Tuesday, October 30, 2007

Próximo Evento 12/11/2007 – 18 horas


Evolução do comportamento sexual nos animais.

Por Aldo Malavasi – Professor Titular de Genética e Evolução (aposentado) do Departamento de Genética e Biologia Evolutiva do Instituto de Biociência da USP. Atualmente Presidente da Organização Social Biofábrica Moscamed Brasil em Juazeiro, Bahia e morador em Salvador desde início de 2005 .

3 comments:

Terapeuta naturista TEODOMIRO MARINHO said...

GOSTATRIA DE SABER COMO CHEGAM A SITUAÇÕES TÃO BIZARRAS, COMO ESTA DE ESTUDAR COMO SURGIU O SEXO ENTRE OS ANIMAIS, COMO OS ANIMAIS, NÓS TAMBÉM, FOMOS DESENVOLVER GENITÁLIAS PARA PROCRIAÇÃO. SINCERAMENTE, AINDA FALTA MUITO AOS 'SÁBIOS' ENCONTRAREM RESPOSTAS CONVINCENTES PARA MUITAS COISAS. TEODOMIRO MMARINHO DE SOUZA, TELS. 75.9134-6875 E 9113-0402. POR FAVOR, LEIAM GÊNESIS 1 E CAPÍTULO 7.2, TALVEZ A MENTE DE VOCÊS POSSA SER DE MAIS COMPREENSÃO A RESPEITO DA CRIAÇÃO DE DEUS.

bushman said...

Saber como funcionam muitas das pautas de comportamento sexual noutros animais (os humanos também somos animais)pode nos ajudar, Senhor Teodomiro, a compreender muito da nossa propria. O conheceminto pode nos dar ferramentas para conseguir um mundo melhor: melhorar as nossas relações pessoais, conseguir eliminar muitas clases de discriminação, etc. Mas ainda que não nos desse essas ferramentas, o conhecimento sempre é bom. A que pode ser má é a forma em que se utiliza.

O ser humano é um animal muito sexual. Não há nada ruim no sexo. As instituções ou pessoas que querem reprimir a sexualidade da gente, tenhem uma finalidade: procuram a subordinação, isto é, o poder.

Charbel said...

Caro Teodomiro
O conhecimento é um caminho para compreendermos melhor o mundo e abrirmos nossos horizontes de modo a sermos mais críticos e reflexivos em relação ao que nós próprios conhecemos. Sugiro que seja mais reflexivo em relação à origem histórica dos próprios textos de sua religião. Assim, você pode afastar-se de uma atitude religiosa fundamentalista, e ser mais liberal, entender que o que você não acredita pode ser digna de crença para outra pessoa, assumir a posição do outro e, assim, professar a tolerância, de que tanto necessita o mundo.