336984865012763940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-8755933321826862604</id><published>2010-09-07T08:33:00.000-07:00</published><updated>2010-09-07T08:34:23.128-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Resumo Café - 13/09/2010, 18:30&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local: LDM - Livraria Multicampi, na Rua Direita da Piedade, 20, Piedade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nanotecnologia e Nanociência: O que é? Como se faz? Para que serve? Que perigos encerra?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caio Mário Castro de Castilho (Instituto de Física/UFBA)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste seminário serão apresentados alguns aspectos relativos ao que atualmente se denomina de Nanotecnologia e Nanociência. Após um brevíssimo histórico a respeito de alguns marcos do desenvolvimento destas áreas de atividade, serão discutidos o significado destes termos, como se realizam investigações e como se executam atividades relativas ao tema, quais os seus potenciais benefícios, algumas das suas aplicações e algumas perspectivas, inclusive a respeito dos perigos que potencialmente estas atividades podem encerrar.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A apresentação será feita numa linguagem simples, accessível a um público leigo mas com o necessário rigor no emprego na terminologia e na formulação dos conceitos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Bibliografia sugerida (disponível na rede):&lt;br /&gt;Parcerias Estratégicas/Centro de Gestão e Estudos Estratégicos – no 18, (agosto de 2004) – Brasília: CGEE 2004.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-8755933321826862604?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/8755933321826862604/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=8755933321826862604' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/8755933321826862604'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/8755933321826862604'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2010/09/resumo-cafe-13092010-1830-local-ldm.html' title=''/><author><name>Charbel El-Hani e Ana Carolina Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01336984865012763940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-4329054070486912957</id><published>2010-08-16T14:36:00.000-07:00</published><updated>2010-08-16T14:40:52.231-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Resumo Café - 20/08/2010, 18:00&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Local: LDM - Livraria Multicampi, na Rua Direita da Piedade, 20, Piedade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;UM DIÁLOGO COM DOIS LIDERES INDÍGENAS:&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ISAKA HUNI KUIN (Osvaldo Kaxinawá) &amp; &lt;br /&gt;INKA MURU (Agustinho Manduca Kaxinawá) &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com participação da Professora Cecilia McCallum (Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFBA/Depto. de Antropologia)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Professora Cecilia McCallum (Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFBA/Depto. de Antropologia) introduzirá Isaka e Inka Muru Huni Kuin, os palestrantes principais, que discorrerão sobre o tema Conhecendo os Huni Kuin (Kaxinawá) do Acre: uma civilização indígena amazônica no Brasil do século XXI. A Profa. McCallum é antropóloga, pesquisadora e estudiosa da cultura Huni Kuin do Acre. Durante a sua breve apresentação, ela falará sobre o que aprendeu durante a sua vivência numa aldeia no alto Purus e introduzirá esse povo indígena, para o que utilizará uma amostra de imagens. Por fim, ela tratará da situação dos Huni Kuin no rio Jordão, área de onde procedem os palestrantes principais, os líderes Agostinho e Osvaldo Kaxinawá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem são os Kaxinawá, Huni Kuin&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_oMgMvUnxcgY/TGmwGkraorI/AAAAAAAAAAM/kI5rPyOJcq0/s1600/huni+kuin.png"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 213px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_oMgMvUnxcgY/TGmwGkraorI/AAAAAAAAAAM/kI5rPyOJcq0/s320/huni+kuin.png" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5506125646408622770" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Kaxinawá, que se autodenominam Huni Kuin, “Gente Verdadeira”, são falantes da família lingüística Pano Hãtxa Kuin, “língua verdadeira”. Eles habitam a floresta tropical desde o leste peruano até o Acre, constituindo a população indígena mais numerosa desse estado. Conquistaram o reconhecimento legal do seu posse de várias áreas indígenas, nas quais a sua população está crescendo e fortalecendo a sua antiga civilização, através do estabelecimento da sua independência econômica e cultural, o fortalecimento da sua organização política e o engajamento com o estado nacional e a civilização não-indígena. Em todas as terras Kaxinawá do Acre há escolas funcionando com professores indígenas bilíngües, um agente de saúde e um agente agroflorestal. Como professor bilingue, Isaka (Osvaldo) participa de um verdadeiro renascimento cultural; e Inka Muru (Agostinho), que participou da reconquista das terras do seu povo, nas décadas finais do século XX, segue liderando os Huni Kuin, social e culturalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre novembro e dezembro de 2009, dois representantes da Organização Não-Governamental, a AMEI  - Associação de Arte, Meio Ambiente, Educação e Idosos de Salvador-BA -  conheceram a aldeia São Joaquim, no Rio Jordão, desencadeando, assim, uma parceria na área de educação. Agostinho e Osvaldo Kaxinawá visitam Salvador através dessa parceria. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recomendações para leitura:&lt;br /&gt;WEBER, Ingrid. Um copo de cultura: os Huni Kuin (Kaxinawá) do rio Humaitá e a escola. Rio Branco: Edufac. 2006.&lt;br /&gt;LAGROU, Els M. A fluidez da forma: arte, alteridade e ação em uma sociedade amazônica (Kaxinawá, Acre): Rio de Janeiro: Topbooks. 2007.&lt;br /&gt;AQUINO, Terri V. de; IGLESIAS, Marcelo M. P. Kaxinawá do Rio Jordão: história, território e desenvolvimento sustentado. Rio Branco, AC: Gráfica Kenê Hiwê/CPI-Acr, 1994.&lt;br /&gt;HENIPABU MIYUI: HISTÓRIA DOS ANTIGOS. Editora UFMG. 2000.&lt;br /&gt;CAPISTRANO DE ABREU (J.) Ra-txa Hu-ni-ku-i a Lingua dos Caxinauas do Rio Ibuacu ... Grammatica, Textos e Vocabulario Caxinauas [Paperback] Sociedade Capistrano de Abreu; 2nd edicao edition (January 1, 1941)   ASIN: B001Y6519E &lt;br /&gt;KENSINGER, Kenneth. How Real People Ought to Live: the Cashinahua of Eastern Peru. Prospect Heights, IL: Waveland Press. 1995. &lt;br /&gt;MCCALLUM, Cecilia. Gender and Sociality in Amazonia: How Real People are Made. Oxford: Berg, 2001&lt;br /&gt;DESHAYES, P. &amp; KEIFENHIEM, B.Pensar el Otro. Entre los Huni Kuin de la Amazonia Peruana. 2003. Lima Instituto Francês de Estudios Andinos / CAAAP.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-4329054070486912957?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/4329054070486912957/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=4329054070486912957' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/4329054070486912957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/4329054070486912957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2010/08/resumo-cafe-20082010-1800-local-ldm.html' title=''/><author><name>Charbel El-Hani e Ana Carolina Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01336984865012763940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_oMgMvUnxcgY/TGmwGkraorI/AAAAAAAAAAM/kI5rPyOJcq0/s72-c/huni+kuin.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-7376942022518377687</id><published>2010-07-28T09:10:00.000-07:00</published><updated>2010-07-28T09:24:45.622-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Resumo Café - 13/08/2010, 18:00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local: LDM - Livraria Multicampi, na Rua Direita da Piedade, 20, Piedade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Minério: Base material da trajetória humana&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Haroldo Sá (IG-UFBA)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante milênios, os fragmentos de rocha, os galhos de árvores e o barro foram, praticamente, as únicas matérias primas que nossos antepassados sabiam utilizar para atender suas necessidades básicas: caçar a comida, cortar um alimento, fazer fogo, construir um abrigo, defender-se do inimigo ou atacá-lo. Mas, sua capacidade de observação e aprendizado - e alguns acasos iniciais - levaram o homem a descobrir que era possível extrair metais das rochas e, com eles, fabricar utensílios bem mais eficientes. A combinação do cobre com o estanho deu origem à liga conhecida como bronze e, assim, inaugurou-se um novo estágio no desenvolvimento da civilização, conhecida como a idade do bronze. Por volta de 1.300 a.c., em alguns lugares da Ásia, já se produziam armas, arados e outros objetos de ferro, bem mais resistentes que os equivalentes feitos de bronze.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No século XIX, mais de 30 elementos da tabela periódica eram extraídos de diversos tipos de minério para fabricar pontes, casas, veículos, armas etc. Hoje, praticamente todos os elementos químicos, inclusive os isótopos artificiais, estão, direta ou indiretamente, presentes em todos os objetos e recursos que nos cercam e que utilizamos na vida moderna: aviões, celulares, alimentos, embalagens, equipamentos médicos, próteses e outros exemplos que fariam uma lista interminável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a maioria das pessoas, os termos idade da pedra lascada (paleolítico), idade da pedra polida (neolítico), idade do bronze, idade do ferro são bem entendidos como estágios do desenvolvimento da civilização. Hoje, fica difícil nomear o nosso tempo: idade do alumínio (?), do silício (?). Entretanto, todos esses estágios têm um vínculo essencial com a matéria prima mineral extraída de um minério, a base material da trajetória humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Projetando essa trajetória surge a pergunta:&lt;br /&gt;Nosso planeta tem reservas de minério suficientes para atender as demandas futuras de uma crescente população mundial?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências básicas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;STREET, A. &amp; ALEXANDER, W. – 1994 – “ Metals in the Service of Man”. 10th ed., 309 p., Penguin Books.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WEINER, J&gt; - 1988 – “ O Planeta Terra” , trad., 361 p., Livraria Martins Fontes Editora Ltda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TEIXEIRA, W.; TOLEDO, M.C.M.; FAIRCHILD, T.R.; TAIOLI, F. – 2000 -  “Decifrando a Terra”  557 p., Oficina de Textos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BLAINEY, G. – 2004 – “Uma Breve História do Mundo” , trad. 2ª. ed., 342 p., Editora Fundamento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-7376942022518377687?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/7376942022518377687/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=7376942022518377687' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/7376942022518377687'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/7376942022518377687'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2010/07/resumo-cafe-13082010-1800-local-ldm.html' title=''/><author><name>Charbel El-Hani e Ana Carolina Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01336984865012763940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-4077539793101230304</id><published>2010-07-06T08:05:00.000-07:00</published><updated>2010-07-06T08:11:41.482-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Resumo Café - 12/07/2010, 18:30 &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Local: LDM - Livraria Multicampi, na Rua Direita da Piedade, 20, Piedade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Políticas Públicas de Ciência e Tecnologia no Brasil&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Amilcar Baiardi (UFRB/UFBA)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A intervenção estatal em C&amp;T da Colônia para o Império e do Império para a República. A visão da intervenção dirigida para o desenvolvimento científico-tecnológico, dos eruditos viajantes para os PBDCTs, na segunda metade do século XX. Formação do sistema Brasileiro de C&amp;T e o papel de Anísio Teixeira. Os desequilíbrios regionais, os fundos setoriais, os editais induzidos e a CGEE. O papel da SBPC edas sociedades científicas. A matriz recente do sistema brasileiro de C&amp;T&amp;I e os INCTs.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Recomendações para leitura:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• BAIARDI, A. Sociedade e Estado no apoio à Ciência e à tecnologia. São Paulo: HUCITEC, 1997;&lt;br /&gt;• BAIARDI, A. O desenvolvimento da atividade científica no Brasil. In: SCLIAR, M. Oswaldo Cruz &amp; Carlos Chagas: o nascimento da ciência no Brasil. São Paulo, Odysseus, 2002;&lt;br /&gt;• MARCOVITCH, J. (org) Administração em Ciência e Tecnologia. Rio de Janeiro: FINEP/ EDGARD BLÜCHER, 1983. &lt;br /&gt;• SICSU, A. B. Regionalização da política nacional de ciência e tecnologia. Recife: CNPq/Agencia do Nordeste, 1989.&lt;br /&gt;• SCHWARTZMAN, S Formação da comunidade científica no Brasil. Rio de Janeiro: Cia Editora Nacional/FINEP, 1979.&lt;br /&gt;• SCHWARTZMAN, S (coord.) Science and technology in Brazil: a new policy for a global world. Rio de Janeiro: Editora da FGV, 1995. &lt;br /&gt;• ______________________  A capacitação brasileira para a pesquisa científica e tecnológica. Rio de Janeiro: Editora da FGV, 1996.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-4077539793101230304?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/4077539793101230304/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=4077539793101230304' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/4077539793101230304'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/4077539793101230304'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2010/07/resumo-cafe-12072010-1830-local-ldm.html' title=''/><author><name>Charbel El-Hani e Ana Carolina Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01336984865012763940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-5094189974554252463</id><published>2010-06-07T16:02:00.000-07:00</published><updated>2010-06-07T16:04:07.794-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Resumo Café - 14/06/2010&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Lévi-Strauss, o Brasil e a Etnologia Indígena&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Edwin Reesink (CCH, UFPE) e Maria Rosário de Carvalho (FFCH, UFBA)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="font-style:italic;"&gt;“O Brasil representa a experiência mais importante da minha vida, ao mesmo tempo pela distância e pelo contraste, mas também porque determinou minha carreira”&lt;/span&gt; (Folha de São Paulo, 22 de fev. de 2005: p. A14). Esta afirmação de Lévi-Strauss foi feita por ocasião do ano França - Brasil, mas afirmações sobre a sua “dívida muito profunda” com o país apareceram a cada vez que ele foi perguntado sobre esse período da sua vida e as conseqüências para sua carreira como antropólogo. Realmente, do seu livro mais conhecido – Tristes Tropiques – se depreende, facilmente, como a sociedade brasileira da época o impressionou e o conduziu a estudos de colonização e urbanização. Mas, é claro, o que de fato é lembrado e marcou a sua trajetória antropológica foram as expedições a povos indígenas no interior. Após testemunhar a situação de penúria dos Kaingang, que sofriam com a dominação por parte da sociedade nacional, seguiram-se pesquisas entre os Kadiweu e os Bororo. Os primeiros o impressionaram pelos desenhos corporais, os segundos por seus elaboradíssimos sistemas social e ritual. A publicação do material Bororo na França, a exposição dos objetos e os filmes produzidos facilitaram o acesso aos americanistas proeminentes da França e o tornaram mais conhecido. Ademais, possibilitaram o financiamento da expedição aos Nambikwara. Se o Brasil foi fundamental para a carreira do antropólogo iniciante, esta experiência foi o ápice e o cerne da iniciação. &lt;br /&gt; Lévi-Strauss sempre considerou que sua passagem pelos cerrados da Chapada dos Paresis teve o peso de um “trabalho de campo” que o credenciou suficientemente, em termos antropológicos. De fato, ele trabalhou muito, teve uma grande empatia com os índios e chegou a afirmar se tratar da sociedade mais interessante que havia encontrado. Não é por acaso que nos primeiros artigos por ele publicados, decorrentes da sua expedição ao Brasil e aos Estados Unidos, durante a II Grande Guerra, os Nambikwara e os outros povos indígenas constituem a sua grande inspiração. Os temas aí tratados são inovadores por que tratam de terminologias de parentesco e afinidade, aliança, reciprocidade e hierarquia, e das relações dos grupos locais com o exterior. Se a primeira grande obra, Estruturas Elementares do Parentesco, pouco se ocupa das culturas indígenas, por falta de dados, em diversos momentos dos anos 1950 os povos indígenas aparecem: não são nem “arcaicos”, nem “simples”, e as aparências da sua organização social podem enganar, exibindo um dualismo dinâmico. Se estes artigos inspiraram pesquisas etnográficas, é com as Mitológicas, na década de 1960, que a etnologia indígena ocupa, pela primeira vez, o centro das atenções na antropologia mundial. Não é fortuito que esta mega-análise das qualidades concretas que revelam estruturas complexas do pensamento começa com um mito Bororo. A partir de então, a etnologia indígena toma, realmente, um impulso etnográfico e realiza um vôo teórico que redundarão no estado da arte atual, com um grau de conhecimento etnográfico e uma sofisticação teórica extremamente devedores às etnografias, intuições, inspirações e preocupações de Lévi-Strauss. O que, cabe assinalar, deixou-o, ao final da sua vida, muito satisfeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências:&lt;br /&gt;Aspelin,P.&lt;br /&gt;1976 “Nambicuara economic dualism: Lévi-Strauss in the garden, once again”. In: Bijdragen tot de Taal-, Land- en Volkenkunde, vol. 132, nr. 1. &lt;br /&gt;1978 “Comments by Aspelin”. In: Bijdragen tot de Taal-, Land- en Volkenkunde, vol. 134, nr.1.&lt;br /&gt;1979 “The Ethnography of Nambicuara Agriculture”. In: Bijdragen tot de Taal-, Land- en Volkenkunde, vol. 135, nr.1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faria, Luiz de Castro&lt;br /&gt;2001 Another Look. A diary of the Serra do Norte Expedition. Rio de Janeiro : Ouro Sobre Azul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lévi-Strauss, C.&lt;br /&gt;1943 “The social use of kinship terms among Brazilian Indians”. In: American Anthropologist Vol.45, Issue 3, Part 1.&lt;br /&gt;1944 “Reciprocity and Hierarchy”. In: American Anthropologist vol.46, Issue 2.&lt;br /&gt;1946 “The name of the Nambikuara”. In: American Anthropologist Vol. 48, Issue 1.&lt;br /&gt;1948a “The Nambicuara”. Em J.Steward (ed.), Handbook of South American Indians vol. 3. Washington: U. S. Government Printing Office.&lt;br /&gt;1948b “La Vie familiale et sociale des Indiens Nambikwara”. In: Journal de la Société des Américanistes  Tome XXXVII.&lt;br /&gt;1957 Tristes Tropicos. São Paulo: Edições Anhembi.&lt;br /&gt;1970 Antropologia Estrutural. Tempo Brasileiro: Rio de Janeiro.  &lt;br /&gt;1976a “Guerra e comércio entre os índios da América do Sul”. In: E. Schaden (ed.), Leituras de Etnologia brasileira. São Paulo: Companhia Editora Nacional.&lt;br /&gt;1994 Saudades do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Price, P. David&lt;br /&gt;1978 “Real toads in imaginary gardens: Aspelin vs. Lévi-Strauss on Nambiquara nomadism”. In: Bijdragen tot de Taal-, Land- en Volkenkunde, vol. 134, nr.1.&lt;br /&gt;1991 “Nambiquara Nomadism: A Final Note”. In: Bijdragen tot de Taal-, Land- en Volkenkunde, vol. 147, nr.1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reesink, Edwin&lt;br /&gt;2008 “Lévi-Strauss e os Trópicos dos Nambikwara”. In: Revista Portuguesa da História do Livro, Ano XI (2007), No. 22.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Souza, Marcela Coelho de e C.Fausto&lt;br /&gt;2004 “Reconquistando o campo perdido: o que Lévi-Strauss deve aos ameríndios”. In: Revista de Antropologia, vol. 47 no.1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viveiros de Castro, E.&lt;br /&gt;2008 “Une société réduite à as plus simple expression”. In : (sem ed.) Le Siècle de Lévi-Strauss. Paris : Saint Simon e CNRS éditions.&lt;br /&gt;2009 “Claude Lévi-Strauss”. Entrevista de Viveiros de Castro. In: Estudos Avançados vol.23 no.67.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-5094189974554252463?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/5094189974554252463/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=5094189974554252463' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/5094189974554252463'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/5094189974554252463'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2010/06/resumo-cafe-14062010-levi-strauss-o.html' title=''/><author><name>Charbel El-Hani e Ana Carolina Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01336984865012763940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-1390052003822944719</id><published>2010-05-19T08:06:00.000-07:00</published><updated>2010-05-19T08:08:07.730-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Resumo Café - 28/05/2010&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A ciência fala do real?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Charbel Niño El-Hani&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;(Instituto de Biologia, UFBA) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Partiremos da discussão dos modelos científicos como elementos centrais na construção do conhecimento que a ciência nos proporciona sobre o mundo. Distinguiremos modelos de escala, modelos analógicos, modelos matemáticos e modelos teóricos. Ao discutir modelos teóricos, nosso argumento se baseará na impossibilidade de os modelos maximizarem simultaneamente três características: generalidade, precisão e realismo. Mostraremos, então, que modelos nunca são a realidade, constituindo erro grave confundir um com o outro. Mais do que isso mostraremos que, de modo normativo, modelos devem ser distintos da realidade. De outro modo, não podem cumprir o papel que lhes cabe na ciência. Assim, contrariamente ao que muitas vezes se pensa, não é na preservação de toda informação sobre o real que está o poder dos modelos, mas, antes, na perda de informação orientada pela atenção seletiva que uma teoria científica nos fornece relativamente a variáveis relevantes e irrelevantes para a compreensão da situação modelada. À luz desse argumento, discutiremos o papel da abstração na construção de modelos, em particular, na obtenção de generalidade. Esta é uma característica das representações, incluindo os modelos, que não escapou ao escritor argentino Jorge Luís Borges, como podemos ver em seu “Del rigor de la ciencia”, onde ele descreve a vã busca de um mapa perfeito, destituído de utilidade (ver http://www.youtube.com/watch?v=zwDA3GmcwJU e http://www.youtube.com/watch?v=if0YH_PC02Y). Finalizaremos, então, com uma discussão sobre como podemos derivar, deste modo de compreender os modelos, uma conclusão mais geral sobre todo e qualquer conhecimento humano. Não temos como saber o que é o verdadeiro e o real, não importa de qual forma de conhecimento estejamos falando. Trataremos, então, de duas respostas a esta impossibilidade: de um lado, uma realista, na qual se busca formular uma noção consistente de verdade aproximada, entendida como uma correspondência entre a realidade e as entidades teóricas (inobserváveis) e empíricas (observáveis) de nossas teorias e modelos. De outro, uma anti-realista, que se restringe à possibilidade de uma correspondência entre as aparências da realidade, tal como presentes em nossa experiência (na forma de observações, medições, relatos experimentais), e as entidades empíricas de nossas teorias e modelos. Será importante discutir, então, qual o estatuto das entidades teóricas em tal visão anti-realista, em particular, a idéia de que elas são ficções úteis, às quais não é necessário adicionar qualquer hipótese de correspondência ao real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BLACK, Max. Models and Metaphors. Ithaca, NY: Cornell University Press, 1962.&lt;br /&gt;BORGES, Jorge Luís. História Universal da Infâmia. Rio de Janeiro: Globo, 2001.&lt;br /&gt;CHALMERS, Alan F. O que é Ciência Afinal? São Paulo: Brasiliense, 1995.&lt;br /&gt;DUTRA, Luiz Henrique. Introdução à Teoria da Ciência (3a Ed.). Florianópolis: UFSC, 2009.&lt;br /&gt;GODFREY-SMITH, Peter. Theory and Reality. Chicago: University of Chicago Press, 1993.&lt;br /&gt;HACKING, Ian. Representing and Intervening. Cambridge: Cambridge University Press, 1983.&lt;br /&gt;VAN FRAASSEN, Bas. A Imagem Científica. São Paulo: UNESP, 2007.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-1390052003822944719?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/1390052003822944719/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=1390052003822944719' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/1390052003822944719'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/1390052003822944719'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2010/05/resumo-cafe-28052010-ciencia-fala-do.html' title=''/><author><name>Charbel El-Hani e Ana Carolina Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01336984865012763940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-2642813140270154369</id><published>2010-05-04T11:39:00.000-07:00</published><updated>2010-05-04T11:40:43.049-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Resumo Café - 10/05/2010&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Da intuição ao cálculo na ciência das construções&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Mário Mendonça &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;(Escola Politécnica, UFBA) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Argumento relevante na história da ciência é o conhecimento de como os antigos enfrentavam o desafio de elevar construções gigantescas sem o apoio da moderna ciência das construções. Através desta exposição pretende-se demonstrar como, no passado a intuição muitas vezes preenchia a lacuna das elucubrações matemáticas e a ciência empírica experimental, desenvolvida pela prática da ars mecânica, alimentava o conhecimento dos limites do possível e da segurança dos edificados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São discutidas as causas pelas quais o mundo medieval nos deixa reduzidas informações sobre os aspectos técnicos da edificação e de outros misteres exercidos pelos burgueses das comunas, procurando entender os segredos da scientia das corporações de ofício guardados ciosamente pelos mestres, companheiros e aprendizes a elas afiliados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mostra-se o primeiro passo dado por Galileu na procura de entender através de expressões matemáticas o comportamento dos fabricados e como este processo evoluiu durante os séculos que se sucederam. Destaca-se a grande contribuição da engenharia militar e das escolas militares que nos legaram figuras fundamentais para os estudos da teoria da elasticidade das estruturas  até a sua articulação final no século XIX. Nesta trajetória é enfatizado o fato de que o empirismo e a intuição nunca abandonaram o desenvolvimento da ciência desde a grande contribuição metodológica cartesiana até os dias atuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CROCI, Giorgio. Intuizione e calcolo nella progetazione delle strutture: Prevenzione dei dissesti e consolidamento. Milano: Hoepli, 1977.&lt;br /&gt;CROCI, Giorgio. I dissesti ed i crolli nell’evoluzione delle costruzioni, della scienza e della tecnica: prevenzione e criteri d’íntervento. In: Corso di Informazione ASSIRCCO, 1., Perugia, 6-8 nov. 1979. Atti...: La conservazzione dei monumenti: metodogia di ricerca e tecniche di consolidamento contro il degrado. Roma: Kappa, 1981. p. 65-100.&lt;br /&gt;HEYMAN, Jacques. La ciencia de las estructuras. Madrid: Instituto Juan de Herrera, 2001. Traducción de Gema M. Lopes Manzanares.&lt;br /&gt;OLIVEIRA, Mário M. Reabilitação de estruturas antigas: uma visão histórica: In: Congresso Internacional sobre o Comportamento de estruturas Danificadas, jul. 3, 2002, Rio de Janeiro. Anais..., 2002. Rio de Janeiro: UFF, 2002. Registro digital.&lt;br /&gt;SANTIAGO, Cybèle C.; MIRANDA, Murilo A. Caracterização de madeiras brasileiras: um estudo de caso do Século XVIII. In: ENCONTRO BRASILEIRO EM MADEIRAS E ESTRUTURAS DE MADEIRA, 6., 22-24 jul. p.77-89, 1998, Florianópolis. Anais... Florianópolis: UFSC, 1998. p. 77-89.&lt;br /&gt;TIMOSHENKO, Stephen P. History of strength of materials. New York: Dover, 1983.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-2642813140270154369?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/2642813140270154369/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=2642813140270154369' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/2642813140270154369'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/2642813140270154369'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2010/05/resumo-cafe-10052010-da-intuicao-ao.html' title=''/><author><name>Charbel El-Hani e Ana Carolina Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01336984865012763940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-4424515963117280793</id><published>2010-05-01T05:40:00.000-07:00</published><updated>2010-05-01T05:44:34.388-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Resumo Café - 19/04/2010&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O Clima em Copenhague e depois&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Maíra Azevêdo, Bióloga&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um panorama sobre as discussões, encaminhamentos e possibilidades que vão se desenhando a respeito dos efeitos da ação humana sobre o clima do planeta e os efeitos das alterações climáticas na vida humana. Os Fóruns Climáticos pontuam a construção de um caminho, mas a ausência de uma posição arrojada por parte dos governos não condiz com a urgência exigida pela situação. Como a sociedade civil vem se organizando para mostrar seu posicionamento e levar novas idéias aos tomadores de decisão do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SUGESTÕES DE LEITURA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- Klimaforum Declaration, disponível em várias línguas em http://declaration.klimaforum.org/declaration?page=1&lt;br /&gt;2- Política Nacional sobre Mudança do Clima, Lei 12.187 /29 de dezembro de 2009, em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12187.htm &lt;br /&gt;3- Permaculture, From Disasters to solution – The greenest planet on the earth, proposta do Conselho Internacional de Permacultura para criação e gestão de um fundo direcionado ao reflorestamento respeitando os princípios da biodiversidade e segurança alimentar (levarei alguns exemplares p distribuir)&lt;br /&gt;4- Manfrinato, Warwick, Áreas de Preservação Permanente e Reserva Legal no contexto da mitigação de mudanças climáticas, o código florestal o Protocolo de Quioto e o mecanismo de desenvolvimento limp / coordenação de Warwick Manfrinato, coautores Maria José Zakia ... et al. – Rio de Janeiro. The Nature Conservancy; Piracicaba: Plant Planejamento e Ambiente Ltda, 2005.Administrando a água como se fosse importante: gestão ambiental e sustentabilidade / Ladislau Dowbor, Renato Arnaldo Tagnin (organizadores) – São Paulo: Eitora SENAC São Paulo, 2005&lt;br /&gt;5- Gonçalves, Carlos Walter Porto, O desafio Ambiental / Carlos Walter Porto Gonçalves, organizador Emir Sader – Rio de Janeiro: Record, 2004. – (Os porquês da desordem mundial. Mestres explicam a globalização)&lt;br /&gt;6- Lynas, Mark, 1973- 1,996s. Seis Graus: o aquecimento global e o que você pode fazer para evitar uma catástrofe / Mark Lynnas, tradução Roberto Franco Valente; revisão técnica Mariana Viveiros – Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2008&lt;br /&gt;7- Nova Lei das Águas do Estado da Bahia Lei 11.612/09&lt;br /&gt;8- Mollinson Bill e Saly, Reny Mia, Introdução `a Permacultura, tradução de André Luis Jaeger Soares. Tagari Publications-Tyalgum-Australia&lt;br /&gt;9- Série Soluções Sustentáveis: Permacultura Urbana, Uso da Água na Permacultura, Permacultura na Agricultura Familiar e &lt;br /&gt;10-  Livraria Tapioca: http://www.livrariatapioca.net/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-4424515963117280793?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/4424515963117280793/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=4424515963117280793' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/4424515963117280793'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/4424515963117280793'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2010/05/o-clima-em-copenhague-e-depois-maira.html' title=''/><author><name>Charbel El-Hani e Ana Carolina Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01336984865012763940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-7402334683247840862</id><published>2010-03-11T16:40:00.000-08:00</published><updated>2010-03-11T16:42:27.669-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;Resumo Café - 22/03/2010&lt;/b&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;p class="Body" align="center" style="margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom: 5.0pt;margin-left:35.4pt;text-align:center;line-height:110%;tab-stops:35.45pt 70.85pt 106.3pt 5.0cm 177.15pt 212.6pt 248.05pt 283.45pt 318.9pt 354.35pt 389.75pt 425.2pt 460.65pt"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; line-height:110%;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Calangos – Um jogo eletrônico para ensinar ecologia e evolução&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Body" style="margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:5.0pt; margin-left:35.4pt;text-align:justify;line-height:110%;tab-stops:35.45pt 70.85pt 106.3pt 5.0cm 177.15pt 212.6pt 248.05pt 283.45pt 318.9pt 354.35pt 389.75pt 425.2pt 460.65pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;line-height:110%;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Angelo Loula e Antonio Apolinário (UEFS), Pedro Luís Bernardo da Rocha (UFBA), Leandro Nunes de Castro (Mackenzie), Charbel El-Hani (UFBA).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;O ensino de biologia tem sido marcado, como a educação científica em nosso país, por grandes dificuldades. Deve ser compromisso, assim, tanto dos governos quanto das universidades e da escola contribuir para a melhoria da formação científica dos cidadãos brasileiros. Dessa maneira, poderemos educar pessoas capazes de exercer sua cidadania de forma mais crítica diante de uma sociedade cada vez mais atravessada pela ciência e tecnologia. Não ser capaz de compreender idéias científicas é hoje um fator de exclusão social, que cria empecilhos para que o Brasil ocupe um papel de maior destaque no cenário sócio-político e econômico mundial.&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;Um dos problemas da educação escolar e, logo, do ensino de ciências reside em sua parca conexão com a vida cotidiana dos estudantes. Isso significa, no caso de muitos estudantes que hoje ocupam nossas salas de aula, trazer para ensino linguagens e outros recursos que mediam suas experiências no seu dia a dia. Certamente, para muitos estudantes do ensino médio, os jogos eletrônicos são uma desses recursos mediadores, caracterizados por uma linguagem própria e com grande potencial para o ensino. Este potencial tem sido, contudo, pouco explorado. Primeiro, porque a produção de um jogo eletrônico educacional de fato coloca grandes desafios. Um dos principais é encontrar um equilíbrio apropriado entre a jogabilidade e a aprendizagem. Por vezes, um jogo com elevada jogabilidade pouco ensina, outras vezes, ele pretende ser tão educativo que deixa de ser um jogo. Segundo, porque ainda se tem grande preconceito contra jogos eletrônicos educacionais, como se fossem apenas brincadeiras, e não recursos de aprendizagem. Contudo, nossa espécie, assim como muitas outras espécies, sempre usou e usa o jogo, a brincadeira como meio de aprendizagem. Estas são apenas algumas entre várias razões pelas quais jogos educacionais são ainda pouco usados em nossa escola.&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Calibri, sans-serif; "&gt;Há três anos decidimos enfrentar esses desafios, com um financiamento obtido junto à FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos) e bolsas fornecidas pela FAPESB (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia). Montamos uma equipe reunindo pessoas das áreas de educação, biologia e computação para desenvolver um jogo eletrônico educacional que pudesse contribuir para o ensino de dois assuntos centrais da biologia, evolução e ecologia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;O jogo, intitulado &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;Calangos&lt;/b&gt;, é baseado na modelagem de um caso ecológico real, encontrado nas Dunas do Médio São Francisco, no Estado da Bahia, investigado por pesquisadores brasileiros, como o prof. Pedro Luís Bernardo da Rocha, do Instituto de Biologia, UFBA. Assim, buscamos também valorizar no jogo a ciência brasileira. Este é um jogo que simula um micro-mundo e coloca os estudantes na pele de lagartos das dunas. Eles precisam aprender a usar estratégias de sobrevivência adequadas em meio às dunas, de modo que seus lagartos possam sobreviver, crescer e se reproduzir com sucesso. Vendo o mundo pelos olhos de um lagarto, eles precisam aprender a enfrentar desafios como a regulação da temperatura por meio do comportamento, expondo-se ao Sol quando seus corpos resfriam, ou buscando a sombra quando super-aquecem. Pior ainda, precisam combinar esses comportamentos de regulação com a tarefa de encontrar comida e escapar dos predadores, que querem transformá-los em comida. Analisando dados que mostram como estão se comportando a temperatura de seus corpos, sua nutrição, sua saúde geral, entre outros fatores, os estudantes vão buscando essas estratégias enquanto aprendem sobre interações ecológicas, fisiologia, comportamento, entre outros assuntos. Além disso, o jogo Calangos teve seu desenvolvimento baseado em uma teoria da aprendizagem específica, por considerarmos que não há como elaborar um recurso para o ensino com qualidade sem basear-se em uma compreensão sobre a aprendizagem. No caso do Calangos, esta teoria foi a teoria da aprendizagem significativa, de David Ausubel e colaboradores.&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;Neste evento especial do Café Científico Salvador, lançaremos a primeira fase do jogo, descrita acima, assim como um documentário sobre o desenvolvimento do mesmo. Nossa expectativa é que o jogo, já disponibilizado para download no site &lt;a href="http://calangos.sourceforge.net/"&gt;http://calangos.sourceforge.net/&lt;/a&gt;, possa vir a contribuir, desde já, para a melhoria do ensino de biologia nas escolas não somente da Bahia, mas de todo o Brasil. Esperamos que professores e estudantes baixem o jogo e experimentem ensinar e aprender com ele. Além disso, no site, disponibilizamos textos sobre o uso de jogos no ensino, a teoria da aprendizagem significativa, as dunas do Médio São Francisco, além de textos e orientações sobre o próprio jogo.&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Calibri, sans-serif; "&gt;Nossa pesquisa continua e pretendemos nos próximos meses lançar a segunda fase do jogo, em que os estudantes construíram seus próprios lagartos, e então a terceira e quarta fases, no ano seguinte, em que o jogo passa a ser jogado no nível populacional (terceira fase), e não individual, e então no tempo evolutivo (quarta fase), e não apenas ecológico.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Calibri, sans-serif; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Calibri, sans-serif; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;BIBLIOGRAFIA ADICIONAL PARA LEITURA&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="IT" style="font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;font-variant:small-caps;mso-ansi-language: IT"&gt;Ausubel, D. P.; Novak, J. D. &amp;amp; Hanesian, H.&lt;/span&gt;&lt;span lang="IT" style="font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ansi-language:IT"&gt; 1983. &lt;/span&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Psicologia Educacional&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;. 2°ed.. Rio de Janeiro: Interamericana.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="IT" style="font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;font-variant:small-caps;mso-ansi-language: IT"&gt;Gee, J. P. (&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:EN-US"&gt;2007) &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;What Video Games Have to Teach Us About Learning and Literacy&lt;/i&gt; (2nd ed.). &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;New York: Palgravre Macmillan.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;font-variant:small-caps"&gt;Kishimoto&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;, T. M. 1993. &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;Jogos tradicionais infantis: o jogo, a criança, a educação&lt;/i&gt; (8&lt;sup&gt;a&lt;/sup&gt; ed.). Petrópolis: Vozes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;font-variant:small-caps"&gt;Mendes, C.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt; (2006). &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;Jogos eletrônicos: diversão, poder e subjetivação&lt;/i&gt;. &lt;/span&gt;&lt;span lang="FR" style="font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ansi-language:FR"&gt;Campinas: Papirus.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;font-variant:small-caps"&gt;Moreira&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;, M. A. 1999. &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;Aprendizagem Significativa&lt;/i&gt;. Brasília: Ed. UnB.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;font-variant:small-caps"&gt;Spigolon&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;, R. 2006. &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;A importância do lúdico no aprendizado&lt;/i&gt;. Campinas: Universidade Estadual de Campinas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;font-variant:small-caps"&gt;Prensky, M.&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ansi-language:EN-US"&gt; (2006). &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Don't Bother Me Mom—I'm Learning!: How computer and video games are preparing your kids for 21st century success and how you can help!&lt;/i&gt; St. Paul: Paragon House Publishers.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;font-variant:small-caps; mso-ansi-language:EN-US"&gt;Prensky&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ansi-language:EN-US"&gt;, M. 2007, &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;Digital Game-Based Learning&lt;/i&gt;, Paragon House Publishers.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-7402334683247840862?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/7402334683247840862/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=7402334683247840862' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/7402334683247840862'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/7402334683247840862'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2010/03/resumo-cafe-22032010-calangos-um-jogo.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-6234143378571541076</id><published>2010-03-11T16:37:00.000-08:00</published><updated>2010-03-11T16:40:08.940-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:35.4pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;b&gt;Próximo Café - 22 de março de 2010 – 18:00&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:35.4pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Lançamento do jogo Calangos, um jogo eletrônico para ensinar ecologia e evolução.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:PT-BR; mso-bidi-language:AR-SA"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;  &lt;/span&gt;Angelo Loula e Antonio Apolinário (UEFS), Pedro Luís Bernardo da Rocha (UFBA),&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:PT-BR; mso-bidi-language:AR-SA"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;  &lt;/span&gt;Leandro Nunes de Castro (Mackenzie), Charbel El-Hani (UFBA)&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:PT-BR; mso-bidi-language:AR-SA"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-6234143378571541076?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/6234143378571541076/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=6234143378571541076' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/6234143378571541076'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/6234143378571541076'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2010/03/proximo-cafe-22-de-marco-de-2010-1800.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-528497857762571775</id><published>2010-03-07T10:00:00.000-08:00</published><updated>2010-03-07T10:03:21.521-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p class="Body" align="center" style="text-align: left;margin-bottom: 5pt; line-height: 110%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Calibri, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Resumo Café - 08/03/2010&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="Body" align="center" style="text-align: left;margin-bottom: 5pt; line-height: 110%; "&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; line-height:110%;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Os Parasitas e o Homem&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Body" style="margin-bottom:5.0pt;text-align:justify;line-height:110%; tab-stops:35.45pt 70.85pt 106.3pt 5.0cm 177.15pt 212.6pt 248.05pt 283.45pt 318.9pt 354.35pt 389.75pt 425.2pt 460.65pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;line-height:110%;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Manoel Barral-Netto&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; - Centro de Pesquisas Gonçalo Moniz (FIOCRUZ-Bahia) - Faculdade de Medicina da Bahia (UFBA).&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Body" style="margin-bottom:5.0pt;text-align:justify;line-height:110%; tab-stops:35.45pt 70.85pt 106.3pt 5.0cm 177.15pt 212.6pt 248.05pt 283.45pt 318.9pt 354.35pt 389.75pt 425.2pt 460.65pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;line-height:110%;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; O tema central da discussão será a relação entre patógenos parasitários e o homem. Na verdade, o homem como representante dos hospedeiros de parasitas e exemplos obtidos em outros animais também serão utilizados. &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="FreeForm" style="margin-bottom:5.0pt;text-align:justify;line-height: 110%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;line-height:110%;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PT-BR"&gt;A relação parasita-hospedeiro já foi descrita como paradoxal. O parasita depende do hospedeiro para sua sobrevivência, ou seja a sobrevivência do parasita depende da sobrevivência do hospedeiro. Ainda assim, o parasita inflige dano e pode chegar a comprometer a sobrevivência do hospedeiro. Como entender esta relação é o foco central da discussão. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="FreeForm" style="margin-bottom:5.0pt;text-align:justify;line-height: 110%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;line-height:110%;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PT-BR"&gt;A discussão das estratégias de sobrevivência (transmissão) dos patógenos ajuda a compreender os padrões de virulência.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;Um patógeno cuja disseminação depende da mobilidade do seu hospedeiro, pode ter vantagem na seleção de variantes menos virulentas o que leva a menor comprometimento da sobrevivência do hospedeiro. Por outro lado, um patógeno capaz de disseminação através de vetores, pode ter maior possibilidade de sobrevivência pela seleção de variantes mais virulentas, capazes de infectar grande número de indivíduos de forma rápida. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="FreeForm" style="margin-bottom:5.0pt;text-align:justify;line-height: 110%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;line-height:110%;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Evidentemente, que os modelos desta relação não são simples e as estratégias indicadas acima sofrem um grande influência do número de hospedeiros susceptíveis que estão disponíveis no meio ambiente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="FreeForm" style="margin-bottom:5.0pt;text-align:justify;line-height: 110%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;line-height:110%;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;As co-infecções, ainda pouco estudadas, têm papel importante na sobrevivência tanto dos parasitas quanto dos hospedeiros. Como co-infecções podem ter efeito aditivo no dano sobre o hospedeiro, como isto afeta cada um dos parasitas? &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="FreeForm" style="margin-bottom:5.0pt;text-align:justify;line-height: 110%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;line-height:110%;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Além das infecções, os parasitas podem modular outras enfermidades. Pode ocorrer, como é mais fácil de imaginar, um agravamento de algumas doenças em decorrência do parasitismo. Contudo, pode ocorrer também uma melhora de enfermidades, incluindo inclusive, em alguns casos, efeitos benéficos sobre a saúde do hospedeiro afetado por enfermidades não-parasitárias.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="FreeForm" style="margin-bottom:5.0pt;text-align:justify;line-height: 110%"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;line-height:110%;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;Outros fatores participam de forma marcante em todo este processo, e daremos ênfase à discussão do papel do sistema imune no entendimento da relação entre parasita e hospedeiro. Este é um campo bastante interessante, com exemplos que incluem a presença de moléculas semelhantes entre parasitas e hospedeiros.&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="FreeForm" style="margin-bottom:5.0pt;text-align:justify;line-height: 110%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Calibri, sans-serif; "&gt;Não há conclusões definitivas, o campo necessita ainda de maior conhecimento antes do desenvolvimento de um modelo que explique as relações complexas entre os parasitas e seus hospedeiros de forma completa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="FreeForm" style="text-align:justify;line-height:16.0pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Calibri, sans-serif;"&gt;LEITURA RECOMENDADA&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="FreeForm" style="text-align:justify;line-height:16.0pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ansi-language: PT-BR"&gt;Em português:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="FreeForm" style="margin-bottom:3.0pt;text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ansi-language: PT-BR"&gt;Luis Rey – Parasitologia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="FreeForm" style="margin-bottom:3.0pt;text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ansi-language: PT-BR"&gt;David Neves - Parasitologia Humana (11ª Ed.) &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="FreeForm" style="margin-bottom:5.0pt;text-align:justify;line-height: 110%"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;line-height:110%;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ansi-language: PT-BR"&gt;Medipedia&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;line-height:110%;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color:#262626;mso-ansi-language:PT-BR"&gt; &lt;a href="http://bit.ly/9ECYXB"&gt;&lt;span style="color:#000099"&gt;http://bit.ly/9ECYXB&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Body" style="margin-bottom:3.0pt;text-align:justify;tab-stops:35.45pt 70.85pt 106.3pt 5.0cm 177.15pt 212.6pt 248.05pt 283.45pt 318.9pt 354.35pt 389.75pt 425.2pt 460.65pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;Em inglês:&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="FreeForm" style="margin-bottom:5.0pt;text-align:justify;line-height: 110%"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;line-height:110%;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;color:#262626; mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Crossing the Line: Selection and Evolution of &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;line-height:110%;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;color:#262626"&gt;Virulence Traits &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-bidi-font-size:12.0pt;line-height: 110%;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Brown, N., Wickham, M., Coombes, B., &amp;amp; Finlay, B. (2006). Crossing the Line: Selection and Evolution of Virulence Traits &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;PLoS Pathogens, 2&lt;/i&gt; (5) &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="FreeForm" style="margin-bottom:5.0pt;text-align:justify;line-height: 110%"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-bidi-font-size:12.0pt;line-height:110%; font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;DOI: &lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;line-height:110%;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;color:#262626;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1371/journal.ppat.0020042"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="color:#000099;mso-ansi-language:EN-US;font-weight:normal"&gt;10.1371/journal.ppat.0020042&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; line-height:110%;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;color:#262626"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; line-height:110%;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;color:#262626;mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;a href="http://www.plospathogens.org/article/info%3Adoi%2F10.1371%2Fjournal.ppat.0020042"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="color:#000099;mso-ansi-language:EN-US"&gt;http://bit.ly/adfvTZ&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;line-height:110%;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;color:#262626"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-528497857762571775?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/528497857762571775/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=528497857762571775' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/528497857762571775'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/528497857762571775'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2010/03/resumo-cafe-08032010-os-parasitas-e-o.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-721900872260466556</id><published>2010-03-07T09:58:00.000-08:00</published><updated>2010-03-07T09:59:44.556-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'lucida grande';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Próximo Café - 8 de março de 2010 – 18h:30min&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Os Parasitas e o Homem&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;Manoel Barral&lt;/i&gt; (Centro de Pesquisas Gonçalo Moniz - FIOCRUZ-Bahia; Faculdade de Medicina da Bahia – Ufba).&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-721900872260466556?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/721900872260466556/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=721900872260466556' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/721900872260466556'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/721900872260466556'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2010/03/proximo-cafe-8-de-marco-de-2010.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-7033670460335637776</id><published>2010-01-31T08:18:00.000-08:00</published><updated>2010-01-31T08:20:26.581-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div&gt;Resumo Café - 01/02/2010&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center;line-height:150%"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;A constituição do método experimental no século XVIII: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;line-height:150%"&gt;as experiências de Lazzaro Spallanzani sobre a reprodução de anfíbios&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="text-align:right;text-indent:35.4pt; line-height:150%"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="text-align:right;text-indent:35.4pt; line-height:150%"&gt;Maria Elice Brzezinski Prestes&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="text-align:right;text-indent:35.4pt; line-height:150%"&gt;IB/USP&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="text-align:right;text-indent:35.4pt; line-height:150%"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;O século XVIII testemunhou uma grande expansão dos estudos sobre os seres vivos na Europa. Egressos dos cursos universitários da época, como Medicina, Artes, Filosofia Natural ou Teologia, dedicaram-se a estudos específicos em áreas que se desenvolviam desde o Renascimento, como a Anatomia e a Botânica e Zoologia – estas últimas voltadas especialmente ao inventário, nomeação e classificação dos organismos. Além disso, os então chamados “naturalistas” ou “filósofos naturais” também aprofundaram conhecimentos sobre a recém descoberta vida microscópica, bem como sobre o funcionamento dos seres vivos. Em torno a este último tema, encontramos o desenvolvimento do método experimental, talvez o menos conhecido da história da biologia daquele século.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;Desde as últimas décadas do século XVII e ao longo do século XVIII houve um aumento bastante importante no número de naturalistas dedicados aos estudos fisiológicos das diferentes espécies, seja de plantas, seja de animais, incluindo os corpos vivos microscópicos. Desenvolveu-se ali, portanto, uma fisiologia que não é a fisiologia humana, intimamente relacionada à Medicina, como aquela que consagrou o método experimental de Claude Bernard em meados do século XIX. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;Nesta apresentação, discutiremos a constituição do método de pesquisa utilizado nessas investigações sobre funções vitais de plantas, animais e corpos microscópicos. Identificaremos componentes que foram sendo selecionados e validados pela comunidade de filósofos naturais ocupados em promover a “interrogação à natureza”. A então chamada “arte de observar e fazer experiências” será exemplificada em estudos sobre a reprodução de anfíbios realizados por um dos expoentes dessa tradição, o padre naturalista italiano Lazzaro Spallanzani (1729-1799).&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;line-height: 150%"&gt;Leituras recomendadas:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:11.35pt;text-align:justify;text-indent: -11.35pt;line-height:150%"&gt;Alfonso-Goldfarb, A. M. et al. O saber fazer e seus muitos saberes: experimentos, experiências e experimentações. São Paulo: Editora e Livraria da Física / Educ, 2006.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:11.35pt;text-align:justify;text-indent: -11.35pt;line-height:150%"&gt;Filosofia e História da Biologia, volumes 1, 2 e 3. São Paulo: ABFHiB, 2006, 2007 e 2008.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:11.35pt;text-align:justify;text-indent: -11.35pt;line-height:150%"&gt;Russo, Marisa e Caponi, Sandra. Estudos de filosofia e história das ciências biomédicas. São Paulo: Discurso Editorial, 2006.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-7033670460335637776?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/7033670460335637776/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=7033670460335637776' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/7033670460335637776'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/7033670460335637776'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2010/01/resumo-cafe-01022010-constituicao-do.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-7863284709105037658</id><published>2010-01-30T12:51:00.000-08:00</published><updated>2010-01-30T12:57:46.949-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;Próximo Café - 1 de fevereiro de 2010 – 18:30&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Mesa redonda: A dimensão histórica e filosófica da biologia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Maria Elice Brzezinski Prestes (Instituto de Biociência, USP): A constituição do método experimental no século XVIII.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;Gustavo Caponi (Dept. de Filosofia, UFSC): O transformismo de Buffon.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-7863284709105037658?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/7863284709105037658/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=7863284709105037658' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/7863284709105037658'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/7863284709105037658'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2010/01/proximo-cafe-1-de-fevereiro-de-2010.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-1421951152731290590</id><published>2010-01-06T10:06:00.000-08:00</published><updated>2010-01-06T10:08:15.897-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'lucida grande';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Próximo Café 11 de janeiro de 2010 – 18:30&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Mente, Corpo e o Lugar da Cultura na Biologia&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;por &lt;i&gt;Hilton Japyassú (Instituto de Biologia, UFBA)&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-1421951152731290590?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/1421951152731290590/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=1421951152731290590' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/1421951152731290590'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/1421951152731290590'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2010/01/proximo-cafe-11-de-janeiro-de-2010-1830.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-7249314346490257037</id><published>2010-01-06T10:02:00.000-08:00</published><updated>2010-01-06T10:06:17.646-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'lucida grande';"&gt;&lt;b&gt;Resumo Café - 14/12/2009&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms'; font-style: italic; font-weight: bold; "&gt;50 anos da descoberta da trissomia 21 como causa da síndrome de down: o que pode ainda ser pesquisado?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="text-transform:uppercase"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="text-transform: none; "&gt;Lilia Maria de Azevedo Moreira - Geneticista, Instituto de Biologia - UFBA&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="text-transform:uppercase"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="text-transform: none; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;O início do estudo científico da Síndrome de Down (SD) data do século XIX, com os trabalhos de Esquirol (1838), Segun (1846), Langdon Down (1866) e Fraser e Michel (1876).  O farmacêutico e médico inglês John Langdon Down teve o mérito de publicar no seu artigo as características principais da síndrome e também, seguindo as tendências científicas da época, propor uma classificação étnica da deficiência intelectual, de acordo com uma retrogressão racial. Daí a &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:blue"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;denominação&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; “mongolóide”, que caiu em desuso depois da década de 70, sendo suprimida dos periódicos científicos e substituída pela designação Síndrome de Down. Em 1956 foi conhecido o número correto de cromossomos humanos e em 1959, exatamente há 50 anos, publicado o trabalho seminal do pesquisador francês Jerome Lejeune, estabelecendo a causa da Síndrome de Down pelo excesso de material genético do cromossomo 21. O grande legado do Prof. Lejeune foi ter identificado a origem cromossômica da síndrome de Down o que levou ao esclarecimento de diversos aspectos biomédicos relacionados a esta síndrome e a outros numerosos distúrbios hereditários. O desenvolvimento metodológico nesta área de pesquisa permitiu a realização do diagnóstico pré-natal, atualmente de uso rotineiro, embora limitado por aspectos éticos e econômicos, assim como a delimitação de região genética no cromossomo 21, presumidamente crucial para a manifestação de sinais e sintomas da síndrome como cardiopatia congênita, deficiência intelectual e o envelhecimento precoce. A comparação do seqüênciamento do genoma de ratos com o humano, com o reconhecimento de regiões sintênicas entre o 21 humano e os cromossomos 16,17 e 10 dos animais, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:blue"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;levou&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; ao estudo das manifestações SD em modelos animais, que não obstante a sua grande contribuição, apresenta limites na aplicação dos conhecimentos obtidos. Estudos refinados associando metodologias da citogenética com a genômica têm confirmado a participação de genes como o APP (proteína beta amilóide) na manifestação dos sintomas de envelhecimento precoce que &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: blue"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;ocorre&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; em torno de 43% das pessoas com a síndrome na faixa dos 50 anos. Moreira, Gusmão e El-Hani (2000) observam que “não obstante a SD ser uma condição claramente genética, uma explicação gene - cêntrica não dá conta de todos os seus aspectos”. Há ainda muitas questões científicas na genética da SD ainda não resolvidas, mas o avanço destes estudos tem sido acompanhado de mudanças atitudinais e medidas eficientes de tratamento médico, atualmente proporcionando à pessoa com a síndrome de Down uma vida melhor e mais longa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;Leituras recomendadas&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;Cunningham,C. Síndrome de Down: Uma introdução para pais e cuidadores,3.ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Moreira, LMA. O nascituro à luz da genética, em Duarte, G, Fontes, JAS. O nascituro: Visão Interdisciplinar, São Paulo: Atheneu, 2009&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Moreira, LMA; El-Hani, CN; Gusmão, FA. A síndrome de Down e sua patogênese: considerações sobre o determinismo genético, Rev Bras Psiquiatria v.22,n.2,p. 96-99, 2000&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Moreira, LMA; Gusmão,FA. Aspectos genéticos e sociais da sexualidade em pessoas com síndrome de Down, Rev.Bras. Psiquiatria, v.24,n.2,p.94-99,2002&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Pueschel,S. Síndrome de Down: Guia para pais e educadores, Campinas,SP: Papirus, 1993&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Schwartzman, JS. Síndrome de Down. 2.ed.,São Paulo: Memnon,2003&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-7249314346490257037?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/7249314346490257037/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=7249314346490257037' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/7249314346490257037'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/7249314346490257037'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2010/01/resumo-cafe-14122009-50-anos-da.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-1800371796154825890</id><published>2010-01-06T09:57:00.000-08:00</published><updated>2010-01-06T10:02:41.350-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;b&gt;Próximo Café 14 de Dezembro de 2009 – 18:30&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;50 anos da descoberta da trissomia 21 como causa da síndrome de down: o que pode ainda ser pesquisado?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;por &lt;i&gt;Lília Maria de Azevedo Moreira (IB-UFBA)&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="text-transform:uppercase"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-1800371796154825890?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/1800371796154825890/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=1800371796154825890' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/1800371796154825890'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/1800371796154825890'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2010/01/proximo-cafe-14-de-dezembro-de-2009.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-6989844868209616733</id><published>2009-11-08T07:48:00.000-08:00</published><updated>2009-11-08T07:50:10.783-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;Resumo Café - 09/11/2009&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;Atmosferas Planetárias&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;Prof. Dr. Alberto Brum Novaes (Instituto de Física, UFBA)&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;O Sistema Solar é formado pelo Sol e oito planetas reconhecidos, planetas anões, e uma infinidade de luas e incontáveis corpos menores, como cometas e asteroides. Eles são ao todo: Marcurio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. Alguns são muito grandes, outros são pequenos, mas todos são muito importantes. Mas não é só isso! Nosso Sistema Solar também tem os chamados planetas anões. Eles são cinco: Ceres, Plutão, Haumea, Makemake e Eris. Esta nova classificação foi definida em 2006 pela União Astronômica Iternacional (IAU), na cidade de Praga.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;O Sistema Solar é dividido em dois grandes grupo de planetas, em relação à proximidade do Sol: planetas interiores, terrestres ou rochosos, quais sejam: Mercúrio, Vênus, Terra e Marte, por possuirem superfície sólida bem visivel e suas massas são constituidas predominantemente por suas partes sólidas. Os planetas rochosos são diferentes entre sí. Vênus tem uma atmosfera densa, composta principalemte de dióxido de carbono, enquanto Marte dispõe de um tênue envoltório gasoso, também de gás carbônico. Mercúrio praticamente não tem atmosfera, ao contrário da Terra, com atmosfera rica em nitrogênio e oxigênio. A outra categoria são os planetas exteriores ou gasosos que ficam além do Cinturão de Asteroides: Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. São verdadeiras bolas de gás sem uma superfície sólida, onde suas massas são constituídas principalmente pelas suas atmosferas. Estes mundos têm muitos traços em comum. Cada um exibe uma região central compostas de rochas e gelo, envoltas por um manto líquido ou semi-sólido contendo hidrogênio e hélio, ou no caso, de Urano e Netuno, uma combinação de gelo de metano, amônia e água. Cada um deles tem uma atmosfera profunda, freqüentemente tempestuosas, composta principalmente de por hidrogênio e hélio. Cada um exibe um campo magnético significativo, mas o de Júpiter é excepcional: 20.000 vezes mais poderoso que o campo magnético da Terra. Cada um dos gigantes gasosos é orbitado por uma enorme quantidade de satélites (luas) e todos apresentam ainda uma característica interessante, mostram sistemas de anéis compostos de grãos de rocha ou gelo. Saturno é o que apresenta sistemas de anéis mais impressionantes, bem visíveis com pequenos instrumentos aqui da Terra.  Quanto aos planetas anões são apenas corpos sólidos e com vestígios de atmosfera.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;Leitura recomendada:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Atmosferas Planetárias. Richard M. Goody e J.C.G.Walker. Ed. Edgard Blucher Ltda. 1975.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Decifrando a Terra. Wilton Teixeira; M. Cristina Motta de Toledo; Thomas Rich Fairchild; Fabio Taioli. Ed. Oficina de Textos, USP, 2000.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Enciclopédia Ilustrada do Universo. Ed. Duetto, 2008.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-6989844868209616733?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/6989844868209616733/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=6989844868209616733' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/6989844868209616733'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/6989844868209616733'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2009/11/resumo-cafe-09112009-atmosferas.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-444939583007085063</id><published>2009-11-08T07:45:00.000-08:00</published><updated>2009-11-08T07:48:27.567-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-weight: bold; line-height: 20px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Próximo Café - 09 de novembro de 2009 – 18h30min&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;Atmosferas Planetárias&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; line-height: 20px; "&gt;&lt;b&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: left;"&gt;por &lt;i&gt;Alberto Brum Novaes (Instituto de Física, UFBA)&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-444939583007085063?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/444939583007085063/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=444939583007085063' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/444939583007085063'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/444939583007085063'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2009/11/proximo-cafe-09-de-novembro-de-2009.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-4527900632162097554</id><published>2009-09-02T14:42:00.000-07:00</published><updated>2009-09-02T14:44:51.505-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Resumo Café Científico - 14/09/2009&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Mesa redonda: Desmatamento na Avenida Paralela e outras questões sócio-ambientais&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;O desmatamento e a ocupação de áreas de Mata Atlântica na Avenida Paralela, em Salvador, estão crescendo vertiginosamente. Questões como a supressão dessas áreas verdes, a extinção de populações biológicas nativas, aumento da poluição no local, além de desocupação de pessoas afetadas pelo crescimento imobiliário, merecem maior atenção e cuidado. Para discutir estas questões, nesta sessão do Café Científico Salvador, será montada uma mesa redonda composta por Luiz Antunes Nery (Superintendente de Meio Ambiente da Prefeitura de Salvador), Cristina Seixas (Promotora do Ministério Público do Estado da Bahia) e Renato Cunha (ONG Gambá). &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-4527900632162097554?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/4527900632162097554/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=4527900632162097554' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/4527900632162097554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/4527900632162097554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2009/09/resumo-cafe-cientifico-14092009-mesa.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-8274489208716989367</id><published>2009-09-02T14:29:00.000-07:00</published><updated>2009-09-02T14:31:28.953-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Próximo Café - 14 de setembro de 2009 – 18h30min&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Mesa redonda: Desmatamento na Avenida Paralela e outras questõessócio-ambientais&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cristina Seixas&lt;/em&gt; (Promotora do Ministério Público do Estado da Bahia),&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Renato Cunha&lt;/em&gt; (ONG Gambá) e&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Luiz Antunes Nery&lt;/em&gt; (Superintendente de Meio Ambiente da Prefeitura de Salvador)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-8274489208716989367?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/8274489208716989367/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=8274489208716989367' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/8274489208716989367'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/8274489208716989367'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2009/09/proximo-cafe-14-de-setembro-de-2009.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-1428537100485698585</id><published>2009-09-02T14:24:00.000-07:00</published><updated>2009-09-02T14:29:11.522-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Resumo Café - 10/08/2009&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;Para que serve a antropologia?&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prof. Dr. Cláudio Luiz Pereira (Antropólogo CEAO/UFBA – Professor do POSAFRO/UFBA).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A sessão começara com o compartilhamento de uma incerteza (para que serve a antropologia?) e explorará as razões pelas quais essa ciência tem se constituído em um corpo de conhecimento fundamental no mundo de hoje. Formada, a partir de fins do século XIX, como uma matriz disciplinar poliparadigmática, a antropologia, nos dia atuais, passou a ter distintas facetas, atuações ou responsabilidades: podendo-se, assim, abordá-la como um campo disciplinar (e também de trabalho, de pesquisa, editorial, etc) em torno do qual circula certo capital científico (e, também, social e cultural). Tornando-se, ademais, um instrumento político capaz de dirimir conflitos, ou ampliá-los, a antropologia refinou ou capacitou a compreensão de processos sociais e culturais, exportando de seu domínio categorias de entendimento que passaram a fazer parte do senso comum, e da racionalidade técnica moderna. Objetiva-se, assim, nesta sessão, voltar contra a antropologia seu próprio método, ou seja, enquadrá-la a partir de uma etnografia do pensamento, ou, dos saberes. De acordo com essa abordagem a ciência deve ser vista como uma estrutura que comporta processos (históricos, culturais, sociais, políticos) e procedimentos (técnicas, modos de fazer e pensar), uma comunidade de produtores de conhecimento, bem como objetos tangíveis nos quais o conhecimento produzido toma corpo e se difunde. Desse modo, pretende-se expor a idéia de que o pensamento antropológico tem um fundamento científico, e, logo, epistemológico e metodológico, através do qual os antropólogos dizem, pensam e fazem. Não se objetiva, portanto, responder questões substanciais sobre a antropologia enquanto prática e crítica social, mas, formulando questões sobre a complexidade do pensamento antropológico, explorar as razões pelas quais a antropologia responde a questões teóricas densas e demandas sociais urgentes.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Leitura Recomendada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Geertz, Clifford Nova luz sobre a antropologia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed, 2001.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Goldemberg, Miriam. Noites de Insônia: cartas de uma antropóloga a um jovem pesquisador. Rio de Janeiro: Record, 2008. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Laplantine, François. Aprender Antropologia. São Paulo: Brasiliense, 2000.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Santos, Rafael José dos. Antropologia para quem não vai ser antropólogo. Tomo Editorial: Porto Alegre, 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Sahlins, Marshall Esperando Foucault, ainda. São Paulo: Cosac Naiffy, 2004. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-1428537100485698585?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/1428537100485698585/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=1428537100485698585' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/1428537100485698585'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/1428537100485698585'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2009/09/resumo-cafe-10082009-para-que-serve.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-8023987977093065349</id><published>2009-09-02T14:22:00.000-07:00</published><updated>2009-09-02T14:24:19.891-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Café do dia 10 de agosto de 2009 – 18:30&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Para que serve a antropologia?&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cláudio Luiz Pereira &lt;/em&gt; (Antropólogo CEAO/UFBA – Professor do POSAFRO/UFBA).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-8023987977093065349?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/8023987977093065349/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=8023987977093065349' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/8023987977093065349'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/8023987977093065349'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2009/09/cafe-do-dia-10-de-agosto-de-2009-1830.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-6305434178672722476</id><published>2009-07-11T11:33:00.000-07:00</published><updated>2009-07-15T10:33:02.803-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Próximo Café - 13 de julho - 18h30min&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Do genoma à futurômica&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por &lt;em&gt;Patrícia Domingues de Freitas&lt;/em&gt; (Instituto de Biologia da UFBa)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-6305434178672722476?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/6305434178672722476/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=6305434178672722476' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/6305434178672722476'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/6305434178672722476'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2009/07/proximo-cafe-13-de-julho-18h30min-do.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-9212846445876351026</id><published>2009-05-30T15:38:00.000-07:00</published><updated>2009-05-30T16:07:09.000-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Resumo Evento - 8 de junho de 2009&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;O QUE É CIÊNCIA E O QUE NÃO É CIÊNCIA?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Charbel Niño El-Hani&lt;br /&gt;(Instituto de Biologia/UFBA)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Nos dias de hoje, para convencer às pessoas que o que estamos afirmando é “científico”, parece bastar que digamos que a afirmação é “científica” ou que nos digamos “cientistas”, citando algum catálogo que supostamente diria quem é quem na ciência. Mas esta é uma maneira adequada de pensar a ciência? Nesta conversa, discutiremos critérios para distinguir o que é e o que não é ciência, ou seja, enfrentaremos o problema da demarcação, conforme formulado pelo filósofo Karl Popper, sob influência direta de outro filósofo, Immanuel Kant. Ao discutir esse tema, o problema é freqüentemente formulado em termos da distinção entre ciência e pseudociência. Nesta conversa, contudo, desdobraremos o problema da demarcação em dois problemas distintos: a distinção entre ciência e pseudociência, de um lado, e a distinção entre ciência e não ciência, de outro. Para Popper, o que diferenciaria uma afirmação científica de uma afirmação não científica seria a possibilidade de sua falsificação, ou seja, sua testabilidade. Podemos questionar, contudo, se este critério não seria amplo demais, incluindo afirmações que não têm sido consideradas científicas há um longo tempo. Outro filósofo da ciência, Thomas Kuhn, considerava científicos campos do conhecimento que trabalham à luz de um paradigma, ou seja, de uma estrutura de conhecimento que orienta a investigação de toda uma comunidade de pesquisadores, desde a proposição de questões legítimas de pesquisa até a produção e interpretação da evidência. É possível colocar, no entanto, uma dificuldade também para o critério de Kuhn: o que dizer de áreas que são tipicamente reconhecidas como científicas, como as ciências sociais, mas abrigam em sua pesquisa uma diversidade de paradigmas? Imre Lakatos, por sua vez, construiu uma filosofia da ciência na qual o critério para afirmar que um programa de pesquisa é científico é o seu progresso, tanto em termos teóricos – na forma de previsões novas sobre o mundo –, quanto em termos empíricos, quando ao menos algumas destas previsões são apoiadas por evidências. Mas também há um problema com o critério de Lakatos: ele só pode ser usado retrospectivamente, uma vez que o progresso tenha ocorrido. Se precisarmos julgar no presente se uma determinada área do conhecimento é científica, o critério de Lakatos não nos ajuda, na medida em que o progresso desta área poderia ocorrer no futuro. Um outro filósofo da ciência, Paul afirma que uma teoria ou disciplina que pretende ser científica é pseudocientífica se for (1) menos progressiva do que teorias alternativas por longo período de tempo; (2) enfrenta muitos problemas não-resolvidos, que têm se acumulado; (3) há teorias alternativas que explicam melhor os fenômenos do que ela; (4) a comunidade de defensores da teoria faz poucas tentativas de desenvolvê-la visando à solução dos problemas, não mostra preocupação de avaliar a teoria em relação a outras, e é seletiva ao considerar evidências contrárias e favoráveis; (5) teorias pseudocientíficas são freqüentemente muito complicadas e repletas de hipóteses não-testáveis; (6) pseudociências usam tipicamente ‘raciocínio baseado em semelhanças’, ou seja, modelos analógicos superficiais. Considero que a proposta de Thagard faz avanços interessantes, constituindo uma resposta filosófica ao problema da demarcação que apresenta uma série de aspectos convincentes. Ele também enfrenta, contudo, alguns problemas. Ela sofre da dificuldade indicada acima, no caso da teoria de Lakatos, porque não temos como julgar um possível progresso futuro da teoria. Além disso, como o juízo sobre o caráter cientifico depende de comparação com teoria alternativa, se não houver teoria alternativa, não será possível emitir tal juízo. Um problema apontado por alguns autores é de que, se utilizamos os critérios de Thagard, ser científica não é propriedade imutável de uma teoria. Uma teoria que foi científica no passado pode não ser científica hoje e uma teoria científica de hoje pode deixar de ser científica no futuro. Contudo, consideramos que este é um resultado absolutamente natural e justificado, se a demarcação entre ciência e não ciência for de natureza social e histórica. Desse modo, chego à tese mais central que pretendo defender: que não há solução puramente lógica para a demarcação da ciência, de modo que alguma propriedade das proposições pudesse definir, por juízo inteiramente racional, se elas são cientificas ou não. Isso não quer dizer que critérios de natureza lógica não desempenhem o papel de valores que orientam os juízos sobre o que é e o que não é ciência. Minha visão, contudo, é que a ciência deve ser diferenciada também, e sobretudo, como uma instituição social, mantida pela comunidade científica, que tem construído desde meados do século XIX uma certa forma de discurso sobre o mundo, com propósito de explicar o mundo dos fenômenos naturais. Este é um discurso naturalista que, conforme argumentarei, possibilitou a independência da ciência como modo de produção do conhecimento, em relação a outras formas de conhecimento, em particular, a teologia judaico-cristã. Uma maneira de distinguir se um campo do conhecimento é científico ou não é verificar como a comunidade científica se relaciona com ele, se ela dialoga com trabalhos deste campo e, caso dialogue, quais são os juízos que a comunidade científica emite sobre eles. Não nos parece estranho que uma comunidade de cientistas defina o que é ou não pertinente ao tipo de conhecimento construído por ela, o conhecimento científico. Isso é da natureza de todo conhecimento socialmente constituído, ou seja, de todo conhecimento intersubjetivo humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Leitura Recomendada&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Chalmers, A. F. O Que é Ciência Afinal? São Paulo: Brasiliense, 1993.&lt;br /&gt;Chalmers. A. F. A Fabricação da Ciência. São Paulo: UNESP, 1994.&lt;br /&gt;Cobern, W. W. &amp;amp; Loving, C. C. Defining “science” in a multicultural world: Implications for science education. Science Education 85:50-67, 2001.&lt;br /&gt;Curd, M. &amp;amp; Cover, J. A. Philosophy of Science: The Central Issues. New York: W. W. Norton &amp;amp; Co, 1998.&lt;br /&gt;Kuhn, T. S. A Estrutura das Revoluções Científicas. São Paulo: Perspectiva, 2003.&lt;br /&gt;Popper, K. R. A Lógica da Pesquisa Científica. São Paulo: Cultrix, 2000.&lt;br /&gt;Lakatos, I. Falsificação e Metodologia dos Programas de Investigação Científica. Lisboa: Edições 70, 1999.&lt;br /&gt;Mahner, M. &amp;amp; Bunge, M. Is religious education compatible with science education? Science &amp;amp; Education 5: 91-99, 1996.&lt;br /&gt;Thagard, P. Why astrology is a pseudoscience (Por que a astrologia é uma pseudociência), in: Curd, M. &amp;amp; Cover, J. A. Philosophy of Science: The Central Issues. New York: W. W. Norton &amp;amp; Co. pp. 27-37, 1998.&lt;br /&gt;Thagard, P. Computational Philosophy of Science. Cambridge, MA: MIT Press, 1993.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-9212846445876351026?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/9212846445876351026/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=9212846445876351026' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/9212846445876351026'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/9212846445876351026'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2009/05/proximo-evento-8-de-junho-de-2009-1830.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-4504858358215210139</id><published>2009-05-06T12:52:00.000-07:00</published><updated>2009-05-06T13:03:04.788-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt;Resumo Apresentação 11/05/2009&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Origem e Evolução dos Elementos Químicos: Big-Bang, Estrelas e Supernovas.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;por Débora Correia Rios (Instituto de Geociências, UFBA)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A composição química da Terra é única, sendo produto de uma série de processos. Estão incluídos aí os processos responsáveis pela criação dos elementos químicos, do Sistema Solar e da própria Terra.&lt;br /&gt;Poderíamos simplesmente considerar que os elementos existem, mas intelectualmente isto não é o bastante. A origem dos elementos é uma questão tanto astronômica quanto geoquímica. Os questionamentos relacionados à origem e evolução dos elementos químicos são foco da cosmoquímica, cujo objetivo é entender a distribuição e abundância dos elementos no Sistema Solar e secundariamente no Universo.&lt;br /&gt;Cosmoquímica é como geologia. Enquanto olhamos para as rochas mais antigas buscando informações sobre a origem do planeta, buscam-se nas estrelas mais velhas os primeiros registros de formação dos elementos químicos. A origem dos elementos químicos está intimamente relacionada à evolução estelar, porque os elementos são sintetizados pelas reações nucleares das quais as estrelas derivam a energia que irradiam no espaço. Este conjunto de processos é conhecido como nucleossíntese.&lt;br /&gt;O Universo começou a cerca de 10-20 Ga atrás com o Big Bang, ou seja, uma explosão inicial que ocorreu no princípio de tudo, quando toda a matéria e energia existente hoje estavam concentradas em um único ponto. Supõe-se que esta explosão tenha convertido energia em matéria.&lt;br /&gt;A primeira das etapas de nucleossíntese é, portanto conhecida como nucleossíntese cosmológica, ou, nucleossíntese no Big Bang, e ocorreu logo depois do início do Universo, sendo responsável pelo inventário cósmico do H e He, e talvez de algum Li. Considera-se que desde o Big Bang o Universo tem estado expandindo, resfriando e evoluindo, e com isto, os nêutrons se combinaram para formar partículas que se tornaram organizadas em núcleos de H e He. A formação de núcleos atômicos mais pesados é inibida neste processo devido à instabilidade dos núcleos de massas 5 e 8. Com o resfriamento, a temperatura caiu e as reações nucleares não foram mais possíveis nesta forma.&lt;br /&gt;Algum tempo após o Big Bang o universo era um gás quente, mais ou menos homogêneo. Inevitavelmente desenvolveram-se heterogeneidades no gás, que provocaram um processo de atração e colapso gravitacional. Cerca de 0,5 Ga após o Big Bang, formaram-se as proto-galáxias, as quais colapsaram gerando as estrelas... Inicia-se o processo conhecido como Nucleossíntese Estelar. Todas as estrelas da seqüência principal geram energia por reações de fusão do H, que resulta na síntese do He, seja pelo canal p-p ou pelo ciclo CNO.&lt;br /&gt;No canal p-p a reação predominante continua sendo a produção de He pela queima do H. Outras reações em cadeia podem produzir He, envolvendo Li, Be e B, seja como combustível primário, ou como produtos intermediários da reação.&lt;br /&gt;Uma vez que a primeira geração de estrelas entrou no ciclo evolucionário e explodiram, as nuvens de gás interestelar continham elementos de números atômicos mais altos. A presença do carbono-12, sintetizado pelas estrelas ancestrais, fez mais fácil às gerações subseqüentes de estrelas gerarem energia pela fusão do H. Assim, estrelas de geração subseqüente e massa superior a 1,1 a massa solar, produziram He pela cadeia CNO onde o C age como um catalisador nuclear, não sendo produzido nem consumido. A partir daí as reações prosseguem dependendo basicamente da massa e temperatura da estrela, e gerando elementos mais pesados até o Ferro. A fusão do Ferro não produz energia.&lt;br /&gt;Adicionalmente, precisamos lembrar que, exceto pelo 7Li no Big Bang, Li, Be e B não são produzidos em qualquer outra situação. Uma idéia para a formação destes elementos é sua abundância nos raios cósmicos: eles são cerca de 106x mais abundantes nos raios cósmicos que no sistema Solar. Acredita-se que eles sejam formados pela interação dos raios cósmicos com poeira e gás interestrelar, em reações que só ocorrem ocorrem a altas energias (maiores que no Big-Bang ou no interior das estrelas), mais a baixas temperaturas, onde poderiam sobreviver. O processo é conhecido como Nucleossíntese Galáctica.&lt;br /&gt;Então e os elementos mais pesados? O 56Fe tem a maior energia de ligação por núcleo, isto é, ele representa o mais estável dos núcleos. Isto implica que a fusão só libera energia até a massa 56. Acima da massa 56, as reações se tornam endotérmicas, isto é, elas consomem energia. Assim que o núcleo estelar se converte para Fe, uma fase crítica é alcançada: o balanço entre a expansão termal e o colapso gravitacional é quebrado e este estágio leva à morte catastrófica da estrela.&lt;br /&gt;A morte catastrófica da estrela pode gerar uma explosão supernova, em estrelas com massas de mais de 8x a massa solar. Supernovas são eventos extremamente energéticos. Assim, o que levou milhões de anos para ser construído, é destruído em um segundo. Contudo a fotodesintegração produz um grande número de nêutrons e prótons livres, que levam a importantes processos de nucleossíntese chamados Nucleossíntese Explosiva, dando origem a todos os núcleos mais pesados que o Fe.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Leitura Recomendada&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;FAURE, G., 1998. Principles and applications of inorganic geochemistry. Prentice Hall Ed., New Jersey., 2a. Ed., 600p.&lt;br /&gt;GILL, R., 1996. Chemical fundamentals of geology. Chapman &amp;amp; Hall Ed., London, 2a. Ed., 290p.&lt;br /&gt;WHITE, W.M., 2003. Geochemistry. On-line books. Cornell Univ., 700p.&lt;br /&gt;WILSON, T., TOLEDO, M.C.M., FAIRCHILD, T.R., TAIOLI, F., 2000. Decifrando a Terra. Ed. Oficina de Textos, São Paulo, Brasil. 568p.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-4504858358215210139?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/4504858358215210139/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=4504858358215210139' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/4504858358215210139'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/4504858358215210139'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2009/05/resumo-apresentacao-11052009-origem-e.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-7486661461132084240</id><published>2009-05-06T12:49:00.000-07:00</published><updated>2009-05-06T12:52:02.893-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Próximo Café 11 de maio de 2009 – 18:30 horas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;strong&gt;Origem e Evolução dos Elementos Químicos: Big-Bang, Estrelas e Supernovas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Débora Correia Rios (Instituto de Geociências, UFBA)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-7486661461132084240?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/7486661461132084240/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=7486661461132084240' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/7486661461132084240'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/7486661461132084240'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2009/05/proximo-cafe-11-de-maio-de-2009-1830.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-7898765541859130965</id><published>2009-05-06T12:45:00.000-07:00</published><updated>2009-05-06T12:49:31.131-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Resumo Apresentação 13/04/2009&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Terrorismo imobiliário em Salvador&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;por &lt;em&gt;Ordep Serra (Depto. de Antropologia, UFBA), Débora Nunes (UNIFACS) e Rogério Horlle&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A partir do exame de um caso exemplar (a expulsão sistemática, por meio de violência e constrangimento, de moradores de uma área de Mussurunga para a implantação de um empreendimento imobiliário ilegal), pretende-se examinar implicações da urbanização desigual em um processo que acentua a vulnerabilidade de grandes segmentos da população de Salvador e promove distorções no campo do planejamento, afetando o estado de direito e comprometendo a qualidade de vida na metrópole; também se deseja discutir o impasse metropolitano de Salvador, por carência de macro-planejamento;  a pertinência do diagnóstico de uma situação de terror vivenciada por muitos nesta capital; e o absenteísmo de uma grande parcela da sociedade civil em face disso. Dar-se-á ênfase à discussão de  mecanismos para-legais de gestão e empreendimento nesta urbe e da pertinência de uma “sociologia do terror” que metrópoles brasileiras estão requerendo para a compreensão de aspectos de sua configuração atual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Leitura Recomendada:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;KOWARIC, L. A espoliação urbana. São Paulo: Paz e Terra, 1993.&lt;br /&gt;KOWARIC, L. (org). As lutas sociais e a cidade. São Paulo: Paz e Terra, 1988.&lt;br /&gt;NUNES, M.; PAIM, J. S. “Um estudo etno-epidemiológico da violência urbana na Cidade de Salvador, Bahia, Brasil: os atos de extermínio como objeto de análise”.   Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro 21(2) 459-468, mar-abr, 2005 &lt;br /&gt;OLIVEN, R. G. Urbanização e mudança social no Brasil. Petrópolis: Vozes, 1982.&lt;br /&gt;SANTOS, M. Ensaios sobre a urbanização latino-americana. São Paulo, HUCITEC, 1982.&lt;br /&gt;SANTOS, M. A urbanização desigual. Petrópolis: Vozes, 1980&lt;br /&gt;SERRA, O. Terrorismo imobiliário. &lt;a href="http://ordepserra.wordpress.com/"&gt;http://ordepserra.wordpress.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-7898765541859130965?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/7898765541859130965/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=7898765541859130965' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/7898765541859130965'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/7898765541859130965'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2009/05/resumo-apresentacao-13042009-terrorismo.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-2483367095050487723</id><published>2009-03-22T19:16:00.000-07:00</published><updated>2009-03-22T19:21:10.440-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Resumo Café 23/03&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Dengue: como avançar no controle desta doença?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;por Maria Glória Teixeira (Instituto de Saúde Coletiva, UFBA)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A dengue, nos dias atuais, é uma das doenças transmitida por mosquito de maior importância para a Saúde Pública mundial. O seu vírus causador circula em quatro continentes e já atingiu mais de 100 países. Estimativas da OMS indicam que, anualmente, 50 milhões de pessoas são infectadas e cerca de 500.000 casos da Febre Hemorrágica do Dengue (FHD) ocorrem com pelo menos 12.000 óbitos por esta causa. &lt;br /&gt; No Brasil, desde 2006 que epidemias sucessivas de febre do dengue vêm sendo registradas e, a partir de 1990, dois sorotipos (DENV1 e DENV2) do vírus passaram a circular simultaneamente e casos de FHD foram diagnosticados. Em 2001, com a introdução do DENV3 no país, houve agravamento da situação. Entre janeiro daquele ano e dezembro de 2002 mais de 2700 casos de FHD foram notificados. A epidemia que eclodiu em 2008 no Rio de Janeiro, com milhares de casos hemorrágicos atingindo crianças e adultos, colocou em colapso a rede de atenção à saúde daquela cidade, com grande repercussão nacional e internacional. Esse foi um ano epidêmico cuja incidência atingiu patamares semelhante a de 2002, tendo o quantitativo de casos da Febre Hemorrágica do Dengue ultrapassado 4500 registros.&lt;br /&gt;O estado da Bahia vem sendo acometido por dengue desde 1994 e, sua capital, Salvador, registrou a primeira epidemia logo no ano seguinte. Neste estado também circulam três sorotipos (DENV1,DENV2 e DENV3) e, a partir de 2002, principalmente, indivíduos também foram acometidos com FHD. Significativo aumento no número de casos no interior do estado, atingindo mais fortemente a região de Irecê, foi observado em 2008, e pequeno incremento no número de casos em Salvador. Logo no início de  2009, o município de Jequié foi atingindo por uma epidemia explosiva e a seguir mais seis municípios tiveram elevação de incidência, o que resultou em Decreto de estado de emergência em alguns municípios (Jequié, Itabuna, Ilhéus, Porto Seguro, Ipiaú e Irecê)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No que pese o avanço do conhecimento científico na área biomédica, tem-se constatado dificuldades no controle desta doença em todo o mundo, em função da inexistência de vacinas para uso em populações humanas e do controle estar centrado no combate ao seu vetor, o mosquito Aedes aegypti, único elo vulnerável da cadeia de transmissão do dengue. Apesar do dispêndio de recursos do SUS (Sistema Único de Saúde) em ações de combate a este mosquito a situação epidemiológica do Brasil e da Bahia evidencia, claramente, que não vem se obtendo progressos na prevenção desta virose.&lt;br /&gt;Diante destes fatos, cumprimento os organizadores do Café Científico pela iniciativa de trazer este tema para debate, por considerar da maior importância desvendar as razões das dificuldades institucionais, administrativas, políticas e científicas, para alcance de maior efetividade no combate ao dengue. Particularmente, pela necessidade de se implementar o componente de educação e mobilização social dos programas de controle da dengue, propósito que só será obtido com amplo debate e participação. Consideramos este componente peça chave da sustentabilidade e manutenção das ações de combate vetorial, que só são efetivas se forem contínuas, permanentes e capazes de promover modificações ambientais que tornem desfavoráveis a proliferação de um mosquito-vetor de hábitos antropofílicos,  totalmente adaptado ao ambiente habitado pelo homem.&lt;br /&gt;Os resultados de algumas avaliações concernentes às atividades e ações que vêm sendo desenvolvidas neste campo, no Brasil e em outros países, evidenciam claramente as dificuldades e limites das estratégias de educação, comunicação e mobilização que vêm sendo utilizadas.  Entende-se que se faz necessário profundas mudanças nas abordagens que têm sido aplicadas, com vistas a superação das táticas campanhistas da antiga ‘polícia sanitária”. De acordo com as avaliações que vêm sendo conduzidas estas estratégias não têm obtido o efeito desejado, pois a maioria da população absorve os conhecimentos, ou seja, sabe onde o vetor coloca os ovos, que recipientes contendo água devem ser eliminados, da necessidade de colocar tampa nos depósitos que não podem ser eliminados, dentre outras informações. Contudo, estes conhecimentos não têm sido eficazes no sentido da indução de  mudanças de práticas e comportamentos. Assim, os ambientes domésticos se mantêm receptivos  à manutenção e proliferação do Aedes aegypti.  &lt;br /&gt;Deste modo, ao lado de pesquisas voltadas para o desenvolvimento de produtos, inovações e invenções que venham a aprimorar as técnicas de controle desta doença pelos serviços de saúde, faz-se necessário a abertura de espaços de diálogo e conversação entre profissionais, agentes de saúde e população. Este diálogo deve ser direcionado para a busca de soluções para os problemas que impedem a redução da população de mosquitos, sendo fundamental para aportar novos enfoque e subsídios para o delineamento de novas estratégias de atuação capazes de modificar comportamentos e atitudes, individuais e coletivas, frente a este risco sobre a saúde humana.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Leitura Recomendada&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Dengue: educação, comunicação e mobilização na Revista interface:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1414-32832008000200018&amp;amp;script=sci_arttext" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1414-32832008000200018&amp;amp;script=sci_arttext&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Barreto, M. L. &amp;amp; Teixeira, M. G. 2008. Dengue no Brasil:Situação epidemiológica e contribuições para uma agenda de pesquisa. Estudos Avançados 22(64):53-72.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-2483367095050487723?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/2483367095050487723/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=2483367095050487723' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/2483367095050487723'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/2483367095050487723'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2009/03/resumo-cafe-2303-dengue-como-avancar-no.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-4997167857789362464</id><published>2009-03-22T19:14:00.000-07:00</published><updated>2009-03-22T19:15:58.927-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;strong&gt;Próximo Café 23 de março de 2009 – 18:30 horas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Dengue: como avançar no controle desta doença?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Professora Maria da Glória Teixeira (Instituto de Saúde Coletiva, UFBa)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-4997167857789362464?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/4997167857789362464/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=4997167857789362464' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/4997167857789362464'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/4997167857789362464'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2009/03/proximo-cafe-23-de-marco-de-2009-1830.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-4419671374774322035</id><published>2009-03-03T06:21:00.000-08:00</published><updated>2009-03-03T06:24:52.432-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Resumo apresentação 09/03/2009&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Explicações evolucionistas sobre a mente e o comportamento humanos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por &lt;em&gt;Eulina da Rocha Lordelo&lt;/em&gt; (Depto. de Psicologia, UFBA)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Embora a mente e o comportamento humanos tenham sido objeto de interesse e estudo sistemático de Darwin durante sua vida, o pensamento evolucionista sobre a psicologia humana permaneceu dormente durante a maior parte do século 20, ofuscado por outras teorias psicológicas de maior aceitação. O desenvolvimento progressivo e as realizações científicas em campos diversos como etologia, ecologia comportamental, genética do comportamento, paleoantropologia, antropologia evolucionária e sociobiologia e, mais recentemente, a psicologia evolucionista, finalmente estão mudando essa situação, com notáveis avanços, especialmente nos últimos 30 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma teoria evolucionista sobre a psicologia humana se fundamenta nos mesmos princípios que valem para a anatomia e fisiologia de qualquer animal: formas que conferiram alguma vantagem em sobrevivência e sucesso reprodutivo ao animal que as possuíam foram passadas à sua prole e se tornaram mais freqüentes com o tempo, eventualmente substituindo suas alternativas. O comportamento é parte essencial do design do animal e está sujeito à seleção natural, como qualquer aspecto da anatomia e fisiologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A psicologia evolucionista é o estudo da mente humana, informado pela moderna biologia evolutiva. A psicologia evolucionista não substitui a antropologia ou a sociologia, nem pode ser reduzida à própria biologia. A psicologia evolucionista é o estudo dos mecanismos psicológicos universais que guiam o comportamento, permitindo que os indivíduos entendam o ambiente particular em que vivem e superem as dificuldades inerentes à realização de metas adaptativas, como o que comer, com quem cooperar, como detectar aliados e adversários, encontrar parceiros confiáveis, quanto cuidado devotar aos filhos, entre outros. A psicologia evolucionista pressupõe uma natureza humana universal, mas essa universalidade existe principalmente no nível dos mecanismos psicológicos, e não de comportamentos culturalmente modelados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A psicologia evolucionista focaliza seu interesse na mente, e menos no comportamento, utilizando a linguagem das ciências cognitivas para descrever os fenômenos do seu campo: mecanismos psicológicos são vistos como softwares específicos para resolver problemas específicos. Essa teoria permite equacionar problemas recorrentes no estudo da psicologia humana, como a relação entre cultura e comportamento, a evidente flexibilidade do comportamento humano, sua capacidade de ajuste às muitas condições ambientais diferentes; ao mesmo tempo, a psicologia evolucionista pode fornecer uma base adequada às teorias de aprendizagem existentes, bem como fornecer fundamentação às ciências humanas, como a antropologia e a sociologia.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sugestões de leituras:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dennett, D. C. (1995). A perigosa idéia de Darwin: a evolução e os significados da vida. Rio de Janeiro: Rocco.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Hardy, S. B. (2001). Mãe Natureza: uma visão feminina da evolução. Rio de Janeiro: Campus.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Miller, G. (2001). A mente seletiva. Rio de Janeiro: Campus.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Pinker, S. (1998). Como a mente funciona. São Paulo: Companhia das Letras.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Pinker, S. (2004). Tábula rasa. São Paulo: Companhia das Letras.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ridley, M. (1996). As origens da virtude: um estudo biológico da solidariedade. Rio de Janeiro: Record. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-4419671374774322035?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/4419671374774322035/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=4419671374774322035' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/4419671374774322035'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/4419671374774322035'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2009/03/resumo-apresentacao-09032009.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-8346732348727654399</id><published>2009-03-03T06:15:00.000-08:00</published><updated>2009-03-03T06:20:30.859-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Próximo evento 9 de março - 18:30&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Explicações evolucionistas sobre a mente e o comportamento humanos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;por &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Eulina da Rocha Lordelo&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; (Depto. de Psicologia, UFBA)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O Café Científico é um local em que qualquer pessoa pode discutir desenvolvimentos recentes das várias ciências e seus impactos sociais. Ele oferece uma oportunidade para que cientistas e o público em geral se encontrem face a face para discutir questões científicas, numa atmosfera agradável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O evento é inteiramente gratuito e não necessita de inscrição. O local é a LDM - Livraria Multicampi, na Rua Direita da Piedade, 20, Piedade. O Café Científico ocorre na segunda semana de cada mês, sempre às segundas-feiras, às 18:30 horas. O telefone da livraria é (71)2101-8000. Informações podem ser conseguidas também no telefone (71) 3283-6568.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-8346732348727654399?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/8346732348727654399/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=8346732348727654399' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/8346732348727654399'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/8346732348727654399'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2009/03/proximo-evento-9-de-marco-1830.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-4351003675470815321</id><published>2009-02-07T13:14:00.000-08:00</published><updated>2009-02-07T13:18:22.008-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Resumo da apresentação do dia 12/02/2009&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Café Científico comemorativo do DIA DARWIN&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Peixes, répteis e nossos outros eus: as origens evolutivas das características dos mamíferos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;por &lt;em&gt;Pedro Luís Bernardo da Rocha&lt;/em&gt; (Instituto de Biologia/UFBA)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Distintas estruturas de um organismo, como o nosso, tiveram origens em momentos muito distintos da história da vida na Terra. Em alguns momentos, o surgimento de novas estruturas permitiu o desenvolvimento de novas estratégias de vida. Em outros, a herança dessas estruturas restringiu tal desenvolvimento. Nessa palestra, a concepção de que os organismos representam mosaicos de estruturas com idades evolutivas muito distintas será apresentada através de exemplos com organismos bastante conhecidos: os vertebrados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sugestões para leitura.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Darwin, C. A origem das espécies (há várias edições em português disponíveis no mercado).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pough, F. Harvey; Janis, Christine M.; Heiser, John B. 2008. A vida dos vertebrados (4a Edição). &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Atheneu SPHildebrand, M. &amp;amp; Goslow, G. 2006. Análise da estrutura dos vertebrados. (2a. Edição).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-4351003675470815321?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/4351003675470815321/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=4351003675470815321' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/4351003675470815321'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/4351003675470815321'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2009/02/resumo-da-apresentacao-do-dia-12022009.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-3921133029115618018</id><published>2009-02-07T12:57:00.000-08:00</published><updated>2009-02-07T13:03:27.595-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Café Científico comemorativo do DIA DARWIN*&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;12 de fevereiro de 2009 (quinta-feira) – 18:30&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Peixes, répteis e nossos outros eus: as origens evolutivas das características dos mamíferos&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por &lt;em&gt;Pedro Luís Bernardo da Rocha&lt;/em&gt; (Instituto de Biologia/UFBA)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;*Excepcionalmente, o café não será no dia em que costuma ocorrer, mas sim numa quinta-feira, devido à comemoração do DIA DARWIN, iniciativa que ocorre em quase todos os países.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-3921133029115618018?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/3921133029115618018/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=3921133029115618018' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/3921133029115618018'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/3921133029115618018'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2009/02/cafe-cientifico-comemorativo-do-dia.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-3778403813156317902</id><published>2009-01-05T10:50:00.000-08:00</published><updated>2009-01-05T10:53:45.097-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Resumo da apresentação do dia 12/01/2009&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A crise mundial, seus efeitos sobre o Brasil e nossa capacidade de resposta&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;por &lt;em&gt;Osmar Sepúlveda&lt;/em&gt; (Faculdade de Ciências Econômicas, UFBA)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A crise financeira mundial que eclodiu em 15 de setembro de 2008 teve origem nos Estados Unidos da América, com a insolvência de várias instituições financeiras em Wall Street: Lehman Brothers; Merril Lynch e a Seguradora AIG foram as primeiras a pedir ajuda a quem pudesse ajudar. O Estado Norte-Americano se recusou a ajudar. O FED – Federal Reserve System, que exerce nos EEUU o papel de Banco Central, já havia, em julho de 2007, gasto bilhões de dólares para resgatar a carteira Bear Stearns comprada pelo JP Morgan Chase (com recursos do FED) a na estatização das Agências Fannie Mae e Freddie Mac, duas das maiores agências norte-americanas de crédito hipotecário (segundo dizem, carregadas de títulos da China), retardando a crise para 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, a gênese da crise está ligada à desregulamentação dos mercados, permitindo ao mercado financeiro auto-gerenciar seus negócios, sem as peias impostas pelos estados nacionais, que foram criadas após a crise de 1929. Sem fiscalização e monitoramento dos Bancos Centrais, os agentes econômicos ficaram livres para criar ativos financeiros muitas vezes maiores do que os ativos reais que lhes davam sustentação, através da emissão de títulos “derivativos”. Basta ver que os referidos ativos financeiros (equivalentes a 167 trilhões de dólares) representavam aproximadamente 3,5 vezes o PIB mundial de 48,3 trilhões de dólares em janeiro de 2008 (conforme Mckinsey Global Institute).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A crise poderia se limitar aos países centrais do capitalismo (EEUU, Inglaterra, Europa do Euro, Japão), não fosse o processo de globalização dos mercados de bens e serviços. É a globalização que provoca uma comunicação entre a economia real e o seu financiamento através da globalização do mercado financeiro. Todos os países, capitalistas ou não, que tiverem suas economias financiadas pela poupança mundial, terão que ser afetados direta ou indiretamente pelos efeitos da crise.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos países menos afetados diretamente pela crise é o Brasil. Além disso, por características políticas próprias, nosso país é um dos mais preparados para suportar os efeitos da crise. Essas características podem ser resumidas da seguinte forma: 1) a economia brasileira não está totalmente desestatizada (afortunadamente); 2) nosso sistema bancário privado não arrisca, especula com títulos públicos (nós pagamos impostos e eles recebem extraordinárias transferências do estado por meio da política de taxas de juros elevada); 3) o Brasil tem um comércio internacional multilateral, não dependendo de qualquer país isoladamente (principalmente dos EEUU) e sua pauta de exportação é baseada em commodities tanto agrícolas como industriais; 4) sua dívida externa é de pequena monta (comparada com seu PIB), está internalizada, e suas reservas cambiais são elevadas quando comparadas com seu comércio internacional; 5) os instrumentos de política fiscal e monetária oferecem folgas: receita pública elevada, gastos correntes concentrados no custo financeiro da dívida – basta reduzir a elevadíssima taxa de juros para recuperar a capacidade de investimento do estado –, inflação controlada pelas importações e taxa de câmbio próximo do equilíbrio macroeconômico; 6) por fim, e não menos importante, um grande mercado interno, abandonado pela política neoliberal, que pode ser dinamizado com política fiscal e monetária independente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sugestão de leituras:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pinheiro, Márcia. O novo socialismo: finanças, o Tesouro Americano entra em cena para salvar Wall Street. Carta Capital. São Paulo. Ano XV. Nº. 514, p. 26-30, setembro 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Belluzzo, Luiz Gonzaga. O problema está aqui. A sucessão de bancarrotas demoliu a presunção do mundo ocidental. Carta Capital. São Paulo. Ano XV. Nº. 514, p. 32-40, setembro 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;________. O incansável Molock. Ideologia. Os detentores da riqueza não escapam da euforia que culmina em crise. Carta Capital. São Paulo. Ano XV. Nº. 518, p. 36-38, outubro 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Netto, Delfim. Repetição do Mesmo. Carta Capital. São Paulo. Ano XV. Nº. 518, p. 39, outubro 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Klein, Naomi. Mercado livre. Folha de São Paulo, São Paulo, 28 de setembro de 2008. Suplemento Mais; p.4.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Folha de São Paulo. De que são feitas as crises. Folha de São Paulo, 28 de setembro de 2008. Suplemento Mais; p.5.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gresh, Alain. A marcha para a multipolaridade. Le Monde diplomatic Brasil. São Paulo. Ano 2 – Nº. 16, p. 12-13, novembro de 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bulard, Martine. Uma nova geopolítica dos capitais. Le Monde diplomatic Brasil. São Paulo. Ano 2 – Nº. 16, p. 10-11, novembro de 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hobsbawm, Eric. El declive del imperio norteamericano. Le Monde diplomatic en español. Valencia. Ano XIII, nº. 157, p. 10, novembro de 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Galbraith, John. Kenneth. 1929 o colapso da Bolsa. São Paulo: Pioneira, 1988.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-3778403813156317902?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/3778403813156317902/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=3778403813156317902' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/3778403813156317902'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/3778403813156317902'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2009/01/resumo-da-apresentao-do-dia-12012009.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-6026039789749003546</id><published>2009-01-05T10:45:00.000-08:00</published><updated>2009-01-05T10:50:09.453-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;12 de janeiro de 2009 – 18:30&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;strong&gt;A crise mundial, seus efeitos sobre o Brasil e nossa capacidade de resposta&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;por &lt;em&gt;Osmar Sepúlveda&lt;/em&gt; (Faculdade de Ciências Econômicas, UFBA)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-6026039789749003546?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/6026039789749003546/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=6026039789749003546' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/6026039789749003546'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/6026039789749003546'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2009/01/12-de-janeiro-de-2009-1830-crise.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-8674303797088341544</id><published>2008-12-01T04:14:00.000-08:00</published><updated>2008-12-01T04:25:02.297-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Resumo da apresentação do dia 01/12/2008&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Arqueologia subaquática na Baía de Todos os Santos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;por Gilson Rambelli (Depto. de Antropologia e Etnologia da UFBa)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;A Arqueologia Subaquática é Arqueologia! Esse é o ponto de partida de nossa reflexão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante muito tempo o ambiente aquático, sobretudo o marinho, foi considerado um ambiente intransponível. Essa concepção, carregada de simbolismos, foi construída ao longo de milênios, em diferentes sociedades, e irá influenciar na maneira como as pessoas, hoje, pensam o mar, e, em particular, o fundo do mar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os testemunhos da aventura humana sobre o planeta que se encontram submersos, por diferentes motivos, foram considerados como coisas perdidas, até bem pouco tempo. Assim, a possibilidade de se fazer estudos arqueológicos desses vestígios foi substituída pela fantasia de se recuperar tesouros perdidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema dessa visão romântica sobre os sítios arqueológicos subaquáticos é que ela tem contribuído para a destruição desse patrimônio cultural, principalmente aqui, em Salvador, e na Baía de Todos os Santos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo sítio arqueológico é patrimônio público! Pertence a todos nós! E com uma característica que deve ser ressaltada: eles são únicos e não renováveis. Ou seja, uma vez destruídos, é para sempre. Não podemos mais conceber, em pleno século XXI, que o fundo do mar e os testemunhos de atividades humanas pretéritas, como os restos de naufrágios, por exemplo, sejam considerados terra de ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, o ambiente aquático não é mais tão intransponível assim. Ele está cada vez mais acessível. O mergulho recreativo comprova bem isso. Cada vez mais pessoas aprendem a mergulhar, de forma que, hoje, ninguém mais pode, e nem tem esse direito, explorar esses bens submersos em benefício próprio, como se fazia no século XIX e no começo do século XX.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem deve estar atento a esse tipo de problema é a sociedade, merecedora de todos os esforços da Arqueologia, da Arqueologia Subaquática, para a produção do conhecimento sobre esse patrimônio cultural, e não somente os especialistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Urge uma mudança de mentalidade e de atitude em prol do patrimônio cultural subaquático, se não ele desaparecerá, literalmente, debaixo de nossos olhos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leituras Adicionais:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Bass, George F.. Arqueologia subaquática. Lisboa: Verbo, 1966.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Rambelli, Gilson. Arqueologia até debaixo d’água. São Paulo: Maranta, 2002.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Mais textos e informações sobre esse assunto em:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.historiaehistoria.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;www.historiaehistoria.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;  e &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.arqueologiasubaquatica.org.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;www.arqueologiasubaquatica.org.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-8674303797088341544?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/8674303797088341544/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=8674303797088341544' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/8674303797088341544'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/8674303797088341544'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2008/12/resumo-da-apresentao-do-dia-01122008.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-8186315717070053335</id><published>2008-12-01T04:12:00.000-08:00</published><updated>2008-12-01T04:14:09.756-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Próximo Evento 1 de dezembro de 2008 – 18h30min&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Arqueologia subaquática na Baía de Todos os Santos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;por Gilson Rambelli (Depto. de Antropologia e Etnologia da UFBa)&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-8186315717070053335?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/8186315717070053335/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=8186315717070053335' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/8186315717070053335'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/8186315717070053335'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2008/12/prximo-evento-1-de-dezembro-de-2008.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-5828099521527990496</id><published>2008-10-28T05:37:00.000-07:00</published><updated>2008-10-28T05:41:33.530-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="FONT-FAMILY: verdana"&gt;&lt;strong&gt;Resumo da apresentação do dia  10/11/2008&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Como os insetos escolhem suas plantas hospedeiras?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 85%"&gt;Por &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;Iara Bravo&lt;/span&gt;, professora do Instituto de Biologia da UFBa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px;"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;tab-stops:.5in 1.0in 1.5in 2.0in 2.5in 3.0in 3.5in 4.0in 4.5in 5.0in 5.5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms';"&gt;Os insetos compreendem 75% das espécies de animais descritas e apresentam uma incrível diversidade de estilos de vida. Dentre os insetos, 45% das espécies se alimentam de plantas (fitófagos), o que os torna, atualmente, nossos maiores competidores por alimento. Dessa forma, as suas escolhas nos afetam diretamente; daí a importância de conhecê-las. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;tab-stops:.5in 1.0in 1.5in 2.0in 2.5in 3.0in 3.5in 4.0in 4.5in 5.0in 5.5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms';"&gt;Insetos e plantas compartilham associações antigas que datam do Carbonífero (cerca de 300 milhões de anos atrás). Para os insetos fitófagos, além de fonte de alimento, uma planta hospedeira pode servir também como sítio para acasalamentos e abrigo. Para as plantas, a ação dos fitófagos, geralmente, tem efeitos negativos, prejudicando seu desenvolvimento. Mas, pode também ter efeitos positivos, como a dispersão de sementes quando os frutos caem, pela alimentação de insetos frugívoros, ou o estímulo de brotamento em algumas plantas, produzido pelo consumo de folhas. Para os insetos, a fitofagia representa um desafio, porque eles devem localizar as plantas que lhes servirão em meio a uma variedade de outras, devem enfrentar suas limitações nutricionais (plantas são mais pobres em proteínas que alimentos de origem animal), suas defesas físicas (espinhos e pêlos) e químicas (substâncias que podem envenená-los) e ainda arriscarem-se à predação enquanto se alimentam. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;tab-stops:.5in 1.0in 1.5in 2.0in 2.5in 3.0in 3.5in 4.0in 4.5in 5.0in 5.5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms';"&gt;O encontro e a seleção da planta hospedeira pelos insetos fitófagos, tanto para a alimentação como para a oviposição, envolvem geralmente comportamentos estereotipados. O desencadeamento desses comportamentos acontece mediante um amplo conjunto de sinais físicos e químicos relacionados com as plantas hospedeiras potenciais. Além disso, a presença de competidores e/ou predadores pode alterar a escolha do inseto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;tab-stops:.5in 1.0in 1.5in 2.0in 2.5in 3.0in 3.5in 4.0in 4.5in 5.0in 5.5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; font-size: 14px; "&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms'; "&gt;Neste encontro, vou tratar de algumas questões sobre como diferentes tipos de insetos escolhem suas plantas hospedeiras. Por exemplo, insetos especialistas (alimentam-se de uma ou poucas espécies de plantas) usam os mesmos mecanismos que os generalistas (alimentam-se de várias espécies) para o encontro e escolha de suas plantas hospedeiras? Que fatores determinam a amplitude do “cardápio” de um inseto?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms'; "&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms'; "&gt;Como fêmeas adultas de insetos com metamorfose completa (ovo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style=""&gt;&lt;span style="mso-char-type: symbol;mso-symbol-font-family:Symbol"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms'; "&gt;®&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms'; "&gt; larva&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style=""&gt;&lt;span style="mso-char-type:symbol;mso-symbol-font-family:Symbol"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms'; "&gt;®&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms'; "&gt; pupa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style=""&gt;&lt;span style="mso-char-type:symbol;mso-symbol-font-family: Symbol"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms'; "&gt;®&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms'; "&gt; adulto) que se alimentam de recursos diferentes dos das larvas e só têm contato com a planta hospedeira no momento da oviposição, escolhem a planta hospedeira adequada para a prole? Os insetos são capazes de aprender a reconhecer determinadas características das plantas e modificar seu comportamento de escolha em função disso? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;tab-stops:.5in 1.0in 1.5in 2.0in 2.5in 3.0in 3.5in 4.0in 4.5in 5.0in 5.5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms';"&gt;Esses aspectos, além de outros, têm grande importância para a compreensão das relações ecológicas e evolutivas entre insetos e plantas. Do ponto de vista prático, tais estudos são especialmente importantes em insetos considerados pragas agrícolas, sendo úteis para o conhecimento de como pode ocorrer a distribuição dos insetos nas plantas hospedeiras, bem como de como pode se dar a escolha ou mudança de hospedeiros, auxiliando no controle e manejo de tais populações.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;tab-stops:.5in 1.0in 1.5in 2.0in 2.5in 3.0in 3.5in 4.0in 4.5in 5.0in 5.5in"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms'; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;tab-stops:.5in 1.0in 1.5in 2.0in 2.5in 3.0in 3.5in 4.0in 4.5in 5.0in 5.5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; font-size: 14px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;Leitura recomendada&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:.5in;text-align:justify;text-indent:-.5in; tab-stops:.5in 1.0in 1.5in 2.0in 2.5in 3.0in 3.5in 4.0in 4.5in 5.0in 5.5in"&gt;&lt;span lang="IT" style="font-size:9.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-ansi-language: IT"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; "&gt;&lt;span lang="IT" style="font-size:9.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;mso-ansi-language: IT"&gt;EDWARDS, P. J. &amp;amp; WRATTEN, S. D. 1981. &lt;/span&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size:9.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;Ecologia das interações entre insetos e plantas.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size:9.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt; Coleção Temas de Biologia. Editora Pedagógica Universitária, São Paulo. &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;71 pp. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:.5in;text-align:justify;text-indent:-.5in; tab-stops:.5in 1.0in 1.5in 2.0in 2.5in 3.0in 3.5in 4.0in 4.5in 5.0in 5.5in"&gt;&lt;span style="font-size:9.0pt;text-transform:uppercase;mso-ansi-language:EN-US"&gt;Gullan, P. J. &amp;amp; &lt;st1:place st="on"&gt;&lt;st1:city st="on"&gt;cranston&lt;/st1:city&gt;&lt;/st1:place&gt;, P. S. 2007. &lt;/span&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size:9.0pt;font-family:&amp;quot;(Usar fonte para texto asiático&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Os Insetos: um resumo de entomologia&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 9.0pt;font-family:&amp;quot;(Usar fonte para texto asiático&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;. Editora Roca LTDA, São Paulo. 440pp.&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; text-transform: uppercase; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:.5in;text-align:justify;text-indent:-.5in; tab-stops:.5in 1.0in 1.5in 2.0in 2.5in 3.0in 3.5in 4.0in 4.5in 5.0in 5.5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size:9.0pt;text-transform:uppercase"&gt;Panizzi A.R. &amp;amp; Parra R. P.&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size:9.0pt;mso-bidi-font-size: 12.0pt"&gt; 1991. &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Ecologia nutricional de insetos e suas implicações no manejo de pragas&lt;/i&gt;. Editora Manole LTDA, São Paulo 359 pp.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-5828099521527990496?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/5828099521527990496/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=5828099521527990496' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/5828099521527990496'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/5828099521527990496'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2008/10/resumo-da-apresentao-do-dia-10112008.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-381027716861850858</id><published>2008-10-28T05:34:00.000-07:00</published><updated>2008-10-28T05:37:26.831-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: verdana"&gt;Próximo Evento 10 de novembro de 2008 –  18h30min&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic; "&gt;Como os insetos escolhem suas plantas hospedeiras?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic; "&gt;Iara Bravo (IB-UFBA)&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-381027716861850858?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/381027716861850858/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=381027716861850858' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/381027716861850858'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/381027716861850858'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2008/10/prximo-evento-10-de-novembro-de-2008.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-7288308342335621425</id><published>2008-10-28T05:20:00.002-07:00</published><updated>2008-10-28T05:27:09.448-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Café Científico na Mídia 8 - Clipping A TARDE&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/_OrQbHex-Fzs/SQcE9MkybTI/AAAAAAAAACA/yeJJWztzTa8/s400/suaniciencia.jpg" style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 202px; height: 400px;" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262180138999770418" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-7288308342335621425?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/7288308342335621425/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=7288308342335621425' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/7288308342335621425'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/7288308342335621425'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2008/10/caf-cientfico-na-mdia-8-clipping-tarde.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_OrQbHex-Fzs/SQcE9MkybTI/AAAAAAAAACA/yeJJWztzTa8/s72-c/suaniciencia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-5193194097927155807</id><published>2008-10-03T04:22:00.000-07:00</published><updated>2008-10-03T04:27:38.138-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Resumo Evento - 13 de outubro de 2008 - 18h:30min&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O que (não) é a matemática?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por &lt;em&gt;Thierry Petit Lobão&lt;/em&gt; (Instituto de Matemática da UFBa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Há aqueles que gostam de Matemática, outros... nem tanto; há os que a conhecem mais, e há também os que se restringem ao que aprenderam nos anos de escola... Todavia creio que todos concordam se afirmarmos que a Matemática, independentemente de tempo e lugar, perpassa tudo o que fazemos ou pensamos. E creio também que muitos já se perguntaram: mas afinal, que é Matemática?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evidentemente esta questão envolve várias outras! Pois ela abarca interrogações do tipo: Quando surgiu a Matemática? Onde? Ela é realmente necessária para entendermos o mundo? Esta última relaciona-se certamente a outras como: Ela está correta? Já sabemos tudo sobre Matemática ou ainda há algo por aprendermos? O que nos leva à dúvida de muitos alunos: Temos mesmo que estudar Matemática, para que? Há questões profundas como: A Matemática é uma ciência? Ela é inventada ou descoberta?  E outras que são apenas curiosidades, mas interessantes como: Por que não há um prêmio Nobel para a Matemática? Para fazer-se Matemática é necessário ser jovem? Ou um gênio? Um matemático tem que ser criativo ou basta fazer raciocínios rápidos? Ganha-se dinheiro fazendo Matemática?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste nosso encontro, discutiremos a Matemática, mas não daremos uma resposta definitiva a qualquer destas questões (exceto talvez aquela sobre se devemos estudar Matemática!); pois acreditem: muitos tentaram (bem mais capazes que eu!) e obtiveram respostas que se revelaram incompletas ou totalmente equivocadas! Mas certamente suas propostas podem nos ajudar a revelar algo do fascinante mundo da Matemática! Recordando algumas destas, tentarei mostrar-lhes que a Matemática surgiu muito, muito tempo atrás, e em todos os cantos do mundo! E que este, o mundo, parece que se revela pela Matemática. Que a Matemática é sim uma ciência e que, em certo sentido, está correta; sendo talvez a única ciência que pode gabar-se disto! Mas que também tem algo de arte; pois, diferentemente do que muitos pensam, nela há de fato uma imensa liberdade para a criação, sem a qual ela absolutamente não evolui. Realiza-se assim um raro e surpreendente casamento entre a verdade e a beleza, tão caras à ciência e à arte.  Ademais que todo o conhecimento que temos da Matemática, embora em constante e acelerado desenvolvimento, é infinitamente menor do que aquilo que ainda podemos saber. Que a Matemática não é misteriosa nem impenetrável, e que um matemático não tem idade apropriada nem necessita de dons especiais; tem apenas que gostar de saber sempre mais, e entender que, de alguma forma que ainda não compreendemos, a Matemática está presente em todos os aspectos mundo; que basta aventurar-se neste caminho, e ele é realmente fascinante!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Algumas sugestões para leitura:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O que é Matemática?&lt;/em&gt; Richard Courant e Herbert Robbins – Ed. Ciência Moderna.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Introdução à História da Matemática&lt;/em&gt;. Howard Eves – Ed. Unicamp.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Uma História da Matemática&lt;/em&gt;. Florian Cajori – Ed. Ciência Moderna.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A Rainha das Ciências&lt;/em&gt;. Gilberto G. Garbi – Ed. Livraria da Física.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Filosofia da Matemática&lt;/em&gt;. Stephen F. Barker – Ed Zahar.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Uma Introdução à Filosofia da Matemática&lt;/em&gt;. Stephan Körner – Ed. Zahar.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A Matemática para todos&lt;/em&gt;. Carloman Carlos Borges – Ed. UEFS.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-5193194097927155807?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/5193194097927155807/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=5193194097927155807' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/5193194097927155807'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/5193194097927155807'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2008/10/resumo-evento-13-de-outubro-de-2008.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-8939860261773883665</id><published>2008-10-03T04:18:00.000-07:00</published><updated>2008-10-03T04:22:06.373-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Próximo Evento - 13 de outubro de 2008 - 18h:30min&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;O que (não) é a matemática?&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;por &lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Thierry Petit Lobão&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; (Instituto de Matemática da UFBa)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-8939860261773883665?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/8939860261773883665/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=8939860261773883665' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/8939860261773883665'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/8939860261773883665'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2008/10/prximo-evento-13-de-outubro-de-2008.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-6158477713559945034</id><published>2008-08-19T20:19:00.000-07:00</published><updated>2008-08-19T20:31:13.219-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Resumo Evento - 1 de setembro de 2008 - 18h:30min&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Modelando a Natureza: A não-linearidade à luz da Matemática e da Computação&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;por Suani Tavares Rubim de Pinho (Instituto de Física da UFBa)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A partir da segunda metade do século XX, assistimos ao surgimento de uma “nova ciência” denominada Dinâmica Não-Linear; que atingiu as Ciências Naturais - Física, Química e Biologia – com repercussões nas Ciências da Saúde e Sociais. Tal caráter multidisciplinar requer uma abordagem sistêmica, na qual se descreve o comportamento de sistemas, físicos, químicos ou biológicos, que evoluem no tempo e no espaço, identificando interessantes padrões espaciais em diferentes instantes. Esta descrição se dá por modelos matemáticos, implementados em rotinas computacionais, e validados quando confrontados com dados reais. Modelando aspectos essenciais dos fenômenos, pretende-se descrever o comportamento global que emerge destes sistemas, muitas vezes, de caráter complexo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Apresentaremos, por meio de exemplos, a evolução das idéias desenvolvidas nesta área que começam com a Teoria do Caos e a Geometria Fractal nas décadas de 60 e 70, culminando com o estudo dos Sistemas Complexos a partir da década de 90. E ressaltaremos a relevância do uso dos computadores para o desenvolvimento da Dinâmica Não-Linear.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Através da modelagem matemática, espera-se expressar mais formalmente as não-linearidades dos fenômenos naturais. Este é o terreno da Matemática Aplicada! A descrição dos sistemas sociais também segue o caminho da formalização, a exemplo do uso das chamadas redes complexas. No entanto, neste debate, restringiremos nossa análise predominantemente aos sistemas naturais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Embora as ciências físicas atualmente estejam mais formalizadas que as biológicas, amplia-se a importância de formalização destas últimas, Neste cenário a necessidade de equipes multidisciplinares oriundas das áreas de ciências exatas, biológicas e sociais torna-se premente, tanto em nível do desenvolvimento da ciência quanto no da formação dos estudantes.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Sugestões para leitura:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ian Stewart, Os Números da Natureza – a realidade irreal da imaginação matemática. Ed. Rooco, Rio de Janeiro, 1996.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Edward N. Lorenz, A Essência do Caos. Ed. Universidade de Brasília (UnB), Brasília, 1996.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Benoît Mandelbrot, Objetos Fractais. Ed. Gradiva, Lisboa, 1991.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;H. Moysés Nussenzveig (org.), Complexidade &amp;amp; Caos. Ed. UFRJ / COPEA, Rio de Janeiro, 1999.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eduardo Massad, Renée X. de Menezes, Paulo S. P. Silveira, Neli Regina S. Ortega, Métodos Quantitativos em Medicina, Ed. Manole, São Paulo, 2004.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-6158477713559945034?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/6158477713559945034/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=6158477713559945034' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/6158477713559945034'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/6158477713559945034'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2008/08/resumo-evento-1-de-setembro-de-2008.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-1151068233303737084</id><published>2008-08-19T20:04:00.000-07:00</published><updated>2008-08-19T20:32:45.140-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;Próximo Evento - 1 de setembro de 2008 - 18h:30min&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Modelando a Natureza: A não-linearidade à luz da Matemática e da Computação&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;por Suani Tavares Rubim de Pinho (Instituto de Física da UFBa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;* Excepcionalmente, apenas este mês, o café científico será na primeira, em vez de na segunda semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Café Científico é um local em que qualquer pessoa pode discutir desenvolvimentos recentes das várias ciências e seus impactos sociais. Ele oferece uma oportunidade para que cientistas e o público em geral se encontrem face a face para discutir questões científicas, numa atmosfera agradável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos procurando implantar uma conduta ambientalmente responsável no café. Assim, pedimos à nossa audiência que leve suas canequinhas, copos etc. para beber o café e a água oferecidas durante o evento. Assim, poderemos não usar tantos copinhos de plástico, que têm custo ambiental considerável, visto que não podem ser devidamente reciclados.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-1151068233303737084?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/1151068233303737084/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=1151068233303737084' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/1151068233303737084'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/1151068233303737084'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2008/08/prximo-evento-1-de-setembro-de-2008.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-2550094164747197343</id><published>2008-07-28T09:10:00.000-07:00</published><updated>2008-08-06T12:05:16.316-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Resumo da apresentação do dia 11/08/2008&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Permanência e Transformação: Como a Termodinâmica vê os processos físicos&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;por Ernesto Borges (Escola Politécnica - UFBa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Energia é um conceito fundamental em ciência. Ela se apresenta sob várias formas: energia mecânica, elétrica, gravitacional, química etc. Quando um sistema sofre transformações, sua energia pode mudar de uma forma para outra, mas a energia total se mantém constante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do ponto de vista da energia, em princípio, qualquer transformação que mantenha a energia total constante é possível. Entretanto, não é isso que observamos: algumas transformações sempre ocorrem, enquanto outras nunca acontecem. Por exemplo: se colocarmos uma gota de adoçante no café, mesmo que não o mexamos com uma colher, após algum tempo todo o café estará adocicado. Entretanto, após a mistura ter sido feita, nunca observamos o adoçante voltar a se concentrar em uma única gota de modo espontâneo, e o restante da xícara ficar como antes, sem o menor vestígio do sabor doce. Para explicar a predileção da natureza por algumas transformações em relação a outras é necessário utilizar um conceito adicional: a entropia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como a energia, a entropia é uma propriedade característica de todos os sistemas. Entretanto, seu comportamento é diverso: enquanto a energia se mantém constante (Primeira Lei da Termodinâmica), a entropia sempre aumenta ao longo de uma transformação (Segunda Lei da Termodinâmica). Desse jogo entre o que permanece constante e do que se transforma, resulta o modo como a Termodinâmica explica os processos físicos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leituras adicionais:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Gino Segrè, Uma questão de graus, Ed. Rocco, Rio de Janeiro, 2005. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Suani T. R. Pinho e Roberto R. S. Andrade, "Evolução das idéias daTermodinâmica e da Mecânica Estatística", em José Fernando Rocha (org.), "Origens e evolução das idéias da Física", Edufba, Salvador, 2002.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Octave Levenspiel, Termodinâmica amistosa para engenheiros, Editora Edgard Blucher Ltda.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-2550094164747197343?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/2550094164747197343/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=2550094164747197343' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/2550094164747197343'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/2550094164747197343'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2008/07/resumo-da-apresentao-do-dia-11082008.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-1141726485633798837</id><published>2008-07-28T09:05:00.000-07:00</published><updated>2008-08-06T11:54:31.746-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Próximo Evento -11 de agosto 18h30min&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Permanência e transformação: Como a termodinâmica vê os processos físicos&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por Ernesto Borges (Escola Politécnica - UFBa)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-1141726485633798837?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/1141726485633798837/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=1141726485633798837' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/1141726485633798837'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/1141726485633798837'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2008/07/prximo-evento-11-de-agosto-18h30min.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-3825472566358769150</id><published>2008-07-22T14:56:00.000-07:00</published><updated>2008-07-22T14:58:37.010-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;Café Científico na Mídia 7 - Clipping A TARDE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_OrQbHex-Fzs/SIZXvmhmhLI/AAAAAAAAABY/U4uEeFcvrKE/s1600-h/cafedengue.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5225960892916991154" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_OrQbHex-Fzs/SIZXvmhmhLI/AAAAAAAAABY/U4uEeFcvrKE/s400/cafedengue.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-3825472566358769150?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/3825472566358769150/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=3825472566358769150' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/3825472566358769150'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/3825472566358769150'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2008/07/caf-cientfico-na-mdia-7-clipping-tarde.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_OrQbHex-Fzs/SIZXvmhmhLI/AAAAAAAAABY/U4uEeFcvrKE/s72-c/cafedengue.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-3481394282716012642</id><published>2008-07-07T18:54:00.000-07:00</published><updated>2008-07-07T18:58:12.945-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Resumo da apresentação do dia 14/07/2008&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;Dengue: como avançar no controle desta doença?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;por Glória Teixeira (ISC-UFBA)&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:78%;"&gt;A dengue, nos dias atuais, é uma das doenças transmitida por mosquito de maior importância para a Saúde Pública mundial. O seu vírus causador circula em quatro continentes e já atingiu mais de 100 países. Estimativas da OMS indicam que, anualmente, 50 milhões de pessoas são infectadas e cerca de 500.000 casos da Febre Hemorrágica do Dengue (FHD) ocorrem com pelo menos 12.000 óbitos por esta causa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:78%;"&gt;No Brasil, desde 2006 que epidemias sucessivas de febre do dengue vêm sendo registradas e, a partir de 1990, dois sorotipos (DENV1 e DENV2) do vírus passaram a circular simultaneamente e casos de FHD foram diagnosticados. Em 2001, com a introdução do DENV3 no país, houve agravamento da situação. Entre janeiro daquele ano e dezembro de 2002 mais de 2700 casos de FHD foram notificados. A epidemia que eclodiu em 2008 no Rio de Janeiro, com milhares de casos hemorrágicos atingindo crianças e adultos, colocou em colapso a rede de atenção à saúde daquela cidade, com grande repercussão nacional e internacional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:78%;"&gt;O estado da Bahia vem sendo acometido por dengue desde 1994 e, sua capital, Salvador, registrou a primeira epidemia logo no ano seguinte. Neste estado também circulam três sorotipos (DENV1,DENV2 e DENV3) e, a partir de 2002, principalmente, indivíduos também foram acometidos com FHD. Em 2008, houve um significativo aumento no número de casos no interior do estado, atingindo mais fortemente a região de Irecê, contudo, incremento no número de casos foi registrado em Salvador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No que pese o avanço do conhecimento científico na área biomédica, tem-se constatado dificuldades no controle desta doença em todo o mundo, em função da inexistência de vacinas para uso em populações humanas e do controle estar centrado no combate ao seu vetor, o mosquito Aedes aegypti, único elo vulnerável da cadeia de transmissão do dengue. Apesar do dispêndio de recursos do SUS (Sistema Único de Saúde) em ações de combate a este mosquito a situação epidemiológica do Brasil e da Bahia evidencia, claramente, que não vem se obtendo progressos na prevenção desta virose. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:78%;"&gt;Diante destes fatos, cumprimento os organizadores do Café Científico pela iniciativa de trazer este tema para debate, por considerar da maior importância desvendar as razões das dificuldades institucionais, administrativas, políticas e científicas, para alcance de maior efetividade no combate ao dengue. Particularmente, pela necessidade de se implementar o componente de educação e mobilização social dos programas de controle da dengue, propósito que só será obtido com amplo debate e participação. Consideramos este componente peça chave da sustentabilidade e manutenção das ações de combate vetorial, que só são efetivas se forem contínuas, permanentes e capazes de promover modificações ambientais que tornem desfavoráveis a proliferação de um mosquito-vetor de hábitos antropofílicos,  totalmente adaptado ao ambiente habitado pelo homem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:78%;"&gt;Os resultados de algumas avaliações concernentes às atividades e ações que vêm sendo desenvolvidas neste campo, no Brasil e em outros países, evidenciam claramente as dificuldades e limites das estratégias de educação, comunicação e mobilização que vêm sendo utilizadas.  Entende-se que se faz necessário profundas mudanças nas abordagens que têm sido aplicadas, com vistas a superação das táticas campanhistas da antiga ‘polícia sanitária”. De acordo com as avaliações que vêm sendo conduzidas estas estratégias não têm obtido o efeito desejado, pois a maioria da população absorve os conhecimentos, ou seja, sabe onde o vetor coloca os ovos, que recipientes contendo água devem ser eliminados, da necessidade de colocar tampa nos depósitos que não podem ser eliminados, dentre outras informações. Contudo, estes conhecimentos não têm sido eficazes no sentido da indução de  mudanças de práticas e comportamentos. Assim, os ambientes domésticos se mantêm receptivos  à manutenção e proliferação do Aedes aegypti.   &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Deste modo, ao lado de pesquisas voltadas para o desenvolvimento de produtos, inovações e invenções que venham a aprimorar as técnicas de controle desta doença pelos serviços de saúde, faz-se necessário a abertura de espaços de diálogo e conversação entre profissionais, agentes de saúde e população. Este diálogo deve ser direcionado para a busca de soluções para os problemas que impedem a redução da população de mosquitos, sendo fundamental para aportar novos enfoque e subsídios para o delineamento de novas estratégias de atuação capazes de modificar comportamentos e atitudes, individuais e coletivas, frente a este risco sobre a saúde humana.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-3481394282716012642?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/3481394282716012642/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=3481394282716012642' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/3481394282716012642'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/3481394282716012642'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2008/07/resumo-da-apresentao-do-dia-14072008.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-6206373786295733697</id><published>2008-07-07T18:50:00.000-07:00</published><updated>2008-07-07T18:53:53.724-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Próximo Evento 14 de julho de 2008 – 18h30min&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dengue: como avançar no controle desta doença?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por &lt;em&gt;Glória Teixeira (ISC-UFBA)&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-6206373786295733697?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/6206373786295733697/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=6206373786295733697' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/6206373786295733697'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/6206373786295733697'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2008/07/prximo-evento-14-de-julho-de-2008.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-4190188409608032584</id><published>2008-06-15T07:09:00.000-07:00</published><updated>2008-06-18T08:18:26.462-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;CANCELADO - &lt;span style="font-size:100%;"&gt;Café Científico Especial – Ano Darwin&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Não será realizado o café especial dos anos Darwin previsto para o dia 07/06. O café científico continuará com sua programação normal na segunda segunda-feira de julho (14).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-4190188409608032584?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/4190188409608032584/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=4190188409608032584' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/4190188409608032584'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/4190188409608032584'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2008/06/caf-cientfico-especial-ano-darwin-07-de.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-955378187745050896</id><published>2008-05-29T06:40:00.000-07:00</published><updated>2008-05-29T06:49:24.328-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;PDDU de Salvador é pauta de Café Científico&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Espaço público, participação popular e o processo de elaboração e revisão do Plano&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;O Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU) de Salvador, sancionado neste ano pelo prefeito João Henrique, estará na pauta do Café Científico Salvador, que acontece na próxima segunda-feira (02), a partir das 18h30, na Livraria Multicampi LDM, Piedade. O professor do Departamento de Geografia da Universidade Federal da Bahia (Ufba), Angelo Serpa*, será o responsável por esta edição. Teorias e conceitos sobre o assunto serão tratados pelo palestrante, que retoma o mote do livro "O espaço público na cidade contemporânea", de sua autoria, lançado pela Editora Contexto, em 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Serpa, Salvador, como outras metrópoles do Brasil e do mundo, "vem conduzindo políticas de requalificação urbana seletivas e segregacionistas, que reforçam e tornam visíveis as desigualdades sócio-espaciais no tecido urbano-metropolitano". Nesse processo, em que as áreas periféricas e de urbanização popular da cidade ficam à revelia do "desenvolvimento urbano" vigente, como falar de participação popular na formulação de políticas públicas num contexto tão adverso? Sendo este um ponto de partida de Serpa para a discussão do PDDU no Café Científico, ele adianta que ainda está longe de acontecer a construção de um planejamento verdadeiramente participativo e contínuo na capital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a eleição de João Henrique, a prefeitura de Salvador assumiu, em 2005, o compromisso de revisar, democraticamente, o recém aprovado PDDU (2004). O texto do Plano foi discutido a partir da mobilização de alguns setores da sociedade. No início, as audiências públicas eram vestidas da idéia de democratização da gestão urbana e da função social da propriedade. Apesar disso, ao longo do processo, a conjuntura muda. Em 2008, o Plano é sancionado pelo prefeito sob protestos e oposição de determinados segmentos da sociedade soteropolitana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Café Científico é promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Ensino, Filosofia e História das Ciências (UFBA/UEFS) e pela LDM – Livraria Multicampi. O evento é inteiramente gratuito e não necessita de inscrição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*&lt;em&gt;Angelo Serpa&lt;/em&gt; é doutor em Planejamento Paisagístico e Ambiental pela Universitaet Für Bodenkultur Wien (1994), com pós doutorado em Estudos de Organização do Espaço Exterior e Planejamento Urbano-Regional e Paisagístico realizado na Universidade de São Paulo (1995-1996) e em Geografia Cultural realizado na Université Paris IV (Sorbonne/2002-2003). Atualmente é professor associado da Universidade Federal da Bahia. Tem experiência nas áreas de Geografia e de Planejamento, com ênfase em Geografia Urbana, Geografia Regional e Geografia Cultural, Planejamento Urbano, Planejamento Regional e Planejamento Paisagístico, trabalhando principalmente os seguintes temas de pesquisa: espaço público, periferias urbanas e metropolitanas, manifestações da cultura popular, identidade de bairro, cognição e percepção ambiental. É docente permanente na Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo e no Mestrado em Geografia da Universidade Federal da Bahia, onde também coordena o Laboratório de Análise Urbano-Regional (NUAGEO) e é editor responsável pela Revista GeoTextos. É bolsista de produtividade em pesquisa do CNPQ.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Serviço&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O quê: Café Científico Salvador com o tema "Espaço público, participação popular e o processo de elaboração e revisão do Plano Diretor de Salvador".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando: 02 de junho, a partir das 18h30.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde: Livraria Multicampi LDM, Rua Direita da Piedade, nº 20.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contato &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Imprensa – Débora Alcântara (**71 8805-6292);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Produção – Vagner Rocha (**71 8815-5004).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros contatos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LDM: **71 2101-8000. Ufba **71 3283-6568.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-955378187745050896?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/955378187745050896/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=955378187745050896' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/955378187745050896'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/955378187745050896'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2008/05/pddu-de-salvador-pauta-de-caf-cientfico.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-958071252709817426</id><published>2008-05-29T06:33:00.000-07:00</published><updated>2008-05-29T06:50:09.127-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;strong&gt;Próximo Evento 2 de junho de 2008 – 18h30min&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Espaço público, participação popular e o processo de elaboração / revisão do Plano Diretor de Salvador: bases para um debate&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por Ângelo Serpa (IG-UFBa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:78%;"&gt;As questões norteadoras do livro "O espaço público na cidade contemporânea", lançado pela Editora Contexto, em 2007, podem também servir de mote inicial para este café científico: Qual é o papel desempenhado pelo espaço público na cidade contemporânea? Que variáveis analisar? E a partir de que teorias e conceitos? No livro, tal discussão foi encarada como um desafio para a Geografia e para todas as ciências que se pretendam políticas e ativas, já que o espaço público é considerado como o espaço da ação política ou da possibilidade da ação política na contemporaneidade. Esta característica fundamental contrasta, nas cidades contemporâneas, com o processo de incorporação dos espaços públicos urbanos como mercadorias para o consumo de poucos, dentro da lógica de produção e reprodução do sistema capitalista na escala mundial. Ou seja, ainda que sejam adjetivados como públicos, poucos se beneficiam desses espaços teoricamente comuns a todos. Antes de tudo, é necessário discutir o sentido da ação, da ação política, que consideramos pertinente para a análise do espaço público no período contemporâneo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Salvador, como outras metrópoles do Brasil e do mundo, vem conduzindo políticas de requalificação urbana seletivas e segregacionistas, que reforçam e tornam visíveis as desigualdades sócio-espaciais no tecido urbano-metropolitano. Depois da segunda metade dos anos 1990, a cidade empreendeu uma política sistemática de criação e reabilitação de parques e jardins públicos. A estratégia de promoção de uma imagem positiva de Salvador através da revalorização de seus espaços públicos faz parte do receituário do planejamento estratégico. Este modelo aposta na criação de holdings, consórcios ou empresas mistas para executar ações de desenvolvimento urbano. Tanto a requalificação como a adoção de espaços públicos por empresas privadas segue a lógica da visibilidade e da expectativa de retorno através da propaganda e do marketing. O problema é que esses programas não atendem, via de regra, as áreas periféricas e de urbanização popular da cidade, onde o abandono de parques e praças é notório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como falar de participação popular na formulação de políticas públicas num contexto tão adverso? Esta questão norteia a segunda parte da reflexão sobre os processos de elaboração e revisão do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano, que demonstram que ainda estamos longe da construção de um planejamento verdadeiramente participativo e contínuo no tempo em Salvador. O PDDU foi revisado a partir da mobilização de alguns setores da sociedade, que resultou numa ação visando à garantia de participação. A posse de um novo prefeito em 2005 favoreceu o processo capitaneado pela Prefeitura e pelas Administrações Regionais, sendo frágil a representatividade dos presentes nas discussões, embora isso não tenha se constituído em impedimento para aprovação deste importante instrumento de planejamento e formulação de políticas públicas pela Câmara Municipal de Salvador em 2007. Em 2008, o Plano entrou em vigor com a sanção do Prefeito, sob protestos e oposição de determinados segmentos da sociedade soteropolitana.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Leitura Recomendada:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;ARENDT, H. A Condição Humana, 10. Ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2000.&lt;br /&gt;HABERMAS, J. Mudança estrutural da esfera pública. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1984.&lt;br /&gt;LEFEBVRE, H. O direito à cidade. São Paulo: Editora Moraes, 1991.&lt;br /&gt;SENNET, R. O declínio do homem público. 6. reimpressão. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.&lt;br /&gt;SERPA, A. O Espaço Público na Cidade Contemporânea. 1. ed. São Paulo: Editora Contexto, 2007a. 208 p.&lt;br /&gt;SERPA, A. (Org.). Cidade Popular - Trama de Relações Sócio-Espaciais. 1. ed. Salvador: Editora da Universidade Federal da Bahia - EDUFBA, 2007d.&lt;br /&gt;YÁZIGI, E. O mundo das calçadas. São Paulo: Humanitas/FFLCH-USP; Imprensa Oficial do Estado, 2000.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-958071252709817426?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/958071252709817426/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=958071252709817426' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/958071252709817426'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/958071252709817426'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2008/05/prximo-evento-2-de-junho-de-2008-18.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-2499202499204084532</id><published>2008-05-07T15:45:00.000-07:00</published><updated>2008-05-07T15:53:08.524-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Próximo Evento 12 de maio de 2008 – 18 horas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Por que classificar os seres vivos é importante para compreender a biodiversidade?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;por Freddy Bravo (Depto. de Ciências Biológicas, UEFS)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;  Nós, humanos, temos uma tendência a classificar tudo ao nosso redor para entender mais facilmente o mundo que nos rodeia. Esta atividade, provavelmente, é tão antiga quanto a própria história da humanidade. Podemos observar classificações em livrarias –livros por assunto, em supermercados –produtos da mesma origem e/ou função, lojas de roupas –por faixa etária e sexo, etc. Ao classificar os seres vivos o fazemos, principalmente, pelo impacto que eles têm sobre nós, como por exemplo na saúde, alimentação, vestuário, etc. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;  A primeira tentativa de formalizar uma classificação para os seres vivos, especificamente para os animais, foi realizada por Aristóteles, filósofo grego do século IV a.C., e viria influenciar por muitos séculos os trabalhos em história natural. Mais de 2000 anos depois, Linneo, naturalista sueco do século XVIII, propôs um sistema de classificação hierárquico-binomial, com o qual pretendia classificar todas as criaturas criadas por Deus. Este sistema ainda é usado em Taxonomia biológica, a ciência da classificação, no qual cada espécie tem dois nomes (binomial), e é classificada em um sistema hierárquico de categorias (como por exemplo Reino, Filo, Classe, ordem, família, gênero,espécie) e está de acordo com as regras e princípios de códigos de nomenclatura, o que garante a cada espécie um nome único, universal e estável.&lt;br /&gt;  A Biodiversidade (diversidade da vida) é uma das propriedades fundamentais da natureza na qual são reconhecidos três níveis: diversidade genética, diversidade de espécies e diversidade de ecossistemas. A taxonomia se ocupa da diversidade de espécies e esta atividade, segundo alguns pesquisadores, é a atividade básica que fornece a informação primária para que outras disciplinas das Ciências Biológicas ou das Ciências da Vida (como por exemplo ecologia, fisiologia, medicina e agronomia) possam efetuar seus estudos.&lt;br /&gt;Pouco mais de duzentos e setenta anos depois da publicação do Systema Naturae de Linneo (1735), marco inicial do sistema classificatório moderno, são conhecidas, aproximadamente 1,5 – 1,8 milhões de espécies. Por outro lado, estimativas de alguns pesquisadores sugerem que o número de espécies pode variar entre 5 e 80 milhões. A expansão humana no planeta e os recursos necessários para manter a vida humana têm se tornado fatores de risco para a manutenção da biodiversidade do planeta.&lt;br /&gt;  A taxonomia, que nomeia e classifica a biodiversidade, tem um papel fundamental no conhecimento desta, no entanto, esta recuperação sobre a informação da diversidade de espécies pode estar comprometida com a falta de taxonomistas no mundo, problema conhecido como “impedimento taxonômico”.&lt;br /&gt;Neste resumo foi apresentada rapidamente a importância da taxonomia (nomeação e classificação de espécies) para o conhecimento da biodiversidade. O Brasil, um país megadiverso, necessita de taxonomistas e Governo Federal está ciente e apóia uma iniciativa para a formação deste tipo de profissionais. Cabe aos pesquisadores incentivarem e formarem novos taxonomistas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia Sugerida:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Borges, JC.  2006. Baú do tesouro. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://cienciahoje.uol.com.br/58888"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://cienciahoje.uol.com.br/58888&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;.&lt;br /&gt;Mayr, E. 1998. O desenvolvimento do pensamento biológico: diversidade, evolução e herança. Editora Universidade de Brasilia. 1107p. (Capítulos 4, 5 e 6)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pinna, M. de. 2001. Conrad Gesner e a sistemática biológica. Há 450 anos era publicado o primeiro volume da Historia animalium.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.educacaopublica.rj.gov.br/biblioteca/biologia/bio16c.htm"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://www.educacaopublica.rj.gov.br/biblioteca/biologia/bio16c.htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Rapini, A. 2004. Modernizando a Taxonomia. Biota Neotropica v4 (n1) –&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.biotaneotropica.org.br/v4n1/pt/abstract?point-of-view+BN0020"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://www.biotaneotropica.org.br/v4n1/pt/abstract?point-of-view+BN0020&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Raw, A. 2003. Sistemática no currículo universitário.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;cienciahoje.uol.com.br/controlPanel/materia/resource/download/41576.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-2499202499204084532?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/2499202499204084532/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=2499202499204084532' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/2499202499204084532'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/2499202499204084532'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2008/05/prximo-evento-12-de-maio-de-2008-18.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-6567941794745427417</id><published>2008-04-27T18:06:00.000-07:00</published><updated>2008-04-27T18:12:14.656-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Resumo apresentação Café Científico Especial – Ano Darwin&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;05 de maio de 2008 (segunda-feira) – 18:00&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Evolução aplicada ao cotidiano&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por Claudia Sepúlveda (Depto. de Educação, UEFS)&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A teoria evolutiva de Darwin tem sido aclamada pela sua importância acadêmica ao estabelecer as bases da Biologia, e pelo impacto abrangente e desafiador que apresentou ao pensamento humano. Neste Café Científico abordaremos outro aspecto do pensamento evolutivo darwinista: sua relevância para lidarmos com problemas práticos que nos afligem, dizem respeito à nossa qualidade de vida e emergem da relação entre ciência, tecnologia e sociedade.&lt;br /&gt;A biologia evolutiva tem passado por aperfeiçoamentos conceituais e metodológicas, todos eles compatíveis com duas teorias propostas por Darwin: (1) a de que diferentes tipos de organismos descendem de um ancestral comum, teoria da descendência comum, e (2) a de que o principal (mas não único) mecanismo de evolução é a sobrevivência e reprodução diferencial de indivíduos com características que aumentam sua capacidade de explorar recursos limitados no ambiente em que vivem, teoria da seleção natural. Estes dois princípios têm sido aplicados à resolução de questões tão diversas acerca de nossa existência cotidiana como: Por que nós somos susceptíveis a tantas doenças? Por que cada vez mais pessoas morrem de infecções hospitalares? Como surgiu o vírus HIV e porque é tão difícil controlar e tratar a AIDS? De onde surgem e como podemos controlar pragas agrícolas? Quais são os riscos da liberação no meio ambiente de organismos geneticamente modificados? Para quais espécies, comunidades ecológicas ou regiões geográficas devemos destinar nossos esforços de conservação mais urgentes?&lt;br /&gt;Uma compreensão adequada da evolução por seleção natural mostra que nós, seres humanos, somos não apenas alvo deste processo, como também temos um papel como agentes, ao modificamos o ambiente em que vivemos. O uso indiscriminado de antibióticos tem levado ao surgimento de bactérias resistentes a estas drogas de modo tão rápido e abrangente que o fenômeno tem sido considerado uma calamidade de escala mundial. Este é um dentre outros exemplos em que a seleção natural nos ajuda a compreender como mudanças ambientais geradas pela atividade humana, ao alterar a velocidade e o rumo do processo evolutivo de outros organismos, podem apresentar conseqüências para nossa qualidade de vida. A teoria da descendência comum, por sua vez, ao fundamentar os métodos de inferência das relações de parentesco entre as espécies, tem nos permitido identificar: (1) reservatórios de organismos patogênicos; (2) inimigos naturais de pragas agrícolas; (3) espécies de plantas com compostos de importância farmacológica, médica e industrial; (4) regiões com maior variedade de espécies biologicamente diferentes únicas, que por isso devem ser conservadas. Pretendemos explorar alguns destes exemplos de aplicação do darwinismo, de modo a analisarmos como a biologia evolutiva tem nos proporcionado explicações e soluções para problemas de saúde pública, agricultura e gestão ambiental.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leitura Recomendada:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;FUTUYMA, D.J. Evolução, ciência e sociedade. Sociedade Brasileira de Genética. 1999. (disponível em &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.sbg.org.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://www.sbg.org.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MEYER, D; EL-HANI,C.N. Evolução: o sentido da biologia. São Paulo: Editora UNESP, 2005&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-6567941794745427417?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/6567941794745427417/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=6567941794745427417' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/6567941794745427417'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/6567941794745427417'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2008/04/resumo-apresentao-caf-cientfico.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-3921339845311093415</id><published>2008-04-27T18:01:00.000-07:00</published><updated>2008-04-27T18:05:07.090-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Café Científico Especial – Ano Darwin&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;05 de maio de 2008 (segunda-feira) – 18:00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Evolução aplicada ao cotidiano&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por Claudia Sepúlveda (Depto. de Educação, UEFS)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O Café Científico acontece a partir das 18 horas, na sede da Livraria Multicampi LDM, Piedade, Centro. A participação no Café é inteiramente gratuita.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-3921339845311093415?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/3921339845311093415/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=3921339845311093415' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/3921339845311093415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/3921339845311093415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2008/04/caf-cientfico-especial-ano-darwin-05-de.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-4550346831074111443</id><published>2008-03-17T13:00:00.000-07:00</published><updated>2008-03-17T13:09:00.438-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Próximo Evento 14/04/2008 – 18 horas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Produção e Consumo Sustentáveis: Seremos Capazes de Construí-los?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por &lt;em&gt;Asher Kiperstok&lt;/em&gt; da Escola Politécnica da UFBa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Diagnosticar os problemas ambientais que se colocam perante nós é importante mas não é suficiente. Temos que ver com clareza o desafio da sustentabilidade para que possamos estabelecer metas e planejar ações. Urge ainda desenvolvermos metodologias de ação.&lt;br /&gt;Na palestra serão abordados estes temas e serão apresentados os instrumentos que a Produção Limpa e a Ecologia Industrial colocam a nossa disposição.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;maiores informações sobre o tema:&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://teclim.ufba.br/" target="_blank"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://teclim.ufba.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-4550346831074111443?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/4550346831074111443/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=4550346831074111443' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/4550346831074111443'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/4550346831074111443'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2008/03/prximo-evento-14042008-18-horas-produo.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-4025754924411933063</id><published>2008-03-04T13:44:00.000-08:00</published><updated>2008-03-04T13:51:36.373-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Resumo da apresentação do dia 10/03/2008&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Desafios para o Desenvolvimento sustentável no Brasil&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por &lt;em&gt;Emerson Andrade Sales&lt;/em&gt;, professor do Instituto de Química da UFBa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Vivemos hoje uma das grandes contradições da humanidade: o modo segundo o qual a sociedade organizou-se historicamente, mesmo reconhecendo que trouxe avanços extraordinários, por exemplo, no campo do conhecimento, não resolveu questões básicas como a disseminação e apropriação universal deste mesmo conhecimento, visando o bem estar de todos. Ao contrário, mantém ainda hoje os privilégios, a injustiça social, a marginalização dos povos. Como conseqüência deste “modelo” de sociedade, a maneira como se vive na maior parte do planeta causa grandes impactos ambientais ao mesmo, por falta de reflexão sobre a responsabilidade de cada ato, e suas conseqüências para as futuras gerações.&lt;br /&gt;A vida e o ambiente são intimamente ligados, interdependentes; a Terra é um sistema vivo, que tem sido enxergado apenas como fonte de insumos para a sobrevivência humana, e o desenvolvimento da chamada “sociedade de consumo”. Os limites do planeta, exaurido por este modelo de sociedade, estão cada vez mais próximos, mas poucos estão conscientes disto.&lt;br /&gt;Mudanças Ambientais Globais estão ocorrendo e não podem ser separadas de questões de desenvolvimento. As relações do crescente aquecimento global com as intervenções antrópicas nos ecossistemas estão exaustiva e cabalmente demonstradas pela comunidade científica nacional e internacional. Há ainda uma questão de ética e justiça: as pessoas que vão sofrer as conseqüências mais graves das Mudanças Ambientais Globais são aquelas que menos contribuíram para este grave problema. Estes temas serão abordados com foco no caso brasileiro: quer o Brasil tornar-se um modelo de produção para um futuro sustentável? Como entender melhor as limitações ambientais para o desenvolvimento social e tecnológico? Queremos ser uma “potência ambiental” ou o primeiro “país tropical desenvolvido”?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Leituras Recomendadas:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Sachs, I. et al. DILEMAS E DESAFIOS DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NO BRASIL, Editora Garamond.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cavalcanti, C. (Org.). DESENVOLVIMENTO E NATUREZA: Estudos para uma sociedade sustentável. INPSO/FUNDAJ, Instituto de Pesquisas Sociais, Fundacao Joaquim Nabuco, Ministerio de Educacao, Governo Federal, Recife, Brasil. Octubre 1994. p. 262. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Disponible en la World Wide Web: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://168.96.200.17/ar/libros/brasil/pesqui/cavalcanti.rtf"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://168.96.200.17/ar/libros/brasil/pesqui/cavalcanti.rtf&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-4025754924411933063?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/4025754924411933063/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=4025754924411933063' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/4025754924411933063'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/4025754924411933063'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2008/03/resumo-da-apresentao-do-dia-10032008.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-9176863073655283495</id><published>2008-03-04T13:36:00.000-08:00</published><updated>2008-03-04T13:42:04.222-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Próximo Evento 10/03/2008 – 18 horas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;Os Desafios do Desenvolvimento Sustentável no Brasil&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por &lt;em&gt;Emerson Sales do Instituto de Química da UFBa&lt;/em&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-9176863073655283495?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/9176863073655283495/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=9176863073655283495' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/9176863073655283495'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/9176863073655283495'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2008/03/prximo-evento-10032008-18-horas-os.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-5148621268916680697</id><published>2008-03-03T10:09:00.000-08:00</published><updated>2008-03-03T10:24:40.756-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Cobertura do Evento Anos Darwin&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em&gt;Centenas de pessoas assistiram a palestras sobre a passagem de Charles Darwin por Salvador&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.fapesb.ba.gov.br/cti/noticias/noticia.2008-02-29.9040842055/view"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;http://www.fapesb.ba.gov.br/cti/noticias/noticia.2008-02-29.9040842055/view&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Prosseguem atividades dos “Anos Darwin”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.comunicacao.ba.gov.br/noticias/2008/02/29/prosseguem-atividades-dos-201canos-darwin201d?b_start=0"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;http://www.comunicacao.ba.gov.br/noticias/2008/02/29/prosseguem-atividades-dos-201canos-darwin201d?b_start=0&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em&gt;Café científico faz homenagem a Charles Darwin&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.bahiaemfoco.com/noticia/4584/ufba-cafe-cientifico-faz-homenagem-a-charles-darwin"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;http://www.bahiaemfoco.com/noticia/4584/ufba-cafe-cientifico-faz-homenagem-a-charles-darwin&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em&gt;Café Científico discute Darwin&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.portal.ufba.br/ufbaempauta/2007/fevereiro/sexta09/energia"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;http://www.portal.ufba.br/ufbaempauta/2007/fevereiro/sexta09/energia&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em&gt;Fapesb promove eventos para comemorar 150 anos da teoria da seleção natural das espécies&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=54440"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=54440&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-5148621268916680697?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/5148621268916680697/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=5148621268916680697' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/5148621268916680697'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/5148621268916680697'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2008/03/eventos-anos-darwin-na-mdia-centenas-de.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-6409240638456423297</id><published>2008-02-28T16:16:00.000-08:00</published><updated>2008-02-28T16:22:42.353-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Café Científico Salvador nos Anos Darwin&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Como a seleção natural atuou na evolução humana&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Amanhã (29) será uma data especial para o Café Científico Salvador. O professor do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP), Diogo Meyer, virá à Bahia para falar como a seleção natural atuou na evolução humana. O tema do Café, em data extraordinária, faz parte de uma série de eventos comemorativos dos 150 anos da primeira divulgação da teoria da seleção natural, de Charles Darwin e Alfred Wallace.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os eventos, como este e outros Cafés especiais que acontecerão ainda este ano, são uma homenagem aos Anos Darwin, 2008 e 2009. Neste último, serão festejados 200 anos do nascimento desse estudioso que marcou a história da ciência moderna e os rumos da ciência contemporânea. Além disso, será quando se completa 150 anos da publicação do trabalho mais célebre de Darwin, A Origem das Espécies.&lt;br /&gt;Em todas as atividades, a passagem de Charles Darwin no Brasil, e especialmente na Bahia (1832), será lembrada e discutida. Charbel El-Hani, coordenador do Café Científico e organizador dos Anos Darwin no Estado, disse que o Brasil teve um papel importante na vida do naturalista e para o chamado processo de "conversão" para o evolucionismo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Darwin aportou em Salvador em 28 de fevereiro de 1832, onde ficou até 18 de março do mesmo ano. "Foi nas cercanias desta cidade que ele vivenciou pela primeira vez a experiência de caminhar pelo interior de uma floresta tropical, como ele descreve com cores vívidas e emocionadas no diário escrito ao longo da viagem do Beagle", conta El-Hani. Ele também afirma que o estudioso começou a coletar dados geológicos que lhe sugeriram que a profundidade do mar havia de fato variado ao longo do tempo. "É surpreendente como, diante deste rico legado, a passagem de Darwin pelo Brasil está pouco presente no ensino de Biologia em nosso país", criticou. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Fazendo dos anos de 2008 e 2009 uma oportunidade de realizar atividades de popularização e difusão da ciência que estejam voltados para estes episódios históricos, é que a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb),  a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI) e o Programa de Pós-Graduação em Ensino, Filosofia e História das Ciências (UFBA/UEFS) se uniram para promover uma série de conferências, encontros, simpósios e atividades no contexto da educação básica e vinculadas ao turismo no Estado da Bahia, visando à celebração dos anos Darwin.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Veja a seguir um pouco do que será apresentado no Café Científico de amanhã (29):&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Por Diogo Meyer&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;"&gt;Em nossa espécie há diferenças entre indivíduos. Alguns de nós somos altos, outros são baixos; alguns têm pele escura, outros têm pele clara; alguns adoecem facilmente, outros são mais resistentes; alguns digerem leite com facilidade, outros ficam com dor de barriga após beber leite. Vemos também que essas diferenças têm alguma relação com o local de onde vêm as pessoas: africanos em geral têm pele mais escura do que europeus; o sistema imunológico de ameríndios é diferente daquele de africanos; asiáticos têm mais dificuldade para digerir o leite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que está por trás dessas diferenças? A seleção natural atuou sobre os humanos, mudando as populações? A nossa espécie ainda hoje está sob seleção natural? As diferenças entre nós e o chimpanzé, nosso parente não-humano mais próximo, resultam da ação da seleção natural? Nas últimas décadas avançamos muito no desafio de responder a essas perguntas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses avanços se deram através de estudos genéticos, que compararam indivíduos de diferentes regiões do mundo. Além disso, foram feitos estudos que buscaram compreender de que modo diferenças genéticas explicam diferenças na aparência e saúde das pessoas. Juntando todas essas informações com nosso conhecimento sobre a evolução, podemos propor hipóteses sobre como a seleção natural atuou na nossa espécie.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Serviço&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O quê: Café Científico Anos Darwin – Como a seleção natural atuou na evolução humana – com o professor do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP), Diogo Meyer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando: amanhã (29), a partir das 18 horas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde: Livraria Multicampi LDM, Piedade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-6409240638456423297?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/6409240638456423297/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=6409240638456423297' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/6409240638456423297'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/6409240638456423297'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2008/02/caf-cientfico-salvador-nos-anos-darwin.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-3153181539108262748</id><published>2008-02-05T06:22:00.000-08:00</published><updated>2008-02-05T06:26:41.641-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;strong&gt;Café Científico Especial – Ano Darwin&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;29 de Fevereiro de 2008 (sexta-feira) – 18:00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;Como a seleção natural atuou na evolução humana.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;por Diogo Meyer do Instituto de Biociências da USP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;O Café Científico acontece a partir das 18 horas, na sede da Livraria Multicampi LDM, Piedade, Centro. A participação no Café é inteiramente gratuita.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-3153181539108262748?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/3153181539108262748/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=3153181539108262748' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/3153181539108262748'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/3153181539108262748'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2008/02/caf-cientfico-especial-ano-darwin-29-de.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-4430467947370356806</id><published>2008-02-05T06:14:00.000-08:00</published><updated>2008-02-05T06:30:01.708-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;strong&gt;Resumo da apresentação do dia 12/02/2008&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Darwinismo chega à Bahia: o caso Domingos Guedes Cabral.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;por Ronnie Tavares de Almeida do Centro de Estudos Afro-Orientais da UFBa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Quando olhamos para a História da Bahia Imperial, mesmo o observador mais desatento terá grandes possibilidades de se deparar com o nome de uma personalidade baiana que teima em aparecer nas discussões, Domingos Guedes Cabral. Principalmente, porque temos dois homens (pai e filho) que, além de compartilharem o mesmo nome, possuíam as mesmas qualidades combativas: lutaram contra a forma de governo estabelecida, contra a presença da Igreja Católica em assuntos alheios à fé, contra o regime escravocrata, contra o suposto “atraso” em que o país estava mergulhado, contra o tipo de educação disponível no país etc. As batalhas eram diversas e precisavam ser travadas em muitos campos. Esses dois homens estavam dispostos a lutar, algumas vezes com pouco apoio social, pelas idéias que acreditavam. Pretendiam colaborar com a implementação de algumas das mudanças que julgavam indispensáveis para que o Brasil ingressasse no mundo civilizado (leia-se Europeu!!).&lt;br /&gt;Falaremos do segundo Guedes Cabral, médico pela Faculdade de Medicina da Bahia em 1875. Esse personagem protagonizou um dos eventos mais curiosos do mundo acadêmico baiano, teve sua tese de doutoramento recusada pela Faculdade de Medicina, único exemplo que conhecemos durante o período. Pretendemos apresentar um pouco da história de vida desse ator social e problematizar os motivos da recusa de sua tese. Duas explicações normalmente acompanham esse evento da recusa, as duas centradas nas idéias presentes na tese. Para alguns historiadores, o problema ocorreu porque o autor defendeu idéias materialistas, principalmente aquelas oriundas das teorias de Charles Darwin, em um momento em que isso ainda não seria possível no meio acadêmico local; para outros, o problema estava circunscrito à tentativa de Guedes Cabral de buscar provas de que Deus não existia, o que teria despertado a ira da Igreja Católica. Aceitamos em parte essas duas explicações e acrescentaremos outras, conforme poderá ser observado ao longo da apresentação.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Leituras Recomendadas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;ALMEIDA, Ronnie Jorge T. &lt;em&gt;Religião, Ciência, Darwinismo e Materialismo na Bahia Imperial: Domingos Guedes Cabral e a Recusa da Tese Inaugural “Funcções do Cerebro”&lt;/em&gt; (1875). Dissertação apresentada ao Mestrado de Ensino, Filosofia e História das Ciências, UFBA/UEFS, Bahia, 2005. Disponível em http://www.fis.ufba.br/dfg/pice/.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Almeida, R. J. T. &amp;amp; El-Hani, C. N. (2007). &lt;em&gt;A Medicina como “Philosophia Social”: Domingos Guedes Cabral e a Tese Inaugural “Funcções do Cérebro” (1875)&lt;/em&gt;. Revista da SBHC (Brasil) 5(1): 6-33. Disponível em &lt;a href="http://www.mast.br/arquivos_sbhc/321.pdf"&gt;http://www.mast.br/arquivos_sbhc/321.pdf&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;BLAKE, Augusto V. Alves Sacramento. &lt;em&gt;Diccionario Bibliographico Brazileiro&lt;/em&gt; V.2 Rio de Janeiro : Imprensa Nacional, 1893.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CABRAL, Domingos Guedes. &lt;em&gt;Funcções do Cérebro&lt;/em&gt;. Bahia: Imprensa Nacional, 1876, 226p. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;COLLICHIO, Terezinha Alves Ferreira. &lt;em&gt;Miranda Azevedo e o Darwinismo no Brasil&lt;/em&gt;. Belo Horizonte: Ed. Itatiaia (ed. da USP), 1988, 166p.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;ROMERO, Sylvio. &lt;em&gt;Obra Filosófica, Coleção Documentos Brasileiros&lt;/em&gt;. Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editôra. (Editora da USP), 1969.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-4430467947370356806?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/4430467947370356806/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=4430467947370356806' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/4430467947370356806'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/4430467947370356806'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2008/02/resumo-da-apresentao-do-dia-12022008-o.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-7785884313937415310</id><published>2008-02-05T06:08:00.000-08:00</published><updated>2008-02-05T06:14:23.239-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;strong&gt;Próximo Evento 12/02/2008 – Terça-Feira - 18 horas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Em comemoração ao dia Darwin, o café científico acontecerá excepcionalmente na terça-feira com o tema:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;em&gt;O Darwinismo chega à Bahia: o caso Domingos Guedes Cabral.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;por Ronnie Tavares de Almeida do Centro de Estudos Afro-Orientais da UFBa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-7785884313937415310?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/7785884313937415310/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=7785884313937415310' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/7785884313937415310'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/7785884313937415310'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2008/02/prximo-evento-12022008-tera-feira-18.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-8439516598070187016</id><published>2008-01-17T09:57:00.000-08:00</published><updated>2008-01-17T10:29:54.778-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Resumo apresentação 14/01/2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O olhar de um químico sobre as coisas do mundo: ou como as substâncias reagem umas com as outras?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;por&lt;em&gt; José Luis de Paula Barros e Silva&lt;/em&gt; do Instituto de Química da UFBa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O mundo material nos é tão familiar que costumamos aceitá-lo naturalmente, sem questionamentos. Contudo, os materiais que compõem o mundo têm sido objeto de conjeturas e estudo desde tempos imemoriais. A ciência química e a indústria química atuais são herdeiras dessa longa tradição.&lt;br /&gt;Os conceitos químicos de substância, mistura, átomo e molécula possibilitaram descrever os materiais e suas transformações de modo mais preciso e interpretá-los com maior profundidade, o que facilitou a reprodução dos processos químicos, a síntese artificial de materiais e sua produção em larga escala. Portanto, parece-nos que tais conceitos devam ser amplamente divulgados, possibilitando aos leigos em química uma compreensão mais profunda e precisa dessa dimensão do mundo.&lt;br /&gt;Os materiais podem ser descritos como constituídos por substâncias que se apresentam em estado puro ou em misturas. Substâncias podem transformar-se em outras substâncias, no que se convencionou denominar reação química.&lt;br /&gt;A partir do início do século XIX, desenvolveu-se a noção de que cada substância é composta por átomos indestrutíveis combinados em proporções características. Tal idéia levou à interpretação de uma reação química como uma mudança nas combinações dos átomos presentes nas substâncias iniciais. Então, do ponto de vista macroscópico, os materiais são constituídos por substâncias e as reações químicas são transformações de substâncias. Microscopicamente, as substâncias são constituídas por átomos e moléculas e reações químicas são entendidas como recombinações de átomos.&lt;br /&gt;A aparente simplicidade dessas declarações, que aprendemos na escola, encobre uma grande riqueza conceitual que procuraremos apresentar aos participantes do Café Científico, como um convite à discussão dos fundamentos da química contemporânea.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-8439516598070187016?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/8439516598070187016/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=8439516598070187016' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/8439516598070187016'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/8439516598070187016'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2008/01/resumo-apresentao-14012008-o-olhar-de.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-4522387583053477896</id><published>2008-01-12T11:06:00.000-08:00</published><updated>2008-01-12T11:25:35.326-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;strong&gt;Café Científico Salvador apresenta : &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O olhar de um químico sobre as coisas do mundo&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:78%;"&gt;por Débora Alcântara&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O próximo Café Científico, que acontece no dia 14 deste mês, a partir das 18 horas, na Livraria Multicampi LDM, Piedade, faz um convite à discussão sobre os fundamentos da química contemporânea. A apresentação do tema ficará a cargo do professor do Instituto de Química da Universidade Federal da Bahia (Ufba), José Luis de Paula e Silva.&lt;br /&gt;A aparente simplicidade do assunto tratado pelas escolas, como as reações das substâncias, encobre, segundo o professor, uma grande riqueza conceitual. "Os materiais que compõem o mundo têm sido objeto de conjecturas e estudo desde tempos imemoriais. A ciência e a indústria química atuais são herdeiras dessa longa tradição", informa.&lt;br /&gt;José Luis explica que os conceitos químicos de substância, mistura, átomo e molécula possibilitaram descrever os materiais e suas transformações de modo mais preciso e interpretá-los com maior profundidade, o que facilitou a reprodução dos processos químicos, a síntese artificial de materiais e sua produção em larga escala. "Tais conceitos devem ser amplamente divulgados, possibilitando aos leigos em química uma compreensão mais profunda e precisa dessa dimensão do mundo", defende.&lt;br /&gt;Divulgar como as substâncias reagem umas com as outras de forma mais aprofundada, mas numa linguagem voltada para um público diverso, é justamente o objetivo do Café Científico deste mês. Para adiantar um pouco do assunto, de acordo com José Luis de Paula e Silva, os materiais são constituídos por substâncias que se apresentam em estado puro ou em misturas. "Substâncias – informa – podem transformar-se em outras, o que se convencionou denominar reação química".&lt;br /&gt;A partir do início do século XIX, desenvolveu-se a noção de que cada substância é composta por átomos indestrutíveis combinados em proporções características. Tal idéia levou à interpretação de uma reação química como uma mudança nas combinações dos átomos presentes nas substâncias iniciais. "Do ponto de vista macroscópico, os materiais são constituídos por substâncias e as reações químicas são transformações de substâncias. Já microscopicamente, as substâncias são constituídas por átomos e moléculas e reações químicas são entendidas como recombinações de átomos", explica o professor.&lt;br /&gt;Desde setembro de 2006, o Café Científico Salvador vem contribuindo com a popularização da ciência, levando a um público heterogêneo, num clima descontraído, o que é tratado no espaço acadêmico. O evento é uma iniciativa do programa de Pós-graduação em Ensino, Filosofia e História das Ciências das Universidades Federal e Estadual da Bahia (Ufba e Uefs) e da Livraria Multicampi LDM. As sessões fazem parte do padrão &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.cafescientifique.org/inthemedia.htm#SCIENCE" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Café Scientifique&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; , uma rede mundial, que já conta com quase duas centenas de cafés espalhados pelo mundo.&lt;br /&gt;Inteiramente gratuito, o Café não necessita de inscrição e ocorre na segunda semana de cada mês, sempre às segundas-feiras, às 18 horas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Indicações para leitura da sessão de janeiro:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BENSAUDE-VINCENT, Bernadette; STENGERS, Isabelle. História da química. Lisboa: Instituto Piaget, 1996.&lt;br /&gt;FARADAY, Michael. História química de uma vela e As forças da matéria. Rio de Janeiro: Contraponto, 2003.&lt;br /&gt;HOFFMANN, Roald. O mesmo e o não mesmo. São Paulo: Ed. Unesp, 2007.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Serviço:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O quê: Café Científico Salvador: O olhar de um químico sobre as coisas do mundo.&lt;br /&gt;Quando: 14 de janeiro, a partir das 18 horas.&lt;br /&gt;Onde: LDM – Livraria Multicampi, Rua Direita da Piedade, 20, Piedade.&lt;br /&gt;Contato: Imprensa (Débora Alcântara – ** 71 8805-6292), Coordenação do Café (Charbel El-Hani - ** 71 3283-6568), LDM (Produtor Cultural - Vagner Rocha - ** 71 2101-8000). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-4522387583053477896?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/4522387583053477896/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=4522387583053477896' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/4522387583053477896'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/4522387583053477896'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2008/01/caf-cientfico-salvador-apresenta-o.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-4278825881982745242</id><published>2007-12-06T12:51:00.000-08:00</published><updated>2007-12-06T12:56:37.451-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Resumo da apresentação do dia 10/12/2007&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A mente está cada vez mais fora do corpo: sobre artefatos cognitivos e semióticos.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por &lt;em&gt;João Queiroz&lt;/em&gt; do Intituto de Biologia da UFBa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;João Queiroz (IB-UFBA) [&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.semiotics.pro.br/" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;www.semiotics.pro.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;] explorará a tese de que a mente e a cognição humana são produto direto da construção e manipulação de artefatos semióticos, ou seja, de artefatos que permitem a ação mediada por signos. Trata-se de uma novidade entre cientistas cognitivos, cuja popularização se deve principalmente a um livro recente de Andy Clark, intitulado "Natural-born Cyborgs". Para Clark, seres humanos são uma espécie de "ciborgues inatos", que constroem um nicho cognitivo, tornando-se um tipo de simbionte tecnológico, cuja mente-corpo se encontra distribuída no espaço em queestá imersa. João Queiroz reinterpreta a tese de Clark, ao enfatizar características explicitamente semióticas dos artefatos e das tecnologias empregadas pelo homem, desde a linguagem verbal com propriedades simbólicas até as notações formais baseadas em diagramas, mapas etc.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-4278825881982745242?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/4278825881982745242/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=4278825881982745242' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/4278825881982745242'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/4278825881982745242'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2007/12/resumo-da-apresentao-do-dia-10122007.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-2850338833811076924</id><published>2007-12-06T12:39:00.000-08:00</published><updated>2007-12-06T12:51:22.671-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Próximo Evento 10/12/2007 – 18 horas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;A mente está cada vez mais fora do corpo: sobre artefatos cognitivos e semióticos.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por &lt;em&gt;João Queiroz&lt;/em&gt; do Intituto de Biologia da UFBa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-2850338833811076924?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/2850338833811076924/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=2850338833811076924' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/2850338833811076924'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/2850338833811076924'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2007/12/prximo-evento-10122007-18-horas-mente.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-8156365421651860190</id><published>2007-10-30T11:09:00.000-07:00</published><updated>2007-11-03T17:10:15.588-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Próximo Evento 12/11/2007 – 18 horas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Evolução do comportamento sexual nos animais.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por &lt;em&gt;Aldo Malavasi&lt;/em&gt; – Professor Titular de Genética e Evolução (aposentado) do Departamento de Genética e Biologia Evolutiva do Instituto de Biociência da USP. &lt;span style="font-size:85%;"&gt;Atualmente Presidente da Organização Social Biofábrica Moscamed Brasil em Juazeiro, Bahia e morador em Salvador desde início de 2005&lt;/span&gt; .&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-8156365421651860190?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/8156365421651860190/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=8156365421651860190' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/8156365421651860190'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/8156365421651860190'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2007/10/prximo-evento-05112007-18-horas-evoluo.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-8232696166068620093</id><published>2007-09-27T10:43:00.000-07:00</published><updated>2007-09-27T10:46:09.350-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Resumo da apresentação do dia 08/10/2007&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Comportamento de primatas não-humanos e comportamento humano: Entendendo semelhanças para compreender melhor as diferenças.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por Charbel Niño El-Hani do Instituto de Biologia da UFBa&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Quando tentamos compreender a natureza e origem da espécie humana, dois erros são fatais: primeiro, a idéia de uma descontinuidade completa, como se houvesse um abismo entre nossa espécie e os demais animais. O pensamento evolutivo é a base de todo o conhecimento biológico, a tal ponto que alguém que não pensa evolutivamente ou não aceita a evolução não tem como dizer que conhece biologia ou pensa biologicamente. Entre as teorias da evolução propostas ao longo da história da biologia, as teorias darwinistas são as que têm gozado de maior aceitação entre os cientistas desde a metade do século XIX. De uma perspectiva evolucionista, as espécies estão relacionadas por laços de parentesco ao longo da história da vida na Terra e uma parte significativa de suas características – mas não todas – são produtos de processos graduais de transformação. Assim, não há por que esperarmos que não existam importantes semelhanças – e, logo, continuidades – entre nossas características e as de nossos parentes mais próximos, em particular, chimpanzés, bonobos, gorilas e orangutangos. Não há também fundamentos, sejam teóricos ou empíricos, para sustentar que nossas características tenham surgido de uma só tacada em nossa espécie, Homo sapiens. A maioria da evolução das características que consideramos mais próprias de nossa espécie ocorreu, na verdade, em espécies anteriores à nossa e ao longo de milhões de anos. Parte da aparente descontinuidade que as pessoas imaginam ver entre nossa espécie e os outros animais resulta de não termos espécies de nosso mesmo gênero convivendo conosco, nem espécies de outros gêneros que fizeram parte da história de nosso clado, como os Australopithecus, Kenyanthropus, Paranthropus, Ardipithecus, Sahelanthropus, entre outros. Um segundo erro, contudo, seria postular uma completa continuidade entre nossa espécie e as demais espécies. Como qualquer espécie de animal, nós temos características que nos são próprias, entre elas, uma evidente diferença no grau em que exibimos características como a comunicação simbólica e a produção de cultura (a ponto de podermos dizer que produzimos uma hipercultura). Parece-me, assim, essencial construirmos uma visão da evolução da espécie humana que combine continuidade e descontinuidade, elucidando como mudanças contínuas, graduais em características de nossos ancestrais resultaram na emergência de novidades qualitativas em nossa espécie, ou seja, mudanças em nossas características que chegaram a alterar nosso modo de evolução. Afinal, é largamente reconhecido que nossa espécie tem se transformado principalmente por um processo de evolução cultural, pelo menos desde a invenção da agricultura. Para construir este retrato mais adequado da evolução humana, devemos deixar de lado a eleição de características que supostamente nos separariam dos demais animais, mas que não sobrevivem a um escrutínio mais cuidadoso do que sabemos sobre eles. Houve época em que se pensava que nós éramos o único animal que produzia ferramentas. Nós não somos. Já se pensou que nós éramos os únicos animais que exibiam comportamento social complexo. Nós também não somos. Ainda hoje, há autores que sustentam que somente nós exibimos comunicação simbólica. Há evidências convincentes de que este não é o caso e as características de nossa linguagem que a diferenciam da linguagem de outros animais dizem respeito mais a questões de grau do que de gênero. É fundamental entender nossas semelhanças para que possamos compreender nossas diferenças em relação a outros animais. Somente assim poderemos construir não somente uma compreensão mais apropriada de nossa natureza, mas também da história evolutiva contingente que resultou em nossa espécie. Exploraremos nessa conversa várias semelhanças que exibimos com outros animais, em particular, com os chimpanzés, mas também mencionando bonobos, gorilas e orangutangos. Veremos como chimpanzés têm sido produtores de ferramentas desde pelo menos 4.300 anos atrás, como eles caçam grandes mamíferos cooperativamente e com divisão de trabalho, como eles se reconhecem no espelho (um teste para desenvolvimento normal da consciência em crianças humanas), como eles lançam campanhas de guerra contra comunidades vizinhas (e exibem, assim, uma triste característica em que nós somos pródigos, matar nossos co-específicos), apresentam comunicação referencial e funcional (possivelmente, simbólica) e são, como nós, animais produtores de cultura.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-8232696166068620093?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/8232696166068620093/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=8232696166068620093' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/8232696166068620093'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/8232696166068620093'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2007/09/resumo-da-apresentao-do-dia-08102007.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-6342852583226111607</id><published>2007-09-27T10:31:00.001-07:00</published><updated>2007-09-27T10:43:11.423-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Próximo Evento&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;08/10/2007 – 18 horas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Professor Charbel Niño El-Hani do Instituto de Biologia da UFBa - &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Comportamento de primatas não-humanos e comportamento humano: Entendendo semelhanças para compreender melhor as diferenças.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;O Café Científico acontece sempre na segunda semana de cada mês, nas segundas-feiras, a partir das 18 horas, na sede da Livraria Multicampi LDM, Piedade, Centro. A participação no Café é inteiramente gratuita.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-6342852583226111607?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/6342852583226111607/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=6342852583226111607' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/6342852583226111607'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/6342852583226111607'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2007/09/prximo-evento-08102007-18-horas.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-13046165249828040</id><published>2007-09-27T10:23:00.000-07:00</published><updated>2007-09-27T10:41:55.234-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Resumos - Café Científico na Semana de Ciência e Tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;- 1 de outubro de 2007 – 17 horas&lt;br /&gt;Asher Kiperstok (UFBA) - &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Mudanças tecnológicas e comportamentais para a sustentabilidade ambiental: seremos capazes?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Discutiremos o conceito de sustentabilidade ambiental da forma como é divulgado, procurando definir o nível de mudança necessário para que este possa ser atingido. Uma rápida reflexão sobre o crescimento do padrão de consumo atual nos leva&lt;br /&gt;a conclusão que mudanças tanto comportamentais como tecnológicas radicais são necessárias para se pensar em sustentabilidade, mudanças que vão muito além dos clichês atualmente aceitos. Para se construir caminhos no sentido da sustentabilidade, nos apoiamos nos conceitos de produção limpa e ecologia industrial, no plano tecnológico e na proposta das "comunidades criativas" de Ezio Manzini para o plano comportamental. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- 3 de outubro de 2007 – 17 horas&lt;br /&gt;Emerson Sales (UFBA) - &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Panorama ambiental global, consumo consciente e tecnologias limpas.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;O planeta Terra vem sofrendo contínuas alterações em seus ciclos vitais, causadas pela ação (agressão) do homem, num modelo de sociedade que o enxerga apenas como fonte de insumos. Em função da gravidade dos danos já causados, a humanidade enfrentará tempos muito difíceis, caso medidas drásticas não sejam tomadas imediatamente, em todos os níveis e instâncias da sociedade. Hoje, cada indivíduo é convidado a refletir sobre o impacto ambiental do seu modo de vida, sobre a responsabilidade de cada ato seu, e as conseqüências para as futuras gerações. Torna-se imperativa a racionalização do uso de todos os recursos naturais e insumos em geral, incorporando o conceito de consumo consciente e as técnicas de produção mais limpa, e apoiando projetos e atividades relacionadas com o desenvolvimento sustentável. O planeta está exigindo um novo ser humano, mais participante, atento e solidário, que consiga desfrutar de todo o progresso que conquistou, mas causando menos impacto ao sistema Terra. Sabe-se que o planeta tem seus ciclos naturais, e nunca se pode garantir a continuidade de nenhuma espécie, mas pode-se ter a responsabilidade de evitar que fatores antrópicos continuem a interferir tanto no equilíbrio deste planeta, e precipitem o fim das várias espécies, inclusive a humana.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- 4 de outubro de 2007 – 17 horas.&lt;br /&gt;Leandro Nunes de Castro (UNISANTOS) - &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Computação Natural: A Computação no Novo Milênio.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final do século XVIII e início do século XIX, o mundo testemunhou a revolução industrial como um marco da história social humana. As economias baseadas em trabalho braçal começaram a ser substituídas por economias baseadas em produção através de máquinas e processos industriais. Já o século XX foi marcado por grandes avanços científicos e tecnológicos, pela invenção e desenvolvimento dos computadores e por descobertas sem precedentes nas ciências biológicas. Para o século XXI, que também marca a virada do milênio, a computação passará por diversas transformações, sendo que uma das novas tendências do milênio é a Computação Natural. Esta palestra apresentará uma caricatura ilustrada da computação natural, destacando algumas de suas principais aplicações práticas e perspectivas de pesquisa e desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;- 5 de outubro de 2007 – 18 horas.&lt;br /&gt;Ângelo Loula (UEFS) - &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Jogos eletrônicos inteligentes e robôs inteligentes.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jogos eletrônicos e robótica são dois desafios para pesquisas científicas e aplicações tecnológicas provindos da área de Inteligência Artificial. Considerada como o futuro dos jogos eletrônicos, a Inteligência Artificial oferece possibilidades pouco exploradas nesta área, cujo mercado movimentou mais de U$ 7 bilhões em 2005, somente nos EUA. Tanto jogos de entretenimento como jogos educativos podem ser aprimorados com a utilização de técnicas avançadas de Inteligência Artificial, particularmente em jogos que envolvem personagens (oponentes, aliados ou mesmo figurantes) não controlados pelo jogador humano, em jogos de primeira/terceira-pessoa ou mesmo em jogos de simulação. Também na área de robótica encontramos importante contribuição na aplicação da Inteligência Artificial, frente às perspectivas do setor, em especial ligada à robótica autônoma. O mercado de robótica, que movimenta U$ 11 bilhões anualmente com previsão de duplicação deste valor em 2011, é tradicionalmente ligado à área industrial, mas aponta direções para o desenvolvimento de aplicações não industriais e popularização desta tecnologia que deverá ser vista em ambiente doméstico, educacional, de entretenimento, de saúde, e de transportes. Uma competição organizada pelo Departamento de Defesa americano envolvendo veículos terrestres autônomos (sem condutor ou controle remoto) oferece, em sua atual terceira edição, prêmios totalizando 3,5 milhões de dólares. Outras competições também têm objetivado o desenvolvimento tecnológico em robótica autônoma, como o Sumô de Robôs e o Futebol de Robôs, que coloca o desafio de, em 2050, ter um time de 'robôs humanóides totalmente autônomos' capazes de ganhar do time humano campeão mundial de futebol.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-13046165249828040?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/13046165249828040/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=13046165249828040' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/13046165249828040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/13046165249828040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2007/09/resumos-caf-cientfico-na-semana-de.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-3895352045988144095</id><published>2007-09-27T10:15:00.000-07:00</published><updated>2007-09-27T10:23:14.911-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Café Científico na Semana de Ciência e Tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O Café científico promoverá uma série de palestras na Semana de Ciência e Tecnologia, que ocorrerá de 1 a 7 de outubro de 2007, por convite da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI) do Estado da Bahia. As palestras ocorrerão no Auditório do Palácio Rio Branco, na Praça Thomé de Souza (próximo ao Elevador Lacerda), s/n, nas seguintes datas e horários:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- 1 de outubro de 2007 – 17 horas&lt;br /&gt;Asher Kiperstok (UFBA) - &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Mudanças tecnológicas e comportamentais para a sustentabilidade ambiental: seremos capazes?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;- 3 de outubro de 2007 – 17 horas&lt;br /&gt;Emerson Sales (UFBA) - &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Panorama ambiental global, consumo consciente e tecnologias limpas&lt;/strong&gt;.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- 4 de outubro de 2007 – 17 horas.&lt;br /&gt;Leandro Nunes de Castro (UNISANTOS) - &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Computação Natural: A Computação no Novo Milênio.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- 5 de outubro de 2007 – 18 horas.&lt;br /&gt;Ângelo Loula (UEFS) - &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Jogos eletrônicos inteligentes e robôs inteligentes&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembramos que o Café Científico é um local em que qualquer pessoa pode discutir desenvolvimentos recentes das várias ciências e seus impactos sociais. Ele oferece uma oportunidade para que cientistas e o público em geral se encontrem face a face para discutir questões científicas, numa atmosfera agradável. O evento é inteiramente gratuito e não necessita de inscrição. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-3895352045988144095?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/3895352045988144095/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=3895352045988144095' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/3895352045988144095'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/3895352045988144095'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2007/09/caf-cientfico-na-semana-de-cincia-e.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-2044612654820259459</id><published>2007-09-06T07:31:00.000-07:00</published><updated>2007-09-06T07:40:20.918-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Café Científico Salvador comemora um ano&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;um ano contribuindo com a popularização da ciência na capital baiana&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;por &lt;em&gt;Débora Alcântara&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Na próxima segunda-feira (10), o Café Científico Salvador comemora o primeiro ano de existência. Desta vez, o médico e professor da Faculdade de Medicina da Ufba, Luiz Erlon Rodrigues, será o palestrante. Ele falará de verdades e mitos sobre o uso de vitaminas como drogas terapêuticas.&lt;br /&gt;Desde setembro do ano passado, o evento vem contribuindo com a popularização da ciência, levando a um público heterogêneo, num clima descontraído, o que é tratado no espaço acadêmico. O evento é uma iniciativa do programa de Pós-graduação em Ensino, Filosofia e História das Ciências das Universidades Federal e Estadual da Bahia (Ufba e Uefs) e da Livraria Multicampi LDM.&lt;br /&gt;O Café Científico Salvador faz parte do padrão &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.cafescientifique.org/inthemedia.htm#SCIENCE" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Café Scientifique&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;, uma rede mundial, que já conta com quase duas centenas de cafés espalhados pelo mundo. Surgido em 1998, em Leeds, Inglaterra, o evento tem o propósito de ofertar a diversos segmentos sociais a possibilidade de conhecer e discutir desenvolvimentos recentes das várias ciências e seus impactos na sociedade. Salvador é uma das quatro cidades brasileiras onde acontece uma forma de divulgação científica diferente dos padrões da academia. Além da capital baiana, o Café Científico também é praticado no Rio de Janeiro, Porto Alegre e, a partir deste mês, em Florianópolis.&lt;br /&gt;“Temos tido o privilégio de ver nosso Café contribuir para uma visão socialmente mais compromissada da pesquisa que fazemos”, disse o coordenador do Café Científico Salvador, doutor em Educação pela USP e professor da Ufba, Charbel El-Hani. O evento, segundo o professor, consegue desfazer a imagem estereotipada do cientista como um ser distante da sociedade e até mesmo da realidade. “Acreditamos que nossa audiência tem tido a oportunidade de ver os cientistas como gente de carne e osso, e isso é essencial para uma imagem adequada da ciência”, ressaltou.&lt;br /&gt;No evento, a regra para os cientistas palestrantes é falar de modo acessível à platéia, formada de estudantes de ensino médio a idosos e profissionais liberais. A experiência em Salvador vem se destacando pela participação interativa do público, de onde surgem diversos questionamentos e até mesmo provocações.&lt;br /&gt;O dono da filial LDM em Salvador, Primo Maldonado destaca o caráter “proativo” do evento, que consegue congregar cientistas, clientes e escritores “num processo de desmistificação da ciência”. A cada edição do Café, um estande é montado para amostra de livros referentes ao tema tratado. Muitos dos títulos divulgados fazem parte da produção acadêmica baiana.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;O Café Científico acontece sempre na segunda semana de cada mês, nas segundas-feiras, a partir das 18 horas, na sede da Livraria Multicampi LDM, Piedade, Centro. A participação no Café é inteiramente gratuita.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-2044612654820259459?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/2044612654820259459/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=2044612654820259459' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/2044612654820259459'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/2044612654820259459'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2007/09/caf-cientfico-salvador-comemora-um-ano.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-500981812949969745</id><published>2007-08-26T16:32:00.000-07:00</published><updated>2007-08-26T16:47:42.565-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Próximo Evento &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;10/09/2007 – 18 horas&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Professor Luiz Erlon Rodrigues da Faculdade de Medicina da UFBa - &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Vitaminas - Verdades e Mitos. Vale à pena tomá-las?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Um importante alerta médico foi feito em 2005 com o lançamento do livro Vitaminas Verdades e Mitos do Dr. Luiz Erlon Rodrigues, contra os abusos da indústria farmacêutica que promove o uso excessivo de vitaminas, sem que a população saiba dos prejuízos que tal uso pode acarretar à saúde humana.&lt;br /&gt;O livro mostra cientificamente, que a ingestão de alimentos variados, a exemplo de vegetais, carnes, peixes, ovos, leite e derivados pode ser amplamente suficiente para garantir o suprimento diário todas as vitaminas.&lt;br /&gt;Segundo Dr. Erlon, o uso de vitaminas como drogas terapêuticas, remédios para curar doenças, diferentes daquelas carenciais, não é uma boa conduta médica, e afirma que: “As vitaminas se constituem no maior placebo inventado no século vinte e trazido para o século vinte e um pelo poder econômico”. A indústria farmacêutica movimenta bilhões de dólares anuais com as vitaminas aproveitando-se da crendice, da hipocondria, da angústia e do estresse da população a qual prefere comer mal e rápido a investir numa refeição mais completa.&lt;br /&gt;Doses dessas substâncias, maiores que as fisiológicas se constituem em desperdícios muitas vezes perigosos. Por exemplo: Um indivíduo adulto necessita diariamente de 60 mg de vitamina C. No entanto, um comprimido efervescente de um conhecido medicamento contém 1 grama. Quando tomado, os primeiros 60 mg absorvidos saturam as proteínas de transporte plasmático da citada vitamina e os 940 mg restantes não são aproveitados e, portanto eliminados, principalmente por via urinária dentro das duas horas seguintes. Isso sem considerar que mulheres grávidas que tomam vitamina C em altas doses e por períodos longos, podem induzir no feto uma enzima que destrói o excesso da vitamina C e, depois do nascimento, ao se alimentar do leite materno que é pobre nessa vitamina a criança continua a destruí-la, levando-a ao escorbuto.&lt;br /&gt;As vitaminas ditas lipossolúveis (A D E K) são perigosas, quando tomadas em altas doses e por longos períodos. Um indivíduo adulto do sexo masculino necessita de 10 mg de vitamina E por dia. Contudo, a dose comumente encontrada nas cápsulas desta vitamina é de 400 mg. Isto corresponde a 40 vezes aquela que realmente necessária. Alguns profissionais da área de saúde receitam 2 a 3 cápsulas diárias. Nessas circunstâncias, se esse tratamento se prolongar por mais de duas semanas, podem surgir sinais decorrentes de superdosagens como: náuseas, cefaléia, fadiga muscular, sangramento facilitado e mesmo hemorragias.&lt;br /&gt;Se grande parte dos médicos, principalmente aqueles ditos ortomoleculares, não receitassem esses placebos e, eticamente dissessem aos seus pacientes que eles deveriam alimentar-se melhor e, melhorassem suas qualidades de vida com atividades físicas e menos estresses, com certeza essas crendices tenderiam a diminuir aos poucos. Contudo, a pressão da indústria farmacêutica, aliada à crescente mercantilização da medicina, pervertem tudo. Finalmente, o dinheiro gasto na compra de vitaminas deveria ser investido na melhoria da própria alimentação, aliás, bem mais barata.&lt;br /&gt;Polêmico, o livro Vitaminas Verdades e Mitos desafia o pensamento clínico corrente, desmascarando ícones vitamínicos da importância do ácido ascórbico e dos tocoferóis (vit. C e E).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-500981812949969745?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/500981812949969745/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=500981812949969745' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/500981812949969745'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/500981812949969745'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2007/08/prximo-evento-10092007-18-horas.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-3996376827163011901</id><published>2007-08-07T04:41:00.000-07:00</published><updated>2007-08-07T04:53:42.256-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Para saber mais - apresentação 13/08/2007&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;é possivel saber mais sobre o tema, "&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Fractais&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;", nos livros e revistas recomendados abaixo:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Será que Deus Joga Dados? A nova matemática do caos&lt;/em&gt;. Stewart, I. Jorge Zahar, 1991.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Caos: a criação de uma nova ciência&lt;/em&gt;. Gleick,J. Editora Campus, 1991. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Complexidade &amp; Caos&lt;/em&gt;. Nussenzveig, H.M. UFRJ, 2003&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Dos Ritmos ao Caos&lt;/em&gt;. Bergé, P.; Pomeau, Y.; Dubois-Gance. Unesp, 1996.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;em&gt;Caos, uma introdução.&lt;/em&gt; Ferrara, N.; Prado, C. Ed. Edgard Blucher, 1994.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;The Fractal Geometry of Nature&lt;/em&gt;. B. B. Mandelbrot. W. H. Freeman and Company, 1977.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Comet: &lt;em&gt;Jackson Pollock's Life and Work&lt;/em&gt;. Kirk Varnedoe in JacksonPollock, by KirkVarnedoe, with Pepe Karmel. Museum of Modern Art, 1998. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Fractal Analysis of Pollock's Drip Paint&lt;/em&gt;. R. P. Taylor, A. P.Micolich andD. Jonas in Nature, Vol. 399, pg 422; 1999.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Fractals of the Classroom&lt;/em&gt;. Part One: Introduction to Fractals and Chaos. PEITGEN, Heinz-Otto; JÜRGENS, H.; SAUPE, D. New York:Printer-Verlag, 1992.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-3996376827163011901?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/3996376827163011901/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=3996376827163011901' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/3996376827163011901'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/3996376827163011901'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2007/08/para-saber-mais-apresentao-13082007.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-5234511444435857863</id><published>2007-08-07T04:24:00.001-07:00</published><updated>2007-08-07T04:27:43.167-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Resumo da apresentação do dia 13/08/2007&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Fractais&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por José Garcia Vivas Miranda do Instituto de Física da UFBa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A forma com que o homem representa a natureza, seja nas artes ou nasciências, sofreu diversas modificações ao longo da história. Emespecial, a representação do espaço, iniciando nas pinturas rupestres até os intrigantes quadros de Jackson Pollock. Em meados do séculopassado, em meio a uma revolução na forma em que a ciência revia seusmodelos cartesianos para o novo paradigma da complexidade, surge umanova representação do espaço, os fractais. Até então inúmeros sistemas naturais deixaram de ser estudados por serem demasiado complexos ou osmodelos possíveis de serem implementados, eram deveras simples paraserem úteis. Desde então se iniciou uma chuva de trabalhos científicosna busca de reconhecer este novo padrão nos mais inusitados sistemasnaturais; dentre eles: nuvens, alvéolos pulmonares, couve-flor, árvores,chuva, montanhas, estrelas e cidades. Basicamente se notou que o difícilera encontrar algo que não fosse fractal! Com isso ficou claro que setratava de um padrão natural de estruturação das formas, mas por que anatureza evolui nesta direção? O que de fato representa este padrão? Ocomportamento humano também segue este modelo? Em que podemos aplicareste conhecimento? Essas e outras perguntas serão discutidas em nossobreve encontro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-5234511444435857863?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/5234511444435857863/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=5234511444435857863' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/5234511444435857863'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/5234511444435857863'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2007/08/resumo-da-apresentao-do-dia-13082007.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-4599791164991456283</id><published>2007-08-07T04:19:00.000-07:00</published><updated>2007-08-07T04:23:51.712-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Próximo Evento&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;13/08/2007 – 18 horas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;Fractais &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;com o professor &lt;strong&gt;José Garcia Vivas Miranda&lt;/strong&gt; do Instituto de Física da UFBa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-4599791164991456283?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/4599791164991456283/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=4599791164991456283' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/4599791164991456283'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/4599791164991456283'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2007/08/prximo-evento-13082007-18-horas.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-2694904060306351012</id><published>2007-07-09T14:13:00.000-07:00</published><updated>2007-07-09T14:18:17.216-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Para saber mais - apresentação 09/07/2007&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;é possivel saber mais sobre o tema, "&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Mudanças Climáticas e suas Implicações Espaciais&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;", nos livros e revistas recomendados abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;CONTI, J. B. Clima e meio ambiente. 1 ed. São Paulo: Atual, 1998.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HARTMAN, D. Global physical climatology. San Diego: Academic Press, 1994.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MOLION, L. C. B. Aquecimento global: fato ou ficção? Revista do Instituto de Edições Pedagógicas, São Paulo, ano 1, nº 4, p. 6-9 nov. 2001.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NUNES, L. H. Mudanças climáticas globais. Revista Terra Livre, vol. 1, nº 18, AGB, São Paulo, 2002.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-2694904060306351012?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/2694904060306351012/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=2694904060306351012' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/2694904060306351012'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/2694904060306351012'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2007/07/para-saber-mais-apresentao-09072007.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-4220354566533847282</id><published>2007-07-09T14:06:00.000-07:00</published><updated>2007-07-09T14:20:20.414-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Resumo da apresentação do dia 09/07/2007&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Mudanças Climáticas e suas Implicações Espaciais&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;por Emanuel Fernando Reis de Jesus do Departamento de Geografia da UFBa&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A preocupação em torno das mudanças climáticas globais e da degradação da natureza deixou de ser um tema exclusivo dos profissionais da área ambiental. O papel decisivo dessas condições sobre o futuro da humanidade vem despertando uma série de discussões em várias partes do mundo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;De forma direta ou indireta o clima sempre esteve presente em todas as atividades desenvolvidas pelo homem desde os primórdios, daí a sua extrema importância até os dias contemporâneos. O estudo do clima compõe um importante capítulo do estudo da natureza, sobretudo quando o seu enfoque encontra-se direcionado, principalmente, para uma perspectiva de interação entre a natureza e a sociedade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O clima é um sistema extremamente complexo, regido por múltiplas interações entre os diversos subsistemas (hidrosfera, biosfera, criosfera e atmosfera). Um grande espectro de escalas temporais e espaciais nele intervém. O oceano mais particularmente, exerce um efeito considerável sobre o clima global do planeta, uma vez que, inúmeras trocas de massas e de energia - por meio de gases, água e calor - proporcionam assim, a existência de um sistema altamente integrado. Nesses complexos processos de trocas, os oceanos têm um papel relevante na manutenção do equilíbrio climático da Terra.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A história natural do clima é caracterizada pela alternância de períodos quentes intercalados por períodos mais frios, que marcaram profundamente inúmeros eventos ocorridos nas diversas eras geológicas. A variabilidade do clima é, portanto, um fenômeno natural que pode ser definido como a maneira pela qual os elementos climáticos (precipitações pluviométricas, temperatura, umidade do ar, dentre outros) variam no interior de um determinado período de registro de uma série temporal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A expressão mudança global do clima é definida como o conjunto de alterações climáticas causadas pelo aquecimento adicional da superfície e atmosfera da Terra em função das concentrações atmosféricas de gases de “efeito estufa” resultantes das atividades humanas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os gases do efeito estufa existem naturalmente na atmosfera, sendo os principais o vapor d´água, o dióxido de carbono (CO2), o ozônio (O3), o metano (CH4), e o ôxido nitroso (N2O). Esses gases têm a propriedade de absorver parte da radiação infravermelha emitida pela superfície terrestre. Como conseqüências das atividades humanas, as concentrações de gases de “efeito estufa” vêm aumentando. Além dos gases já citados, novos gases com as mesmas propriedades, mas apenas produzidos pelo homem, passaram a ser também lançados na atmosfera, incluindo os clorofluorcarbonos (CFCs), hexafluoreto de enxofre (SF6) dentre inúmeros outros. Nos dias atuais a qualidade do ar sobretudo nas grandes metrópoles vem sendo cada vez comprometido, com sensíveis reflexos sobre à saúde humana.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Enfim, o aquecimento global é hoje uma realidade, suas repercussões se manifesta sob os mais diferentes aspectos, dentre os quais podemos citar: aumento do nível dos oceanos causado pelo derretimento das geleiras e pela expansão térmica do volume de água; elevação das temperaturas médias da superfície da ordem de 1,5º a 4,5ºC; derretimento dos gelos do mar; tendência a um aumento global das chuvas a partir da elevação dos níveis de vapor d´água presentes na atmosfera; aumento da ocorrência de furacões dentre inúmeras outras manifestações meteoroclimáticas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-4220354566533847282?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/4220354566533847282/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=4220354566533847282' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/4220354566533847282'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/4220354566533847282'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2007/07/resumo-da-apresentao-do-dia-09072007.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-3853776533643765054</id><published>2007-07-09T13:57:00.000-07:00</published><updated>2007-07-09T14:06:02.327-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Próximo Evento&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;09/07/2007 – 18 horas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Professor Emanuel Fernando Reis de Jesus do Departamento de Geografia da UFBa - &lt;em&gt;Mudanças Climáticas e suas Implicações Espaciais.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-3853776533643765054?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/3853776533643765054/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=3853776533643765054' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/3853776533643765054'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/3853776533643765054'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2007/07/prximo-evento-09072007-18-horas.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-7421943122970813948</id><published>2007-06-05T16:21:00.000-07:00</published><updated>2007-06-05T16:26:28.589-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Resumo da apresentação do dia 11/06/2007&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Dança na Cultura Digital: Quando a Metáfora de Frankenstein Assombra as Artes do Corpo&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por Ivani Santana da Escola de Dança da UFBa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Esta comunicação pretende suscitar uma reflexão sobre a relação arte-ciência-tecnologia dentro do escopo da dança. Considerando o momento vigente como a fase da Cultura Digital, o intuito é refletir sobre quais os olhares que recaem sobre as novas mídias e suas conseqüências no mundo e nas artes do corpo, estas principalmente por serem foco desta apresentação. Tais visões parecem estar ligadas ainda ao que denomino Metáfora de Frankenstein, a qual delata a existência dos tecnoclastas em contrapartida aos tecnomaníacos, respectivamente demarcando o grupo daqueles que percebem as tecnologias como nefastas e maléficas a humanidade, e os outros que as consideram a salvação de todos os tempos. Esses posicionamentos serão revistos em uma análise sobre os entendimentos e as produções existentes no campo da dança com mediação tecnológica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-7421943122970813948?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/7421943122970813948/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=7421943122970813948' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/7421943122970813948'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/7421943122970813948'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2007/06/resumo-da-apresentao-do-dia-11062007.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34350292.post-4245709731083412729</id><published>2007-06-05T16:16:00.000-07:00</published><updated>2007-06-05T16:20:02.433-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Próximo Evento &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;11/06/2007 – 18 horas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Professora Ivani Santana da Escola de Dança da UFBa&lt;/strong&gt; - &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dança na Cultura Digital: Quando a Metáfora de Frankenstein Assombra as Artes do Corpo &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34350292-4245709731083412729?l=cafecientificossa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/feeds/4245709731083412729/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34350292&amp;postID=4245709731083412729' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/4245709731083412729'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34350292/posts/default/4245709731083412729'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafecientificossa.blogspot.com/2007/06/prximo-evento-11062007-18-horas.html' title=''/><author><name>Café Científico SSA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13179557390795717217</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
